
Há duas décadas atrás, o Brasil perdia não apenas uma banda de rock, mas um grupo de rapazes que fizeram a diferença na música popular brasileira, em pouco menos de um ano, os Mamonas Assassinas mostraram que carisma, letras fácies e amor, faz toda discrepância para o êxito eterno e por gerações.
Os Mamonas Assassinas começou oficialmente em junho de 1995, quando foi lançado o primeiro compacto, homônimo o nome da banda.
Formado pelos músicos, Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Samuel Reoli e Sérgio Reoli, todos residentes da cidade metropolitana de Guarulhos. Lugar onde conheceram o produtor musical Rick Bonadio, e fez com que o som dos Mamonas propagasse por todo o território nacional e também, internacional. Todavia, até antes os Mamonas Assassinas não existiam, foi após a gravação de “Pelados em Santos” e “Robocop Gay”, que fizeram mudar o perfil do grupo e transforma-los não só em mais uma banda de rock, como tantas que já sucedem, mas algo épico e excepcional, conquistando fãs mesmo após seu término trágico.
Sim, trágico pois em 2 de março de 1996, um acidente de avião na Serra da Cantareira ocasionou na morte cruel de todos os integrantes do grupo, trucidando e encerrando a carreira meteora de um das maiores bandas na história da música brasileira, que vendeu mais de três milhões de cópias em todo o país, com discos de diamante, ouro, platina e platina dupla, sendo um sucesso exorbitante para uma banda que apenas lançou um único álbum, mas no tempo certo para marcar, apesar do curto período, marcar por décadas e por gerações.
Por: Patrícia Visconti







A cantora, compositora e instrumentista lançou no dia 30 de janeiro de 2016 seu novo EP, “Free”. Que traz o single homônimo ao compacto, e apresenta uma canção bem intima, mas que qualquer apaixonado pela sua liberdade irá se identificar. A letra foi composta pela própria artista, assim como os arranjos, que traz sua voz doce e marcante em cada estrofe, mostrando que mesmo após algumas decepções a vida pode prosseguir feliz e em paz.

Esse material conta com cinco faixas exclusivas assinada pelos integrantes, e traz um rock pop moderno e com letras todas em português, com uma convicção ímpar, os músicos entraram em estúdio sabendo o queriam e o que eles seus fãs queriam ouvir. A produção leva assinatura de Pedro Ramos, guitarrista da banda Supercombo e foi gravado no estúdio Gritaria Mix & Master, em São Paulo.
