“Concurso Tâmaras” – Semeia e partilha afeto com arte e poesia

OIP

Poetas e poetisas, que sonha em ter seus trabalhos lidos e consagrados pelo o universo literário, começou as inscrições para participar do Concurso Tâmaras, um projeto do Polo Cultural em parceria com a Amazon, que dará a oportunidade para autores de distintas classes, desde os profissionais, ao iniciantes e também, aos estudantes de escola pública.

A primeira edição, em 2020, foi um êxito de inscritos, recebendo ao todo 400 inscrições de todo o Brasil, reunindo poetas de 110 cidades e 22 Estados, e agora promete difundir e ampliar esse número, programando ainda mais obras e poetas por todo o país.

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As inscrições para o concurso já começaram, no dia 1º de maio e vai até dia 31, e os interessados precisam concluir em duas etapas, descritas na página do concurso, tudo de forma virtual e aberto à todos os públicos. Além do mais, para se inscrever será obrigatório o envio da poesia em texto de, no mínimo 5 laudas, e um vídeo com a gravação do poema falado.

Os participantes serão divididos em três categorias, Iniciante (novos autores), Profissional (poetas independentes com reconhecimento no mercado) e Estudante (do Ensino Público).

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O propósito do concurso é partilhar e semear as palavras, utilizando da arte e da literatura como afeto neste momento árduo e tenso do qual estamos vivendo atualmente, por isso que leva este nome, inspirado um antigo ditado árabe que diz: “Quem planta Tâmaras não colhe Tâmaras”. O que significa pelo fato de que as tamareiras levam de 80 a 100 anos para frutificar, ou seja, seu plantio era como um exercício de solidariedade, de doação ao próximo, pois se cultivava independente de quem viesse a colher o fruto.

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Propomos aos poetas essa importante e urgente construção, dos poemas para depois do amanhã, onde possamos sonhar o mundo que iremos encontrar no futuro, e os desafios dessa nova relação com o planeta que cada um precisará descobrir e estabelecer. Voltar a circular com os passos certos, com o amor e a coragem que o tempo pedirá”, provoca Marcelo Sollero, da Pólo Cultural, Educação e Arte, realizadora do evento. “Convidamos os amantes das palavras para esse desafio, que surge não só como uma ferramenta de aproximação das pessoas, por meio da troca de experiência nos versos a serem escritos, mas também como um remédio para injetar empatia e esperança no inconsciente coletivo”, finaliza Sollero.

por Patrícia Visconti

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