[Cantinho Literário] Especial Vinicius de Moraes

Essa semana será uma singela homenagem a Vinicius de Moraes, que aniversariou no mês passado, no dia 19 de Outubro, que neste ano completaria 99 anos de idade de estivesse vivo.
Como na semana passada, publicamos aqui n’ O Barquinho o especial do dia nacional do livro e não pudemos colocar os dois especiais, então nesta semana, fiquem com o eterno ‘Poetinha’, como Tom Jobim o chamava e conheça um pouco de Vinicius abaixo e veja o porque ele foi tão importante na literatura, música e no cotidiano das pessoas.

“Vinicius de Moraes nasceu em 1913 no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário da Prefeitura, poeta e violinista amador, e Lídia Cruz, pianista amadora. Vinícius é o segundo de quatro filhos, Lygia (1911), Laetitia (1916) e Helius (1918).

Mudou-se com a família para o bairro de Botafogo em 1916, onde iniciou os seus estudos na Escola Primária Afrânio Peixoto, onde já demonstrava interesse em escrever poesias. Em 1922, a sua mãe adoeceu e a família de Vinicius mudou-se para a Ilha do Governador, ele e sua irmã Lygia permanecendo com o avô, em Botafogo, para terminar o curso primário.

Vinicius de Moraes ingressou em 1924 no Colégio Santo Inácio, de padres jesuítas, onde passou a cantar no coral e começou a montar pequenas peças de teatro. Três anos mais tarde, tornou-se amigo dos irmãos Haroldo e Paulo Tapajós, com quem começou a fazer suas primeiras composições e a se apresentar em festas de amigos. Em 1929, concluiu o ginásio e no ano seguinte, ingressou na Faculdade de Direito do Catete, hoje integrada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na chamada “Faculdade do Catete”, conheceu e tornou-se amigo do romancista Otavio Faria, que o incentivou na vocação literária. Vinicius de Moraes graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais em 1933.


Três anos depois, obteve o emprego de censor cinematográfico junto ao Ministério da Educação e Saúde. Dois anos mais tarde, Vinicius de Moraes ganhou uma bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford. Em 1941, retornou ao Brasil empregando-se como crítico de cinema no jornal “A Manhã”. Tornou-se também colaborador da revista “Clima” e empregou-se no Instituto dos Bancários.

No ano seguinte, foi reprovado em seu primeiro concurso para o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Em 1943, concorreu novamente e desta vez foi aprovado. Em 1946, assumiu o primeiro posto diplomático como vice-cônsul em Los Angeles. Com a morte do pai, em 1950, Vinicius de Moraes retornou ao Brasil. Nos anos 1950, Vinicius atuou no campo diplomático em Paris e em Roma, onde costumava realizar animados encontros na casa do escritor Sérgio Buarque de Holanda.

No final de 1968 foi afastado da carreira diplomática tendo sido aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional Número Cinco o poeta estava em Portugal, a dar uma série de espetáculos, alguns com Chico Buarque e Nara Leão, quando o regime militar emitiu o AI-5. O motivo apontado para o afastamento foi o seu comportamento boêmio que o impedia de cumprir as suas funções. Vinícius foi anistiado (post-mortem)pela Justiça em 1998. A Câmara dos Deputados brasileira aprovou em Fevereiro de 2010 a promoção póstuma do poeta ao cargo de “ministro de primeira classe” do Ministério dos Negócios Estrangeiros – o equivalente a embaixador, que é o cargo mais alto da carreira diplomática. A lei foi publicada no Diário Oficial do dia 22 de junho de 2010 e recebeu o número 12.265.

Vinicius começou a se tornar prestigiado com sua peça de teatro “Orfeu da Conceição”, em 25 de setembro de 1956. Além da diplomacia, do teatro e dos livros, sua carreira musical começou a deslanchar em meados da década de 1950 – época em que conheceu Tom Jobim (um de seus grandes parceiros) -, quando diversas de suas composições foram gravadas por inúmeros artistas.

Na década seguinte, Vinicius de Moraes viveu um período áureo na MPB, no qual foram gravadas cerca de 60 composições de sua autoria. Foram firmadas parcerias com compositores como Baden Powell, Carlos Lyra e Francis Hime.

Na década de 1970, já consagrado e com um novo parceiro, o violonista Toquinho, Vinicius seguiu lançando álbuns e livros de grande sucesso.


