Cantinho Literário

Cordel: a literatura que conta história

A literatura de cordel, teve origem em Portugal, em que artistas apresentavam suas obras em Cordel, uma espécie de um barbante, pendurado como um varal, em que os artistas expõem suas obras como receitas, folhinhas, calendários, texto teatro popular, poesias,gravuras, cantigas e qualquer outra forma de manifestação cultural.


Está literatura, não é de grande soberania, pois é feito por artistas que com pouco recurso financeiro e dessa forma, os mesmo puderam expor seus trabalhos e divulgar a literatura de cordel.

No Brasil esse conceito é recente, comparando a força que há em Portugal, mas é aceito por grande parte da população brasileira, principalmente no nordeste.

A literatura de cordel no Brasil, é de bastante vista nas regiões do Nordeste e algumas cidades do Sul, mas o Nordeste, por haver pouca iniciativa do governo e de empresas privadas com a cultura(em verdade em todas as regiões há pouca iniciativa com a cultura),os mesmo se reúnem e fazem suas exposições sobre suas obras, para mostrar a todos a importância da literatura e também da origem dela no Brasil, já que o país começou sua imigração pelo nordeste.

O pioneiro da literatura de Cordel foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918), ele era paraibano de Pombal, e ele mesmo escrevia, editava, imprimia e comercializava suas obras, que isso ainda continua com a grande maioria que faz esse tipo de literatura, pois o recurso financeiro, dos artistas ainda continua baixo.

O cordelista João Gomes de Sá, professor, poeta e “oficineiro” sobre cordel, fala sobre a literatura de Cordel atualmente no país,”essa manifestação literária rimada e metrificada que reaproveita os diversos temas da tradição oral, gradativamente assegura espaço nas universidades (é tema no vestibular), nas bibliotecas, centros culturais, nas faculdades, escolas públicas e particulares por conta da sua diversidade temática privilegiando os contos de encantamento até os fatos contemporâneos sociopolíticos.”

A literatura de cordel é a expressão mas explícita de cultura popular, pois nela há diversas formas de aprender sobre a história do país, estudando em universidades, bibliotecas e afins renomados, mas sem perder a originalidade da essência da cultura, pois quando se vê uma literatura em que sua origem é guardada, o público que lê, pode sentir o que é viver o popular, mesmo a pessoa sendo de classe nobre e a literatura de cordel transmite essa popularidade ao leitor.

E para quem quiser conhecer mais sobre a literatura de cordel, segue abaixo algumas dicas sobre essa literatura.

O Pavão Misterioso – José Camelo de Melo Rezende – Editora Luzeiro
O Cachorro dos Mortos – Leandro Gomes de Barros – Editora Luzeiro
Zezinho e Mariquinha – Silvino Pirauá de Lima – Editora Luzeiro
Dimas, o bom Ladrão – Francisco das Chagas Batista – Editora Luzeiro
A História da Donzela Teodora – Leandro Gomes de Barros – Editora Luzeiro
Juvenal e o Dragão – Leandro Gomes de Barros – Editora Luzeiro
www.editoraluzeiro.com.br (11) 5589-1800 Cordel tradicional SP/SP
www.editoranovaalexandria.com.br – coleção clássicos em cordel SP/SP
tupynanquim_editora@ibest.com.br – (85) 3217-2891 Fortaleza/CE.
Confira, logo abaixo, o escritor João Gomes Sá, falando um pouco sobre a literatura de cordel, na 4ª Feira do livro de Santa Cruz.

Bom, agora que você já conhece um pouco sobre a literatura de cordel, aproveite para conhecer essa literatura tão rica da cultura popular brasileira, pois através dela você conhece a verdadeira história do Brasil.
Este é o João!
Contatos de João Gome de Sá:
PS: AQUI É CORINTHIANS, MANO… 
NÓIS É PENTA!

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O site Pick The Brain publicou uma lista de como os clássicos podem expandir sua mente.
Claro que esses são os motivos do autor desse blog acima (Pick The Brain) – eu tenho outros e você também deve ter os seus.
Confira abaixo o TOP 10 das vantagens de se ler um livro clássico da literatura.. 😉


1. Aumente seu vocabulário: muitas palavras usadas em livros antigos não são comuns hoje em dia. Um vocabulário maior dá a você mais ferramentas para se expressar melhor, ainda que prefira usar as palavras cotidianas.

2. Melhore sua redação: ao ler, ainda que inconscientemente – isto é, sem que você precise se preocupar com isso -, você absorve um pouco do estilo do autor.

3. Melhore seu modo de falar: você agora terá um vocabulário melhor, uma redação melhor e, portanto, articula melhor os pensamentos. Se articula melhor o pensamento, articula melhor a fala.

4. Tenha novas idéias: os clássicos, por definição, vem do passado, mas – ora – todo mundo está lendo os mesmos blogs, os mesmos best-sellers e as mesmas porcarias escritas no mês passado. As idéias contidas em um clássico são antigas, mas muitas vezes estão esquecidas. Um leitor criativo e crítico, saberá dar o verniz de originalidade e contemporaneidade a elas.

