Aureliano traz uma história de um jornalista obcecado em interpretar fatos em “Madame Xanadu”

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Apaixonado pela arte literária e pelo jornalismo, o autor e jornalista Aureliano Medeiros lançou recentemente a segunda edição de um de seus primeiros romances “Madame Xanadu”.

A obra ilustra uma narrativa não cronológica, contando a história de uma famosa drag queen de Natal, no Rio Grande do Norte, em uma tentativa de compreender sua origem e da decisão que à levou a cometer suicídio.

Uma trama composta de 21 capítulos que simbolizam as cartas de tarot, narrados por distintas vozes e embaralhados de uma maneira que podem ser lidos em qualquer sequência, em um enredo que traz consigo o peso do luto, da dor e do renascimento, em um equilíbrio perfeito entre o humor e a melancolia.

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A narrativa traz a drag queen Madame Xanadu e o jornalista João, que resolve investigar a real história sobre ela, então para isso ele busca ajuda das pessoas que a conviveram com a Madame, mesmo antes dela se tornar uma das persinagens mais marcantes da cidade de Natal. Uma história de investigação, consumida por uma melancolia inexplicável, que o fez a tirar a própria vida.

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Uma obra que convida o leitor a entrar na história, para juntar as peças do quebra-cabeças, para assim poder ajudar João a desvendar o mistério da morte da Madame Xanadu, somando à narrativa, tem as maravilhosas ilustrações feita pelo próprio Aureliano. O livro saiu pela Editora Nacional e está disponível no site da Amazon.

Por Priscila Visconti

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