Na noite de 8 de julho de 1980, acertando detalhes com Toquinho sobre as canções do álbum “Arca de Noé”, Vinicius alegou cansaço e que precisava tomar um banho. Na madrugada do dia seguinte Vinicius foi acordado pela empregada, que o encontrara na banheira de casa, com dificuldades para respirar. Toquinho, que estava dormindo, acordou e tentou socorrê-lo, seguido por Gilda Mattoso (última esposa do poeta), mas não houve tempo e Vinicius de Moraes morreu pela manhã.”

Bom é isso ai… esperamos que tenham ‘curtido’ mais um especial aqui do Cantinho Literário, afinal é sempre bom trazer a boa arte para nossa tripulação e se liguem que nas próximas semanas, o Vinícius de Moraes também será tema da ‘Caixa de Som’, com a repórter de música Patricia Visconti.

Boa semana a todos e até mais.

[Cantinho Literário] Dia Nacional do Livro

O dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional do Livro em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional, que ocorreu em 1810. Só a partir de 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil. O primeiro livro publicado aqui foi “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.

O livro é o objeto mais importante na transformação de um indivíduo, pois ao ler um livro, nos evoluímos, desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa e também construímos novos vocabulários em nossas vidas.
Pois se tivermos o hábito da leitura, desde criança, a nossa visão sobre o mundo, se abre, nos emoções se aflora e nossas curiosidades pelas coisas se aguça a cada dia, por cada história lida.
Mas não importa se é história do passado, do presente ou da fantasia, o importante é ler que quisermos, quando quisermos, onde queremos e claro, ler no nosso ritmo, pois cada pessoa tem um ritmo na leitura, algumas leem mais rápido, outras demoram um pouco mais, mas o que importa é ler, pois só quem lê é mais criativo e inteligente.
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E por isso que o Ministério da Cultura, está promovendo desde o mês de Agosto, a campanha “Leia Mais”, que tem como objetivo fomentar e valorizar os hábitos de leitura, além de incentivar o uso das bibliotecas públicas em todo o país, com ênfase em chamar a atenção para a leitura como uma atividade prazerosa e também como um caminho para o crescimento pessoal dos leitores.

 Assista abaixo o vídeo promocional da Campanha “Leia Mais”:

É isso ai pessoal…Boa semana a todos e até segunda-feira que vem com mais literatura aqui n’O BarquinhoPriscila Visconti

Cantinho Literário está em festa no mês de Outubro

Essa semana aqui no Cantinho Literário, será só de festas, pois vamos celebrar este mês de Outubro, o aniversário de grandes nome do jornalismo literário no Brasil. Os aniversariantes ilustres deste mês são: Vinícius de Moraes, Ziraldo e Carlos Drummond!

Vamos começar contando um pouco da história de cada um e depois vocês entenderam porque dessa homenagem de aniversário à eles.


Vinícius de Moraes

Vinicius nasceu em 19 de Outubro de 1913, no Rio de Janeiro, era  diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro e além da literatura, o Poetinha, como era chamado por amigos e conhecidos, também era das áreas da música, teatro e cinema e também apadrinhou nomes importantes como  Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.
Poeta essencialmente lírico, conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida e suas esposas foram, respectivamente: Beatriz Azevedo de Melo (mais conhecida como Tati de Moraes), Regina Pederneiras, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nelita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues Santamaria (a Martita) e Gilda de Queirós Mattoso.


Ziraldo
Ziraldo Alves Pinto, ou apenas Ziraldo ou Zap, como é conhecido, nasceu em Caratinga, Minas Gerais, no dia 24 de outubro de 1932,  é cartunista, chargista, pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho, e é, atualmente, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil.





Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond, nasceu em Itabira, Minas Gerais, no dia 31 de Outubro de 1912, foi um grandes poeta, cartunista e cronista. 
Drummond foi da era modernista e segue a libertação proposta por Mário e Oswald de Andrade, com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo. 
Pois se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.
E é isso ai pessoal… Nós d’O Barquinho, mas especificando o Cantinho Literário, queremos parabenizar estes mestres, que nos influenciam na arte de escrever e criar.
Parabéns Drummond, Vinicius e Ziraldo!!!
Até semana que vem, com mais literatura para vocês.

