[8 Bits] 5 Motivos para jogar vídeo-game!

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Dessa vez com um texto diferente e até, bem chamativo para quem não lê algo sobre games, e quem sabe, uma curiosidade à parte. Vejamos cinco motivos para você jogar videogame sem medo:

1) É interessante: E como não?
Assim como tem várias pessoas que tem como hobbies ler e escrever, jogar é um hobby deveras interessante. Lhe permite acesso a um mundo novo, como nos livros, onde ao invés de você interagir com o protagonista pela leitura, dessa vez é pelo comando. E ah, vale lembrar que estimula o raciocínio rápido e diversas áreas do cérebro, então, bota interessante nisso.

games2) Elimina o Stress: Afinal,quem nunca chegou em casa cansado, irritado, furioso pela rotina do dia?
É trânsito, chefe marrento, trabalhos e mais trabalhos, e ainda o trânsito da volta para casa. Cansa não é verdade? E dá aquela vontade de jogar tudo pro alto e liberar a fúria. É mais fácil nos games. Apenas escolha um jogo tranqüilo (Nada de jogos que façam passar nervoso!, e desfrute de meia hora na frente da tela. Verá que o corpo relaxa, a mente entra em outro foco e a atenção se torna forte, mas de uma forma suave, mais tranqüila, e o stress, vai embora.

3) Tem para todos os gostos: Você certamente já ouviu alguém dizer que não joga videogame por não se interessar. De certa forma, há sim pessoas que não gostam por não apreciarem, mas tem as que desconhecem que existe game para todo tipo de gosto.
É como livros, tem pessoas que preferem romance do que ficção, os que preferem livros didáticos do que de suspense. Para os games, funciona da mesma maneira: Há quem goste mais dos de esporte do que de ação, os que preferem um bom jogo de tiro do que de corrida, por exemplo.
A lista de jogos é infinita, e seus gêneros, bem diversificados para agradar qualquer público.

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4) É para todos: E realmente para todos! No caso, para todas as idades.
Sim, desde crianças que adoram jogos com muitas cores vibrantes e quebra cabeças divertidos, até seus queridos avós que vêem seus netos se divertindo e dançando na frente da TV.
Não só pela lista, novamente, infinita de jogos, mas pela interatividade com pessoas de diferentes idades. É possível sim jogar sozinho, mas fica muito melhor quando a família inteira vem pra se divertir.

5) É algo que evolui: Sim, games, videogames, o universo em geral sobre isso evolui constantemente para poder interagir melhor com cada gamer, e claro, trazer novas pessoas a conhecer este mundo tão fascinante.
Com o tempo, esse mundo fora se diversificando, aumentando seus horizontes e hoje, vemos o vasto mundo que temos dentro de nossas casas, mostrando que ele pode, cada vez mais, evoluir para melhor.

Por: Daniel Barris

[Cabine da Pipoca] O Menino e o Mundo traz os contrapontos do mundo cotidiano

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Em 2007, o diretor Alê Abreu faz sua estreia em longa com a animação intitulada “Garoto Cósmico”. Sendo responsável também por diversos curtas, reaparece em 2013 com “O Menino e o Mundo”, seu segundo trabalho de longa duração.

A princípio, o título dessa obra seria “Cuca no Jardim”, mas depois sofreu uma mudança passando para o nome atual. História elementar e que traz muito do mundo cotidiano, a animação encanta por diversos fatores: desenhos simples e completamente lúdicos; não há diálogos; a trilha sonora é bem pensada; o foco da trama é contemporâneo.

alé-altoEvidencia-se o mundo capitalista, os apelos ao consumismo, a impiedade dos poderosos e a infelicidade das pessoas diante de uma vida difícil, miserável e sem esperanças de melhoria. E é possível, nitidamente, observarmos as diferenças entre a vida no campo contrapondo-se com a vida da cidade grande. Enquanto na zona rural tudo é colorido e há possibilidades de diversão com a natureza, na metrópole tudo é escuro, sem encanto e a vida parece ser desprovida de emoções. E essas diferenciações são vistas sempre pela ótica da criança.

