“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” mostra com perspicaz um legado milenar sobre desígnio e ventura

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Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis chegou aos cinemas em 2021, e apresentou uma nova essência aos heróis da Marvel Studios, com sua origem e ascendência em evidência, o longa apresentou com sutileza e precisão, momentos oportunos, para por fim, adentrar a nova fase quatro do MCU.

A trama traz a ancestralidade dos dez anéis que atravessou milhares de anos, e acabou nas mãos de Wenwu, um oportunista e ganancioso líder de uma organização terrorista, que poderia usar estes artifícios para o bem, mas preferiu obtê-los para ganhos e projeções pessoais, como ganhar a imortalidade e ter tudo que sempre almejo, tal como poder e status. Até que um, ele caiu na cidade mística de Ta Lo, e conheceu a jovem e sensível Li, que com ela, aprendeu o verdadeiro significado da vida, o amor, mas com sua morte, ele acabou enraizando sua dominância em seu próprio exército, e colocando seus filhos Shang-Chi e Xialing a conhecerem a máfia e a guerra desde de muito cedo, pois Wenwu acreditava que assim poderia conquistar o poder e ter de volta sua esposa morta.

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Então, Wenwu treinou seu filho mais velho para ser um guerreiro, e quando ele completou 15 anos, liberou ele para o mundo, onde ele foi parar em São Francisco, e lá, ele não comandava nada, era apenas um manobrista de hotel que trabalhava ao lado de sua amiga Katy, mas um carta de sua irmã, colocou o jovem de volta a suas ascendências, e colocando-o frente a frente de seu pai, e do devaneio de domínio que ele obtém sobre tudo e todos, mostrando que o poder é bom, mas se não se conectar com seus adjuntos, apenas vão te obedecer, e não respeitar.

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E assim, após conhecer a cidade de sua mãe e seus familiares que lá ainda reside, Shang-Chi sentiu a aproximação de seus antepassados e herdou o legado dos dez anéis de seu pai, porém, usando com compreensão e arbítrio, ele aprendeu a ter foco e sapiência sobre sua origem e seu futuro, que agora, ele não é apenas um manobrista de carros, mas um grande guerreiro com um propósito e categórico em saber quem realmente ele é, olhar para si e se permitir ser ele mesmo, encontrando sua potencialidade inerente e singular.

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Em suma, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é uma produção que carrega muita referência as tradições chinesas, com um potencial significativo e autêntico, com lutas lindamente coreografadas e em um ritmo leve e incisivo que leva o espectador as origens e costumes milenares, seguidos nos tempos atuais, em uma convicção intensa e precisa em acertar os ponteiros e focar nas próprias intenções.

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O filme foi dirigido por Destin Cretton, e estrelado por Simu Liu como Shang-Chi, ao lado de Awkwafina, Meng’er Zhang, Fala Chen, Florian Munteanu, Benedict Wong, Michelle Yeoh, Ben Kingsley e Tony Leung, que representam magistralmente seus personagens com pleno confiança e exatidão.

por Patrícia Visconti

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