Maurício de Sousa no Cantinho Literário

Salve salve tripulação d’O Barquinho, estamos começando mais uma semana com muito alto astral aqui em nossa embarcação. 
E nesta vamos partir para um nível mais juvenil da semana passada, que foi o Ziraldo e vamos  falar do pai da turma da Mônica, na verdade só da Mônica, afinal se ele fosse pai de todos da turminha, ele iria ficar de cabelo em pé (hehehe), estamos falando do cartunista Maurício de Sousa.
Quem nunca leu uma história da turma da Mônica, que atire a primeira, como na época das férias, o “Almanacão de Férias”.
Então se liguem ai e conheça um pouco da história do cartunista abaixo.


Filho de Antônio Mauricio de Sousa e de Petronilha Araújo de Sousa, Mauricio de Sousa começou a desenhar cartazes e ilustrações para rádios e jornais de Mogi das Cruzes, onde viveu. 
Procurou emprego em São Paulo, como desenhista, mas só conseguiu uma vaga de repórter policial na Folha da Manhã, passando cinco anos escrevendo esse tipo de reportagem, que ilustrava com desenhos bem aceitos pelos leitores. 
Mauricio de Sousa começou a desenhar histórias em quadrinhos em 18 de julho de 1959, quando uma história do Bidu, sua primeira personagem foi aprovada pelo jornal, com as tiras em quadrinhos com o cãozinho Bidu e seu dono, Franjinha, deram origem aos primeiros personagens conhecidos da era Mônica.
Atualmente Bidu, que é o animal de estimação de Franjinha, participa tanto com seu dono como em historinhas em que é o astro principal, dialogando com outros cães e até com pedras. Bidu é o símbolo da empresa de Mauricio, a Mauricio de Sousa Produções. 
Na revistas Lostinho-Perdidinhos nos Quadrinhos e no primeiro número da revista Saiba Mais, no entanto, é revelado que a primeira criação do Mauricio foi um personagem super-herói chamado “Capitão Picolé”.
Junto dos desenhistas como Gedeone Malagola, Ely Barbosa, Júlio Shimamoto integrou a Associação de Desenhistas de São Paulo (ADESP), a ADESP tinha como bandeira a nacionalização das histórias em quadrinhos, Mauricio de chegou a ser presidente da associação, com a instalação da Ditadura Militar, saiu da associação, alegando que está estava ganhando conotação política.
Em 1963, Mauricio de Sousa cria junto com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, Tia Lenita, a Folhinha de S. Paulo. Sua personagem Mônica foi criada neste ano. Em 1987, passou a ilustrar o recém-criado suplemento infantil d’O Estado de S. Paulo, o Estadinho, que até hoje publica tiras da Turma da Mônica.
Pai de dez filhos (Maurício Spada, Mônica, Magali, Mariângela, Vanda, Valéria, Marina, Mauricio Takeda, Mauro Takeda e Marcelo Pereira), além de criar personagens baseados em seus amigos de infância, Mauricio sempre criou personagens baseados em seus filhos, tais como: Mônica, Magali, Marina, Maria Cebolinha (inspirada na Mariângela), Nimbus (em Mauro), Do Contra (em Mauricio Takeda), Vanda, Valéria e Dr. Spada.
Os quadrinhos de Mauricio de Sousa têm fama internacional, tendo sido adaptados para o cinema, para a televisão e para os vídeo-games, além de terem sido licenciados para comércio em uma série de produtos com a marca das personagens. Há inclusive o parque temático da Turma da Mônica, o Parque da Mônica, localizado em São Paulo. Já existiu também o Parque da Mônica de Curitiba, aberto em 1998 e fechado em 2000 e o do Rio de Janeiro, fechado no início de 2005.
De 1970 quando foi lançada a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares a 1986, as revistas de Mauricio foram publicadas na editora Abril, porém a partir de janeiro de 1987 foram publicadas pela editora Globo, em conjunto com os estúdios Mauricio de Sousa. Após vinte anos de editora Globo, todos os títulos da Turma da Mônica passaram, a partir de janeiro de 2007, para a multinacional Panini, que detinha, na data, os direitos das publicações dos super-heróis da Marvel e DC Comics.
 Recentemente seus personagens mais famosos dos personagens de Maurício de Sousa, Mônica e Cebolinha, anunciaram que irão se casar, o casamento irá acontecer na edição 50 da revista da Turma da Mônica jovem, mas para saber de mais detalhes, só lendo a revista.
Depois de muitas brigas na infância e adolescência, provocando hematomas por um certo coelhinho azul, finalmente eles irão se casar. O casal começou este romance no dia 11 de maio de 2011 e atendendo a pedidos dos fãs, o cartunista e pai da noiva, resolveu unir para sempre Mônica e Cebolinha.
Agora só nos resta aguardar e ver a continuidade da história em quadrinho mais lida em todo o Brasil e no mundo.