5. Tenha perscpectiva histórica: o que é bom hoje, pode ser esquecido amanhã. Mas há uma razão para os clássicos terem permanecido tanto tempo por aí. Não dependa tanto da crista da onda.

6. Divirta-se: não deixe que a linguagem antiga seja uma barreira. O melhor motivo para ler um livro é diversão. Há quem discorde, mas – para mim – as outras razões vêm depois.

7. Sofisticação: nada mais fútil do que ler pensando apenas em enriquecer sua conversação com alguma citação esnobe, mas, enfim, se é o seu caso, nada como tirar da manga aquela frase famosa de Dom Quixote para arrematar um argumento.

8. Ser mais seletivo: com o tempo você vai deixar de querer qualquer livro ruim. Por que perder tempo com porcarias, ou apostá-lo no incerto, se você já sabe o que é bom para você?

9. Desenvolva uma voz distinta: se você lê blogs demais e clássicos de menos, tem desperdiçado a chance de ter um estilo que se destaque em relação ao de outras pessoas que trabalham com a palavra escrita.

10. Aprenda idéias atemporais: existe uma crença errônea de que o novo é sempre melhor que o antigo e de que as idéias passadas não são aplicáveis ao presente. Muitas vezes, a novidade não passa da deturpação da antigüidade. Ao ler os clássicos, você entra em contato com conhecimentos que estão de acordo com aqueles que os criaram, sem que nada tenha sido suprimido, acrescentado ou alterado.

Agora que você já sabe as vantagens de ler clássicos da literatura, pegue seu Dom Casmurro e vai enrriquecer seu vocabulário, pois
não há nada melhor que um bom livro para você enrriquecer sua redação, suas ideias, seu modo de falar e claro além de de se divertir
com o livro, pois ele sim é um grande amigo das pessoas, porque só com a leitura você chega além do infinito.

Bom é isso e desculpa que não fiz a matéria sobre a Literatura de Cordel, mas estou totalmente sem cabeça pra pensar em nada, já está tudo pronto, logo publico por aqui.
Prometo que até está semana já monto a matéria e no próximo Cantinho Literário,  para vocês saberem mais sobre está literatura, simples, mas que tem seu requinte!

Boa leitura e curta sempre um bom livro, pois só ele pode fazer você crescer na vida!
Por: @pii_littrell

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Hey pessoal, tudo bem?

Ok  que estamos atrasada para o post sobre literatura, já que até a nossa estagiária @marciamartins13 já publicou seu artigo sobre tecnologia, mas o que vale é a intenção, por isso, apesar de atrasado, vamos falar sobre literatura.
No mundo inteiro existem diversos autores e escritores autorais, que por alguma motivo pessoal ou burocrático não puderam promover seus trabalhos perante a mídia. E levando para este segmento, uma galera resolver dar apoio para esses autores, foi criado o ‘Texto de Garagem‘.
Um blog coletivo, para que os autores autorais possam expressar seus pensamentos, independendo qual é o gênero de dissertação.
Confira um pouco da alma desses poetas undergrounds e curta bastante, e para quem tiver interesse em ser colaborador do TDG, basta entrar em contato com a galera para enviar suas produções.
É isso ai, espero que tenham curtido e até semana que vem.
Até mais …

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Embora poucas pessoas sabem, mas dia 29 de Outubro é comemorado o dia nacional do livro, essa data foi escolhida, porque a Biblioteca Nacional fundada neste mesmo dia, que no memso ano o rei D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil.

O primeiro livro publicado aqui foi “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.

Vamos aproveitar esse dia tão especial para nós amantes da literatura e pegar muitos livros na biblioteca e comemorar apreciando com seus livros nas mãos e lendo muito, pois a leitura é a fonte de vida de nossos intelectos, pois quem o verdadeiro leitor não é aquele que lê diversos livros em um ano e não compreende nada, mas sim o leitor de verdade é aquele que poucos livros no ano, mas consegue entrar na história e viver sentir ela até a fim do livro.

Pois amar a literatura é saber dar valor não só a um livro, mas sim a todos que nos rodeiam, até mesmo os livros didáticos e ténicos.

Por isso.. Feliz dia nacional do livro para todos!
Por: @pii_littrell (atrasado, porém postado..)

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Para quem curte está vida em sociedade que sempre há alguém mandando em você, então não pode deixar de ler 1984, que relata a vida de uma pessoa que vive em um mundo aprisionado e que tudo é feito coletivamente, mas sempre sendo observado por autoridades maiores, como na história do livro, esta autoridade é o Estado.
Então, curta uma sinopse do livro abaixo, que relata sobre esta vigilância máxima do “Big Borther” (Grande Irmão)!

1984
Autor: Orwell, George
Editora: Companhia das Letras
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

Sinopse:
Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que ‘só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade – só o poder pelo poder, poder puro.’