“FLEE – Nenhum Para Chamar de Lar” – Uma produção sutil sobre uma angústia enfática e pungente

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A animação dinamarquesa FLEE – Nenhum Para Chamar de Lar, recebeu três indicações ao Oscar 2022, entre elas filme de animação, filme estrangeiro e documentário de longa-metragem , mas infelizmente não conquistou nenhuma estatueta, porém sua trama sutil e precisa traz uma representação veemente sobre reconhecimento e visibilidade, conquistando profundamente os espectadores que o assiste.

A trama conta a história de Amin Nawabi, um homem que guarda um passado tenso e árduo, permeado de muita dor e sofrimento, fazendo com que essa mágoa afete diretamente sua vida pessoal e de seu futuro marido, em uma produção sensível e intensa, dirigido por Jonas Poher Rasmussen (“Searching for Bill”), compartilha memórias ímpares de uma angústia infindável.

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O longa estreou em 2021 no Festival de Sundance, aonde conquistou o Grande Prêmio do Júri, ainda no mesmo ano, venceu três prêmios do Festival Internacional de Animação de Annecy. Com produção executiva de Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Nikolaj Coster-Waldau (“Game of Thrones”).

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FLEE – Nenhum Para Chamar de Lar ainda foi listada por Bong Joon-ho, diretor de Parasita, como um dos seus filmes favoritos de 2021, chamando-o de “a peça de cinema mais comovente do ano”. E agora, no próximo 21 de abril, a produção estreia nos cinemas brasileiros, distribuído pela Diamonds Films.

por Patrícia Visconti

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