[Cabine da Pipoca] Cine Comunidade difunde a sétima arte nacional pelas periferias de São Paulo

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O cinema nacional é muito mais amplo do que os exibidos pela Globo Filmes, mas infelizmente nem sempre são propagados para a massa, que acaba tendo que digeri o que é transmitido na TV e não fica sabendo do que acontece fora dela.

Visando nisso, o Cine Comunidade, tem o objetivo de democratizar as produções audiovisual brasileira, formando um público para o cinema nacional e ocupando os espaços públicos e comunitários, criando um novo conceito de exibição.

O projeto foi criado em 2006 e idealizado pela Associação Cultural Simbora, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, e realiza ações sócio-culturais no Brasil e no exterior através de projetos ligados ao audiovisual e temas relacionados à sustentabilidade.

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Os filmes escolhidos são todos brasileiros, de curta e longa metragem, com foco em filmes independentes e que são pouco conhecidos pela população.

O projeto conta o com apoio da Secretaria Estadual da Cultura do Estado de São Paulo, e a cada edição expande ainda mais a proposta, compartilhando a sétima arte do Brasil, para àqueles que só tem a TV aberta para se entreter, criando novos espectadores e divulgando novos produtores.

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Para conhecer mais sobre o projeto acesse: www.cinecomunidade.com.br, ou então no Facebook oficial.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Michelle Abu traz toda sua “baianidade” ao rock nacional

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Completando 20 anos de carreira, a cantora e percussionista Michele Abu lança seu primeira compacto, “#1”, lançado no final do ano de 2014.

Michele é uma multi-instrumentista, Abu traz uma apresentação diversificada, transitando facilmente por diferentes estilos musicas, indo da música popular ao rock, até mesmo ritmos regionais e de raiz, mostrando sua verdadeira essência e suingue à sua obra.

10671204_630139440438845_9218619571217873069_nBaiana de Salvador, Michele se apresentou com sua primeira banda DendêCumJah, tocando de rock a reggae. Depois ela ingressou na percussão do grupo feminino Didá, e passou a tocar com diversos artistas da Bahia, como Margareth Menezes, Naná de Vasconcelos, Roberto Mendes, Silvia Patrícia, Alex Mesquita, além de viajar em turnê com o Circo Picolino por dois meses pela França, como baterista, em 2001.

Além do mais, a cantora já atuou com diversos ícones da música popular brasileira, como Lobão, Elza Soares, Baby do Brasil, Aldo Brizzi (ITA) e mais recentemente com Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra e Toumani Diabaté, em turnê com o trabalho A Curva da Cintura.

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Uma intérprete irreverente e cheia de atitude, que domina o palco e mostra o que sabe fazer de melhor, que é cantar e fazer música de qualidade, nunca perdendo sua origem, mas sempre inovando no ritmo e na sonoridade.

A cantora inicia seus primeiros shows da carreira solo no mês de Março. E o repertório, como não poderia deixar de ser, apresenta toda sua vertente roqueira, sem perder o pulso ou a baianidade. E as primeiras paradas a receberem o show são Araçatuba, no dia 07/03, e o SESC Pinheiros, em São Paulo, no dia 11/03.

Para conhecer mais sobre a Michelle, acesse o site oficial da cantora, sua página no Facebook e também, pode conferir seus videoclipes e singles através de seu canal no Youtube.

SERVIÇO

Michelle Abu @Araçatuba
Local: SESC Araçatuba
End: Praça João Pessoa (Araçatuba – SP)*
Data: 07/03/2015 (sábado)
Horário: às 20h30
Ingressos: Evento gratuito
*Em caso de mau tempo o show pode ser transferido para o Teatro Municipal Castro Alves (Rua Duque de Caxias, 29 em Araçatuba), às 21h, com ingressos limitados a serem retirados a partir das 19h30 na portaria do teatro.

Michelle Abu @SESC PINHEIROS
Local: Auditório do SESC Pinheiros (3o andar)
End: Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros/ SP.
Data: 11/03/2015 (quarta-feira)
Horário: às 20h30
Ingressos: R$ 25,00(inteira) / R$ 12,50 (meia) / R$ 7,50 (credencial plena)
*Não será permitida a entrada de menores de 10 anos.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Tim & Caio, dupla brasileiro-americana, lança o CD “In Brazil” sábado no CCSP

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O brasileiro Caio Andreatta e o norte-americano Tim Snider lançam “In Brazil”, CD fruto do encontro da dupla em terras paulistas, no próximo sábado, 28 de fevereiro, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1.000, Paraíso). A dupla segue em turnê depois para divulgar o disco (ver agenda no fim do texto).

