Sabe aquela fase da vida onde tudo está dando errado e a única coisa que você quer é pegar uma mochila, jogar nas costas e sair rumo a sei lá onde?
Pois bem, é isso que Cheryl Strayed fez após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, onde fez com que nossa protagonista decidisse mudar e investir em nova vida, junto com a natureza selvagem.
E para dar essa reviravolta em sua vida, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do pacífico. Uma história dirigida pelo mesmo diretor do premiado Clube de Compras Dallas (2013), Jean – Marc Vallée e tendo como intérprete principal, a atriz indicada ao Oscar 2015, Reese Whitherspoon.
O filme estreou no mês passado, e foi baseado no livro “Livre – A jornada de uma mulher em busca do recomeço” escrito por Cheryl Strayed.
Ficha técnica: “Livre” – (Wild)
Gênero: Drama, Biografia.
Censura: 16 anos.
Direção: Jean – Marc Vallée.
Elenco: Reese Witherspoon, Gaby Hoffmann e Laura Dern.
País de origem: EUA ( 2014)
Tempo de duração: 118 MINUTOS.
Há 14 anos atrás falecia um dos ícones mais irreverentes da música popular brasileira, com voz rouca e seu jeito moleca de ser, Cássia Eller deixou mais que um legado na música, mas também para a sociedade.
Teve sua pré-estreia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com estreia nacional no dia 29 de janeiro de 2015. Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, o documentário que traz um pouco sobre a vida e a obra dessa grande artista, que apesar de ser tímida por trás dos palcos, tinha uma força gigantesca e inquieta em suas performances dentro dele.
Cássia Eller foi um grande marco da MPB no final da década de 80 e nos anos 90, que teve sua carreira interrompida em 2001, aos 39 anos, após sua morte precoce decorrente de um infarto repentino no coração.
Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico. Além de depoimentos de nomes de suma importância da música nacional, como Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Zélia Duncan, entre outros, além da própria Cássia.
Quem não conhece os Backstreet Boys, a maior boy band que já existiu nos últimos 20 anos, e uma das bandas pop mais lembradas dos últimos tempos?
A banda já tem 20 anos de carreira, sempre com êxito e prestigio, apesar do “recalque” ignorar tamanha estrela que brilha em cima dos BSB.
Após uma turnê mega especial – a “In a World Like This Tour”, que deve passar pelo Brasil no terceiro trimestre de 2015 – com o retorno de Kevin Richardson, o grupo invadiu as telonas, com o documentário “Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made”, que traz imagens dos meninos desde início até os tempos atuais, passando por cada fase da banda, das boas, as melhores e até mesmo, as ruins.
O filme estreia nos cinemas nos Estados Unidos e Canadá no dia 30 de janeiro, e no mundo inteiro, 26 de fevereiro, exceto na América Latina que estreará apenas em março de 2015.
Mas, para os fãs que não se aguentarem se ansiedade e forem clientes da iTunes, poderão assistir o documentário na íntegra através na loja virtual da Apple.
Mais um ano chega ao fim, um ano cheio de acontecimentos por todo o país, revelações, novidades e claro, muita cultura, para todos os gostos e estilos. Além de alguns percalços na cena da música, cinema, literatura em todo o mundo.
O ano que passou foi um ano repleto de singularidades culturais, e nossa embarcação tentou reuni-las todas ou pelo menos as melhores em nosso barco.
Música, cinema, teatro, literatura, eventos de suma importância promocional na cultura, entre elas a Bienal do Livro, a primeira Comic Con no Brasil, a 31ª Bienal de Arte, entre as exposições imperdíveis como dos 20 anos do Castelo Rá-Tim-Bum, David Bowie, Ron Mueck, Dalí, tantas outras que aconteceram e muitas que ainda estão rolando pela cidade e pelo país. Foram diversas atrações artísticas e culturais, até mesmo na rua os artistas puderam mostrar mais suas atividades, coletivos mostraram sua força, e foram para as ruas propagar a nova arte que surge nas metrópoles.
E nós d’O Barquinho Cultural como já de práxis em todo o fim do ano, fechamos o ano com o que melhor passou em nossa embarcação. Shows, espetáculos, cinema, música, todo mundo junto e misturado, principalmente quando o foco é o lado B da cultura pop da atualidade.
Então, fique ligados, pois vocês verão os melhores selecionados pela nossa redação. Afinal, é assim que começa, um dia você é o TOP do alternativo, amanhã é o maioral do mundo.
Esses foram os artistas, eventos e projetos que mais se destacaram aqui n’O Barquinho Cultural, que visa sempre buscar novas facetas de um nicho tão amplo na sociedade, que é a cultura pop, principalmente aquela que está apenas nos veículos alternativos ou então, nas ruas e becos das grandes cidades, mostrando que nem sempre o que a grande mídia despeja sobre nós é o melhor a ser digerido.
Esperamos que no próximo ano que irá adentar possamos descobrir um novo mundo cultural, propagando cada vez mais o novo e original, algo tão preciso e eficaz nos tempos atuais.
Um feliz ano novo e muita arte, cultura e entretenimentos para todos nós! Staff OBC
Pois bem, é isso que o diretor, produtor e roteirista Almir Correia decifrou ao produzir a animação “Matando Cachorro”.
A animação até lembra um pouco aquelas produções do Cartoon Network, como “Coragem – O cão covarde” ou a “Vaca e o Frango”, com a diferença de que a criação é nacional, e mais direcionado a rotina do dia-a-dia.
O curitibano e fundador da Zoom Elefante Produção, uma produtora independente que produz conteúdo original audiovisual como: Animações, documentários, videos experimentais, curta e longa metragens, séries para web entre outros.
A animação em destaque é curta, contêm menos de três minutos e teaser nem 1 minuto, mas suas cores vibrantes e seus efeitos de rotação, mostram quão o simples chama atenção, para apresentar algo corriqueiro. Mostrando que as grandes ideias surgem dos momentos mais inoportunos, transformando-as em momentos únicos.
Assista abaixo o teaser de “Matando Cachorro”:
Em breve bateremos um papo com o produtor desta animação, Almir Correia. Contando-nos um pouco sobre essa criação, e também sobre sua carreira e obras já produzidas.