Para mais informações acesse o site oficial do Maurício de Sousa e também da turma da Mônica Jovem.

É isso ai pessoal, até semana que vem com mais literatura aqui no OBC.

Cantinho Literário na onda das crianças

Salve salve tripulação… 
Depois da ressaca de eleição, nós d’O Barquinho temos um super especial de dia das crianças por aqui.
Sim sim… Nesta semana, a nossa embarcação será tomada pela criançada e cada dia terá um texto novo para as crianças e também para quem ainda mantem o espírito infantil, afinal, quem deixa a criança interior ir embora, é porque não teve uma infância saudável e verdadeira.
Mas começando esta semana ‘fuzaca’, vamos invadir o mundo literário com o grande mestre da literatura infanto-juvenil, ele é o pai do pequeno Menino Maluquinho, um aprendiz de uma professora muito maluquinha e anda com a Turma do Pererê, o especial semana da criança aqui no nosso Cantinho Literário, é com ele o grande Ziraldo. 
Ziraldo Alves Pinto de Caratinga, 24 de outubro de 1932, é um cartunista, chargista, pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho, e atualmente, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil. Ziraldo é irmão do também desenhista, cartunista, jornalista e escritor Zélio Alves Pinto e também de Ziralzi Alves Pinto e pai da cineasta Daniela Thomas e do compositor Antonio Pinto.
O escritor e jornalista, se formou em Direito, no ano de 1957, mas suas veias jornalísticas já se manisfestavam com apenas seis anos de idade, quando teve um desenho publicado na Folha de Minas.
Ziraldo já trabalhou em diversos veículos de comunicação como, a Folha de Minas (1954) com uma coluna dedicada ao humor, na revista O Cruzeiro (1957), Jornal do Brasil (1963), entre outras mídias.
No ano de 1960, lançou a primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor, Turma do Pererê, que também foi a primeira história em quadrinhos a cores totalmente produzida no Brasil, embora tenha alcançado uma das maiores tiragens da época, Turma do Pererê foi cancelada em 1964, logo após o início do regime militar no Brasil. Nos anos 70, a Editora Abril relançou a revista, desta vez, porém, sem o sucesso inicial.
Em 1969, Ziraldo recebeu o “Nobel” Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e também o prêmio Merghantealler, principal premiação da imprensa livre da América Latina.
Foi fundador e posteriormente diretor do periódico O Pasquim, tabloide de oposição ao regime militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do AI-5.
Em 1980, lançou o livro “O Menino Maluquinho”, seu maior sucesso editorial, o qual foi mais tarde adaptado na televisão e no cinema.
Incansável, Ziraldo ainda colabora em diversas publicações, e está sempre envolvido em novas iniciativas. Uma das mais recentes foi a “Revista Bundas”, uma publicação de humor sobre o cotidiano que faz uma brincadeira com a revista “Caras”, esta, voltada para o dia a dia de festas e ostentação da elite brasileira. Ziraldo foi também o fundador da revista “A Palavra” em 1999.
Ilustrações de Ziraldo já figuraram em publicações internacionais como as revistas Private Eye da Inglaterra, Plexus da França e Mad, dos Estados Unidos.
Desde o ano de 2000 participa da “Oficina do Texto”, maior iniciativa de coautoria de livros do Mundo, Criada por Samuel Ferrari Lago então diretor do Portal Educacional, onde já ilustrou histórias que ganharam textos de alunos de escolas do Brasil todo, totalizando aproximadamente 1 milhão de diferentes obras editadas em coautoria com igual número de crianças.
E aí curtiram um pouco da história de Ziraldo? Esperamos que sim, pois com certeza ele foi ou é uma grande inspiração para muitas pessoas, seja na área de humor, jornalismo, desenhos ou então por sua imaginação inacreditável que contagia adultos e crianças.
Para mais informações sobre o Ziraldo, acesse seus endereços da WEB e veja suas maravilhosas e criativas ideias.
Mas é isso ai tripulação, a semana da criança aqui n’O Barquinho, só está começando, então não percam este especial, pois a cada dia terá algo incrível e mágico por aqui, pois o nosso barco nesta semana terá muita imaginação e magia, então bom divertimento a todos…
Boa semana e até a segunda-feira que vem com mais Cantinho Literário