Caio Andreatta é violonista, cantor e compositor do trio Capela (que lança seu segundo CD, “Sangue Novo”, dia 15 de março no Auditório Ibirapuera). Veio de uma família de músicos – seu pai, Claudio Baeta, é um baterista dos mais requisitados – e montou sua primeira banda aos 13 anos. Com o Capela (formado em 2012 por ele, Gustavo Rosseb e Léo Nicolosi), gravou dois CDs, participou do reality show Breakout Brasil, transmitido pelo canal Sony no ano passado e tem feito uma série de apresentações bem recebidas pelo público.

Tim Snider nasceu em Reno, Nevada, e vive atualmente em Portland, Oregon. Começou a estudar violino clássico aos 3 anos, após assistir a uma performance do violinista israelense Itzhak Perlman no programa Sesamo Street (que teve uma versão no Brasil nos anos 1970, chamada de Vila Sésamo), e se apaixonar pelo instrumento.

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Chegou a ser primeiro-violino de orquestras jovens e spalla da Reno Junior Philharmonic. Largou o violino aos 12 anos, mas seis

meses depois a música o chamou de volta, desta vez tocando guitarra e em bandas de rock.

Desde então vem pesquisando outras sonoridades pelo mundo, o que o levou ao encontro com Andreatta e o Capela.

Os dois se conheceram em uma jam session na casa de um amigo em São Paulo. Conta Caio:

“Ele veio para o Brasil com a namorada, que é brasileira (uma antiga amiga com quem eu não falava havia anos e que estava morando nos Estados Unidos) e um outro amigo em comum que também é músico, que organizou uma tarde de ‘som’ na casa dele”.

Após o ensaio, continua o músico, Tim o convidou para fazer uma participação em um show que faria em um bar em São Paulo. “Com a abertura, também o convidei para uma participação no meu projeto [Capela] em um show que faríamos na Praça Victor Civita.” A identidade musical foi imediata, o que os levou a compor em conjunto e a produzir um CD, que traz uma mistura de sonoridades e timbres.

“Em meio aos ensaios para esses shows, Tim me mostrou algumas músicas que havia composto no Brasil e outras que estavam apenas no papel. Também mostrei algumas coisas que estava criando na época e sugeri que gravássemos essas músicas apenas em violão e vozes para registrar essa parceria”, lembra Caio.

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As canções foram gravadas no Estúdio Baeta, que pertence à família de Caio, com a participação de músicos de sua família e outros amigos. “Foi quando o registro passou de cinco músicas ‘voz e violão’ para 10 músicas produzidas com banda e participações nacionais e internacionais”, esclarece.

O trabalho foi finalizado nos EUA, para o qual Tim convidou a cantora Saeeda Wright e o músico Max Ribner, ambos americanos. O álbum foi mixado por Joe Hall e masterizado por Dana White, os dois de Portland.

Sobre o conteúdo do CD, Caio define: “Virou basicamente uma mistura do folk com música brasileira, passeando pela música latina, pelo pop, samba e até clássico. Cada um trouxe um pouco do que vive e do que já viveu em outros projetos, parcerias e viagens”. No ano passado, os dois fizeram uma turnê pelos Estados Unidos e agora lançam oficialmente o resultado deste trabalho para o Brasil e o mundo.

Confira dois vídeos dos artistas e a música “With You”, para baixar gratuitamente:

“Steeple” – video – Tour julho 2014 Walla Walla – Tim & Caio – The Steeple (Walla Walla – WA)
“With You” – video – Praça Victor Civita, SP – Projeto Capela – With You c/  Tim Snider (Pça Victor Civita)

SoundCloud – “With You” – Free download

Agenda (provisória) de apresentações de Tim & Caio:

28/02 – Lançamento do CD “in Brazil” – Centro Cultural São Paulo. Às 19h; Ingressos na porta ou online no Ingresso Rápido. Inteira: R$ 20/Meia: R$ 10

01/03 – Circo Paratodos, na Funarte; Às 17h; Ingressos na porta. Inteira: R$ 20/Meia: R$ 10

05/03 – Audio Rebel (Rio de Janeiro);

06/03 – Saloon 79, com banda The Outs (finalista do Breakout Brasil);

11/03 – Cervejaria Nacional – SP;

18/03 – Sensorial Discos – SP;

19/03 – Teatro Lauro Gomes – SBC – Abertura do lançamento do disco do baterista Claudio Baeta;

21/03 – Vitrolas – BH.

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[8 Bits] Nintendo Fora do Brasil – Entenda o porque!

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Acredito que esse assunto circulou bastante esses tempos, mas ainda restam duvidas aos quais do porque a grande Nintendo saiu da nossa terrinha. Muitos culpam os impostos, outros o desenvolvimento do país, entre outras coisas Enfim, existem inúmeros motivos, e tanto do lado brasileiro quanto do lado da Nintendo, e vamos esclarecer.

