Drama com elementos de suspense e fenômenos sobrenatural, estrelado pela atriz Paolla Oliveira, que traz em sua trama a aposta de uma narrativa sobre segredos familiares; mistérios e relações entre mãe e filha, sob um terror psicológico que chega eloquente aos cinemas.
O cinema brasileiro ganha um novo título com Herança de Narcisa, longa-metragem que mistura drama e suspense e marca a estreia da dupla Clarissa Appelt e Daniel Dias na direção de um filme de ficção. A produção é assinada pela Camisa Preta Filmes, em coprodução com a Urca Filmes e o Telecine, e tem distribuição da Olhar Filmes.
Clarissa Appelt e Daniel Dias possuem pós-graduação (MFA) em roteiro nos Estados Unidos, com bolsa Fulbright/Capes, e também são fundadores do programa New Voices, iniciativa voltada à formação e incentivo de vozes sub-representadas no audiovisual, com apoio da Fulbright, Embaixada dos Estados Unidos, SPcine e Projeto Paradiso. Antes de Herança de Narcisa, Clarissa dirigiu o longa “A Casa de Cecília”(2015), enquanto Daniel participou como roteirista de “Nosso Sonho” (2023). Agora, a dupla assume pela primeira vez a direção de um longa de ficção em conjunto.
A produção reúne a Camisa Preta Filmes, que faz sua estreia em longas de ficção, a Urca Filmes, produtora com mais de duas décadas de atuação no mercado audiovisual, e o Telecine, parceiro na coprodução do projeto. A classificação indicativa é de 14 anos.
A distribuição fica por conta da Olhar Filmes, empresa reconhecida por lançar obras que abordam temas contemporâneos e promovem diversidade de narrativas. Ao longo de sua trajetória, a distribuidora levou filmes brasileiros e internacionais para festivais como Cannes, Sundance, Berlim, Rotterdam, BFI London, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Festival do Rio, acumulando mais de 700 participações e cerca de 150 premiações.
Com uma equipe formada por profissionais experientes do cinema nacional e um elenco que conta com Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Müller e Elvira Helena, Herança de Narcisa chega como uma das apostas do cinema brasileiro contemporâneo, reforçando a valorização de novas narrativas e da produção audiovisual nacional.
por Gabriela Loures

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