No final do mês de Abril a banda paulistana de hard core, CPM 22lançou o sétimo álbum da carreira da banda, “Suor e Sacrifício“, um disco que reflete muito quem são os garotos em suma, mostrando coesão e fidelidade ao estilo principal da banda. Com letras um pouco mais sutis de compactos anteriores, mas mantendo o estilo do CPM, falando de assuntos do cotidiano, companheirismo, amizade e compaixão, buscando sempre adequar as reais situações vivenciadas pelos integrantes e transmitida aos fãs em plena harmonia peculiar e particular, aonde a simplicidade é a peça chave, somando com batidas ímpares e letras marcantes inerentes da banda. Continuar lendo “[Caixa de Som] CPM 22 apresenta o novo trabalho autoral e inedito na capital paulista no próximo sábado”→
Formada há 13 anos atrás, a banda Sociedade Forte, Atitude Consciente – S.F.A.C. – regressa após um hiato de quase 10 anos, com um álbum novo, novos projetos, formação, mas com a mesma ideologia e influência Hardcore e punk rock. Em seu repertório uma busca incessante e árdua dentro da cena alternativa, a fim de alcançar o reconhecimento com suas letras que remetem o cotidiano, posicionamento político, apresentando assim o real significado do nome da banda, sempre com atitude e consciência, remetendo também isso em cima do palco. Continuar lendo “[Caixa de Som] S.F.A.C. traz atitude e consciência a cena alternativa do hardcore e punk rock nacional”→
Há mais ou menos uns dois anos atrás, o brasileiro Sergio Ugeda e australiano Steve McIver faziam sua primeira apresentação juntos, e posteriormente Mark Pascoal uniu-se a dupla para fazer percussão e dar mais harmonia a banda, e desde então projetaram suas carreiras em parceria e criaram sua própria identidade, formando a banda “Rebate”.
O som soa hardcore, folk e muito rock n’ roll, com composições próprias, a banda canta sua verdadeira essência, somada a vasta experiência que ambos os músicos já possuem e as influências particulares de cada um dos integrantes.
Foto: Barbara Scheler
Sérgio Ugeda foi integrante de um sem-número de projetos e bandas paulistanas (Diagonal, Vurla, Debate, outras) com apresentações dentro e fora do Brasil e foi colaborador com artistas como Damo Suzuki (CAN), Tony da Gatorra e Kyp Malone (Rain Machine/TV on the Radio).
Steve Mciver é um expert no uso do slide e pratica há anos um estilo inspirado em blues e improvisação livre que encontra nos ritmos quebrados e composições fragmentada por Ugeda uma sonoridade repleta de impacto, ritmo e energia embora (geralmente) tudo seja acústico apenas com uma craviola e um dobro resonator.
Mark Paschoal é baterista, compositor e produtor musical com especial estudo da percussão andina. Ministrou aulas e Workshops de música nas cidades de Arequipa e Trujillo na República do Peru onde também se apresentou ao vivo na TV Peruana H-TV (2006) ao lado de Davi Silva e Tachi Lucan. Entre tours, participações especiais e sessões de gravação Mark já dividiu palcos, estúdios e cozinhas com Jair Naves, Eletrofan, Hierofante Púrpura, Os Estrangeiros, Os Relpis, Landau, Bigster, Fred Gomes, Lucas Milani, Johnny Sue, Labirinto, n0x3o entre outras aventuras pela estrada torta da música.
Uma banda que visa bastante a instrumentalização da música e a afinação dos instrumentos, mas estão sempre conectados com a letra e melodia de cada canção, enriquecendo e ofertando aos seus ouvintes uma nova faceta do rock nacional.
Confira abaixo o primeiro videoclipe “Catira”, do novo projeto que deve ser lançado em breve:
Para conhecer mais sobre a Rebate acesse: Facebook
Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.
E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.
Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.
O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.
A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.
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