Para aqueles que vivem em uma bolha (sempre existe), foi anunciado à um tempo atrás que a Nintendo saíria do Brasil. Mas, o que isso representa?

Muito simples: preços dos consoles, games e acessórios oficiais da marca vão disparar, pois teremos de importar esses produtos, que não serão mais armazenados aqui no país, o que resulta maior gasto, mais burocracia e menor procura. Como conseqüência, games estarão mais difíceis de encontrar, consoles mais caros e se caso o consumidor deseja um acessório (controle novo, etc), terá de pagar mais caro. O que já não era tão caro, ficou pior… E de quem é a culpa? Muitos aqui já apontariam o dedo para o Brasil e diria que a culpa dos altos impostos, burocracia extremamente desconfortável e má administração. E não estão errados! Mas esqueceram de uma coisa: Toda sua moeda possui sua outra face, e no caso, a Nintendo tem sua parcela de culpa.

Mas e que parcela de culpa? Vejamos, a Nintendo é a única que não disponibilizou sua E-Shop no Brasil, sendo obrigado os consumidores à usar cartões internacionais e pagar em dólar os conteúdos digitais. Além do mais, a Nintendo é conhecida por seus eventos online (principalmente nas franquias de Pokemon), sendo o Brasil, país que possui uma grande parcela de consumidores da franquia e empresa, ser o mais esquecido.

Colocando em palavras simples: A empresa é negligente em questão de servir e garantir a satisfação do cliente brasileiro. Isso logo tornou a opção de adquirir os produtos da mesma um pouco difíceis, uma vez em que seria raro o retorno da empresa para o consumidor, no caso, feedback.

Entre outras questões menores, as principais são essas. Agora teremos de lidar com importações, preços altos e outras coisas em relação a Nintendo. Aos fãs dessa grande e nostálgica franquia: Meus sinceros sentimentos.

Por: Daniel Bárris

[Cantinho Literário] Prêmios e prestígios aos autores nacionais

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Todo escritor adora ver suas obras sendo expostas e compartilhada não apenas pelo mundo literário, mas por todo esse mundo a fora. E para iniciar esse sonho, uma premiação onde sua publicação será ápice para todo o país pode ser o alicerce desta conquista.

Está aberta as inscrições – até dia 1º de março – para o Prêmio Sesc de Literatura 2015, promovido pelo Sesc, o objetivo é premiar obras inéditas nas categorias CONTO e ROMANCE, destinadas ao público adulto, escritas em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil. A novidade neste ano é que os autores não pagarão a inscrição, e o autor terá que enviar o livro em formato word em um formulário – veja aqui – disponível no site.

Para a premiação poderão concorrer escritores nacionais e estrangeiros – residentes no Brasil – todos com mais de 18 anos. Só poderá participar apenas uma obra por categoria, e o livro deve ser inédito, ou seja, que nunca foram publicados, isso vale para internet também. Os contos devem conter entre 140 a 400 mil caracteres, já os romances de 180 a 600 mil.

Ao inscrever o escritor receberá um código identificador automaticamente, e com isso poderá acompanhar o processo de avaliação. Os ganhadores terão suas obras publicadas pela editora Record com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Todas as obras passarão pode uma análise julgadora composta por escritores, jornalistas, críticos literários e especialistas em literatura.

O resultado sairá em julho deste ano, e vale lembrar que funcionários,estagiários e parentes, mesmo sendo de segundo grau, funcionário do Sesc, da Confederação Nacional do Comércio e das Federações do Comércio, da editora Record, e nem dos envolvidos no processo de julgamento do concurso. Além disso, os vencedores de edições anteriores não poderão se candidatar.

São 11 anos de Prêmio Sesc, onde já foram premiados 19 escritores. Na última edição, os livros vencedores foram: o romance “Enquanto Deus não está olhando”, da jornalista Débora Ferraz e o livro de contos “Parafilias”, do bancário Alexandre Marques. “Recomendo o Prêmio a quem sonha em ser escritor. Sou a prova de que é possível. Sou uma escritora paraibana, longe dos centros editoriais e hoje vejo meu livro em livrarias do Brasil todo.

Para mais informações acesse o site oficial do Sesc e veja como se inscrever na premiação.

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E por falar em divulgação, a blogueira Letícia Iarossi lançou a campanha #euamonacional, em prol aos autores brasileiros e rumo a valorização a literatura nacional. Para saber mais acesse o blog dela e não esqueça de compartilhar hastag da campanha quando fores compartilhar algo de se autor favorito.

Por: Patrícia Visconti