Bienal do Livro SP: Um marco histórico de obras e autores nacionais

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A Bienal Internacional do Livro de São Paulo concluiu a 28ª edição de maneira exitosa, superando as expectativas e sendo um marco excepcional em sua história. Trazendo a cena principal, os nomes mais notórios da literatura nacional contemporânea, com números estrondosos de vendas nas principais editoras do país, com livros esgotados nos primeiros dias do evento, sessões de autógrafos prósperas e painéis lotados de leitores assíduos que viraram fãs.

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Um festival de emoções e significativos para a literatura brasileira, como as sessões de autógrafos superlotadas do autor Raphael Montes, que ora teve que andar sob um cordão de segurança, para poder se locomover pelo evento. Assim como a autora Maydi Lacerda, que lotou a Arena Cultural em um painel exclusivo ao público infantojuvenil, falando do seu lançamento O Diário da Princesa Desastrada, sucesso de vendas, sendo homenageado no palco da Bienal do Livro pelo um milhão de livros vendidos.

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O evento ainda, contou com a presença de Conceição Evaristo, em uma homenagem gratificante a escritora e poetisa Carolina Maria de Jesus. Thalita Rebouças levando mais um de seus sucessos para a Bienal do Livro, agora no teatro com a adaptação de ‘Fala sério, mãe’, sem contar os best-sellers com Ariani Castelo, Paola Aleksandra, Babi A. Sette, Carla Madeira, Helena Lopes, Renan Carvalho, Victor Bonini, Marina Dutra, entre outros autores que ganharam o gosto popular e tornaram verdadeiros ídolos literários, com suas obras loquazes e pertinentes. Um verdadeiro espetáculo da literatura brasileira atual, com célebres autores escrevendo seus nomes em tempos em que muitos não acreditam mais nos livros.

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O espaço independente da Bienal do Livro trouxe novas facetas e obras memoráveis, que brilharam não apenas na Travessa Literária, mas também em palcos significativos do festival. Com seus gêneros variados e versáteis, os autores mostraram que nem todo bom escritor precisa estar em uma grande editora, mas sim cativar com sua escrita extraordinária e as histórias eloquentes, que envolvem os leitores e prendem de maneira única e insinuante.

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Por falar em cativar, outro espaço que ganhou notoriedade do evento, foi a Alameda dos Artistas, um lugar exclusivo destinado aos quadrinhos nacionais que ganhou notoriedade no evento. Um lugar que contou com nomes espetaculares da cena quadrinística atual, como Germana Viana, Helo D’Angelo, Gabriel Picolo, Magô Pool, Gildalti Jr, Fábio Yabu, Laudo Ferreira, Franco de Rosa, entre outros artistas que conquistam por sua versatilidade diante de um festival de amplo e magnânimo. Se contar com estande do coletivo, Caixa de Quadrinhos, um projeto idealizado pelo autor e quadrinista Carlos Ruas, com a premissa de ser uma vitrine de dos maiores quadrinistas independentes do Brasil.

Em suma, a Bienal do Livro foi mais do que internacional, foi uma representação visceral da literatura nacional contemporânea. Celebrando os clássicos e dando voz as novas publicações que chegam e conquistam o público que cresce anualmente, através de suas obras consideráveis que envolvem e engrandecem a cultura popular brasileira, por sua variedade de gêneros, estilos e representação. Uma Bienal do Livro feita de brasileiros para brasileiros, que enaltecem a arte e literatura do país através de suas escritas singulares e persuasivas.

por Patrícia Visconti

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