O roteiro é funcional e não há como não se encantar e se identificar com o personagem principal. Tudo gira ao redor da angústia e da busca do menino pelo pai, bem como de suas observações diante de um universo opressor.

As cenas são belas, mas muito me chamou a atenção o momento da colheita de algodão. Nela vemos os trabalhadores em movimentos duros, frenéticos e rítmicos, assemelhando-se a um rebanho que deve cumprir cegamente sua missão. Não somente esta cena, mas de maneira geral o filme me fez lembrar de “Tempos Modernos” do Charles Chaplin. Em ambos o ser humano tende a se tornar máquina.

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Alê Abreu caminha na contramão, pois aposta em uma animação bastante distinta dos grandes estúdios de Hollywood e direciona seu filme para o público adulto. Explora um tema denso de forma poética e sensível. Dessa forma cria uma obra não somente criativa, mas acima de tudo muito ousada e corajosa.

Ficha Técnica

Título Original – O Menino e o Mundo
País de Origem – Brasil
Diretor – Alê Abreu
Gênero – Animação
Duração – 80 minutos
Ano – 2014

Sinopse

Animação que conta a história de um menino que mora com seus pais. Em determinado momento, o pai se vê obrigado a deixar a família para tentar a vida na cidade grande. Sentindo-se triste e desamparado, o garoto parte em busca do pai e se depara com a dura realidade da cidade grande: um mundo de pobreza, miséria e muita exploração.

Por: Pierre Cortes, do Tela Larga

[Caixa de Som] Tradição e modernidade da MPB em uma bela voz

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O avô era maestro; o pai, músico, e a mãe, artista plástica. Foi nesse ambiente envolto em arte que o pernambucano radicado em Brasília Tito Marcelo encontrou seu caminho.

Tocando violão despretensiosamente, resolveu começar a compor e, em 2010, ao mostrar suas músicas ao amigo de infância no Recife Renato Fonseca, veio a proposta de gravar um CD. Saiu então “Frágil verde, força de quebrar”, em dezembro de 2011, gravado no Estúdio Fibra, no Rio.

10255423_767380496606992_8016825917735107057_nCanções leves, letras que falam de romantismo, de amor, de vida. Entoadas por uma voz suave, de timbre aveludado. Música popular brasileira da melhor tradição, com temperos que pegam carona em ritmos nordestinos, caribenhos e o que mais chegar. Todas de sua autoria.

Da galera que busca um caminho independente, longe da grande indústria fonográfica, Tito acredita que o espaço aberto pela internet é democrático e acessível, cabe ao artista saber como utilizá-lo para que chegue a quanta pessoas quer que chegue, disse ele em entrevista ao portal Somos Música.

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Quase em sequência ao primeiro disco, Tito gravou “Pra ficar no sol”, lançado em 2014, também com produção e arranjos de Renato Fonseca. São 12 composições dele que mantêm a linha de suavidade e sofisticação nos arranjos e interpretação. Agora com a carreira aos cuidados da Villa-Lobos Produções, de Brasília.

Acompanham Tito no CD os músicos João Viana (bateria), Lui Coimbra (violoncelo), André Vasconcellos (baixo), Renato Fonseca (teclados), João Lyra (viola e violão), Marcelo Martins (sax e flauta), Marcos Suzano (percussão), Alexandre Katatau (baixo) e Vinicius Rosa (violão e guitarra).1461095_707284432616599_2091743729_n

Esta semana, Tito ofereceu para baixar uma das faixas de “Pra ficar no sol”. O single “Inexplicável” está disponível para download no Soundcloud. Conforme ele, a canção “foi composta inspirada em reflexões sobre nossa identidade e em como expressá-la”. A faixa também está em um vídeo no Youtube, gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio, onde o disco foi gravado, com direção de Gláucio Ayala (Drive Filmes) e assistência de Rodrigo Sabatinelli.

