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Next Gen – A nova produção da Netflix mostra a amizade verdadeira entre uma garota e um robô

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Hoje é dia da sétima arte aqui na nossa embarcação, então vamos falar de alguns lançamentos bons, que merecem ser falado por aqui e nem no cinema foi lançado, pois o filme que falaremos hoje, estreou na última sexta-feira (07), na Netflix, super acessível para todos e não precisa gastar com a pipoca e o refrigerante, pois pode assistir onde quiser e no conforto do lar.

O filme da vez é uma animação com ficção-científica chinês-americano, dirigido por Kevin R. Adams e Joe Ksander, trata-se da película, Next Gen. Continuar lendo Next Gen – A nova produção da Netflix mostra a amizade verdadeira entre uma garota e um robô

[Cyber Cult] Simon – O robô que conversa com os humanos

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Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, Chrystal Chao e Andrea Thomaz, criaram um robô, batizado de Simon, que se comunica com os seres humanos. Afinal, com o mundo cada vez mais tecnológico, em que tudo em nossa volta é monitorada por câmera, máquinas e em que a comunicação humana está cada vez mais escassa, por quê não conversar com um robô?

Simon recebeu uma inteligência artificial, chamado Candence, que permite que ele entenda todo o conceito de falar em turnos quando se está conversando, pois há dois padrões de conversa, o ativo e o passivo, no ativo ele é mais extrovertido, fala alto e interrompe mais as pessoas com quem está falando. Já no passivo ele é mais introspectivo e permite que o interlocutor fale mais.

Além do mais, o robô fica com a fala do sere humano, que conversar, inclusive mudando o tópico de uma conversa, que de repente pode ser interrompido pelo interlocutor.

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Assista abaixo um vídeo do robô Simon:

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] Projeto MOPRI: Poetizando a realidade e somando qualidade

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Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.

E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.

Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.

O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.

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A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.

Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Banda Vexus: Superar os obstáculos é alcançar a independência

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Todos sabemos a cena independente não é um caminho fácil para trilhar, há sempre os percausos durante percorrer, e muita gente querendo se dar bem as custas do talento alheio. Todavia, aqueles que conseguem ganhar destaque neste meio, sabe sobre essas controvérsias, e aprende a levantar e superar as dificuldades e obstáculos que aparecem.

Como a banda paulistana “Vexus”, que o próprio nome já diz tudo sobre superações, já que o significado é uma variação do verbo “vexar”, originário da palavra “vexare” de origem latina, com o significado de “superar todos os obstáculos”.

A banda está junto há 12 anos, com influências de grupos renomadas10306396_655040777907417_2627348280648724406_n da cena pop e rock nacional e internacional, como Bon Jovi, Metallica, Live, Iron Maiden, Nickelback, RPM, Capital Inicial, Roupa Nova, Legiao Urbana, entre outros, eles estão lançando seu segundo álbum de inéditas, totalmente autoral.

Intitulado “Novo Tempo”, o disco foi produzido por Tito Falashi, e traz canções que remetem ao cotidiano, relacionamentos, amores e amizade, com letras fortemente relacionadas a conscientização social e humana, muita escassa em muitas músicas hoje em dia.

A Vexus é formada pelos músicos Marcelo Bachega (vocalista) e Valter Dream (baterista), ambos fundadores da banda, contam ainda com Maestro Carlos Henrique Ferreira (guitarras e violões) desde meados de 2009 e recentemente com Jui (baixo).

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Confira abaixo um pouco do som da Vexus, e curta um pouco do pop-rock alternativo e original, que ultimamente apenas encontramos no cenário independente.

Para mais informações sobre a banda, ou para ouvir o novo compacto na íntegra, acesse o site oficial da Vexus.

Por: Patrícia Visconti