Bienal do Livro de São Paulo: Um festival amplo e dinâmico que conecta pessoas em suas variáveis dimensões

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A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo encerrou no último domingo (13), uma exitosa edição que ficou marcada na história do maior festival literário da América Latina. Recebendo mais de 750 mil visitantes e superando as expectativas idealizadas para este ano, o evento contou com uma programação variada divididos em diferentes palcos, autores e editoras.

O evento trouxe em 2026 autores como Lynn Painter, Alice Oseman, Ana Huang, Mercendes Ron, Elena Armas, Danielle L. Jensen, Leia Stone, Courtney Henning Novak, Lee Hong e SenLinYu. Mas, os destaques ficaram com as produções nacionais, que vêm ganhando notoriedade a cada ano. Com suas obras relevantes, eles ocupam os lugares do mais vendidos nas principais editoras do Brasil, e sem contar com os autores independentes, que destacaram seus livros diante a imensa dimensão percorrida pelo festival, levando suas produções ao âmbito singular entre os visitantes ao longo dos dez dias de festival.

Esta edição histórica mostra a força da Bienal como um grande encontro cultural e também como um importante motor para toda a cadeia do livro. Receber 760 mil visitantes, com uma presença tão expressiva de jovens e famílias, e registrar uma forte procura pelos livros mostra o enorme interesse pela leitura quando criamos oportunidades para esse encontro. A maior Bienal do Livro da nossa história é também uma celebração dos leitores, dos autores e de todo o setor”, afirma Sevani Matos, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

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A Bienal do Livro expandiu suas realizações, apesar da chuva que caía na semana na cidade de São Paulo, provando que os bons leitores não desanimam para estar conectado a outras pessoas como ele, em um ambiente acalorado de literatura, amizade e encontros, traduzidos em emoções extasiantes que transcendem além das páginas dos livros, e envolvem à todos numa imersão inerente de espontaneidade e pertinência.

Um evento que ocupou 87 mil m² do Distrito Anhembi, sendo 75 mil m² de área expositiva, contabilizando 800 mil autores, sendo 91% destes, brasileiros. Os autores levaram suas obras a uma expansão significante no cenário literário nacional, colocando-os em patamares regulares de autores internacionais, destacando Raphael Montes, que teve seu momento “popstar” ao ter cordões de seguranças ao passar pelos corredores do pavilhão, mostrando seu sucesso eminente ao longo de sua carreira.

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Além disso, neste ano, os vales-livro ultrapassaram $ 20 milhões de reais, atendendo mais de 52 mil estudantes da rede pública, e outros dois mil de servidores e colaboradores da Secretaria Municipal de Cultura de SP. Ainda, há o aumento de ofertas de livros e um faturamento superior de 57% em relação à última Bienal do Livro.

Em 2026, o festival teve cinco dias de ingressos esgotados, com limite máximo de visitantes nos horários de pico do evento, sendo um sucesso imensurável, refletindo em marcas histórias para escritores, editores, editoras e ao próprio evento, que ampliou a ânsia por livros em um país que isso é pouco difundido.

por Patrícia Visconti

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