Assista abaixo o videoclipe do single “Inexplicável”:


Conheça mais sobre o Tito em:

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Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Caixa de Som] Samara Noronha: A pequena notável do Rock n’ Roll

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Essa pequena rondoniana, chegou na grande metrópole paulistana sem lenço e apenas com uma mochila nas costas, em busca de seu sonho de fazer carreira na música.

Samara Noronha sempre teve muita influência artística, aos quatro anos ela começou a fazer aulas de desenho e pintura com artistas locais, mas optou por ter as tintas apenas como um hobby. E pouco antes de entrar na adolescência, aos 11, percebeu que sua paixão sempre foi a música e participou de alguns festivais musicais em sua cidade e pela região de Rondônia, e apenas aos 14, ganhou sua primeira guitarra.

10945650_855808781108776_565396589178368964_nTodavia, a impulsividade e astúcia de Samara são inevitáveis, e ela queria mais, buscar novos horizontes e partir para o sul e correr atrás do que realmente importava, fazer música e ser reconhecida por ela.

Então, em 2007 ela pegou uma mochila e partiu para São Paulo, sem muito dinheiro e lugar para ficar, Samara teve que se abrigar em um albergue da prefeitura, passou por experiência nada fácies, mas com muito trabalho e determinação, anos depois ela trouxe sua família do norte e conseguiu se estruturar na capital paulista.

Em 2011, já firmada na cidade, a cantora ingressou no curso de Produção Musical, na Universidade Anhembi Morumbi, onde foi buscar conhecimento e oportunidades para conduzir melhor sua carreira, afinal não da para viver dependendo dos outros do todo tempo, temos que buscar meios para nos sustentar com nossas próprias pernas.

E foi dessas gnoses que em 2014 ela se unificou numa sólida parceria com o músico e produtor Vinny, nascendo seu primeiro single lançado no final do mesmo ano intitulado “Caos”, um rock ao mesmo tempo visceral, sexy e urbano. Por sinal, a maioria das canções de Samara tem essa pegada rock e urbano, mas com um sentimento próprio, que qualquer pessoa pode se identificar.

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Recentemente a dupla está trabalhando em outras músicas, que em breve será compactadas e lançadas num álbum completo, tornando o sonho desta pequena rondoniana realidade. E ninguém duvide que ainda ouviremos muito seu som nas rádios de todo país.

Confira abaixo o videoclipe de “Caos”, primeiro single da cantora, que traz o Rock n’ Roll no melhor estilo “do it yourself”:

Para conhecer mais sobre o trabalho de Samara Noronha, acesse as redes sociais da artista e fique ligada nesta pequena com voz grande.

Facebook | Soundcloud | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[8 Bits] Majora’s Mask – O que já era bom…

… ficou ainda melhor!

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Chegando recentemente às prateleiras das lojas e logo nos remetendo as boas memórias do Nintendo 64, o que já era bom veio com tudo novo. Estamos falando de Zelda: Majora’s Mask para 3Ds.

Para os que recordam, foi um dos melhores jogos da franquia a serem lançados para Nintendo 64, junto com Ocarina of Time, que fizeram sucesso na época, alavancando a franquia de The Legendo f Zelda para o alto! Há um tempo atrás, houve o remake de Ocarina of Time para 3Ds, e agora, completando a coleção, surge Majora’s Mask.

Mas o que muda no novo remake? Em tese, quase nada, apenas algumas correções gráficas e correções de antigos bugs que na época, podia atrapalhar a jogatina. Fora isso, mesmo enredo, mesma trama, e mesma recordação das fases difícies e enredo impecável.

Majora’s Mask veio para relembrar e para trazer uma nova legião de fãs. Para os antigos: Já podem se sentir em casa com um bom game em mãos, mas refinado do melhor jeito que poderia ter sido feito.

Por: Daniel Bárris