[Cantinho Literário] Mel Duarte lança o livro “Negra Nua Crua”

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Integrante do coletivo Poetas Ambulantes e participando do Slam das Minas, a ativista e produtora cultural Mel Duarte lançará o livro “Negra Nua e Crua” no espaço Casa da Goiaba, localizado na Barra Funda.

O evento acontecerá no próximo dia 17 (domingo), realizado pelo projeto Slam das Minas, que é um movimento realizado para inserir as mulheres no cenário da literatura, principalmente em saraus, em que ainda hoje é composto majoritariamente por homens.

944863_596825800476530_1041567644214436773_n“O Slam das Minas-SP é uma batalha de poesias. E por circularmos nessas batalhas a alguns anos sentimos que já estava na hora em criar um espaço apenas para as minas, principalmente para as que não se sentem a vontade em batalhar nos Slams mais frequentados.

O Slam das Minas SP é uma extensão do Slam das Minas- DF quando descobrimos o movimento delas trocamos muitas ideias e decidimos iniciar aqui também”, disse a escritora Mel Duarte, explicando o que é o projeto Slam das Minas.

2Em 2013 a autora, formada em Comunicação Social lançou o primeiro livro entitulado “Fragmentos Dispersos”, e desde então começou a pensar no desenvolvimento do próximo livro.

No segundo livro “NNC”, traz à tona os anseios e reivindicações de Mel, sendo a poesia arma para ganhar voz nos desafios cotidianos de ser uma mulher e negra vivendo nos dias atuais.

A idealização teve do livro teve inicio em 2015, quando Mel passou a agrupar poesias que tinha desejo de publicar e também passou a escrever outras por conta da proposta do livro.

A autora explica os significados para o titulo do livro: Negra fala respeito do meu posicionamento como mulher negra nessa sociedade, trabalha a autoestima das irmãs pretas e consecutivamente a minha.

Nua trabalha as poesias sensuais, eróticas e de amor. E por fim crua trata-se das minhas “viagens” desde questões espirituais até questionamento sobre politica, machismo e politica.

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Para Mel Duarte a poesia como ferramenta de empoderamento feminino negro é como grito de liberdade para as manas. “Temos varias inquietações borbulhando na mente e aprender a organiza-las em palavras é um exercício que te leva a pensar”, e continua “quando eu comecei a escrever nem sabia a existência da palavra empoderamento,  agora vejo como um caminho acessível. No papel cabe tudo que transborda no peito, assim me descobri e achei algo para me dedicar”, ressalva.

O espaço na literatura para mulheres ainda é sexista segundo Mel, mas acredita na quebra desse paradigma pela nossa geração. “As mulheres sempre escreveram, sempre estiveram na linha de frente, mas vivemos em uma sociedade que “inviabiliza” diariamente, na literatura não é diferente”, pontua Mel.

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A escritora ainda relata ter crescido sem nenhuma referência no ambiente escolar ou circulo social. “Hoje estamos notoriamente tomando nosso espaço de fala e quando não ele não existe, nós criamos”, enfatiza.

Haverá no dia do lançamento o pocket show da cantora Bia Doxum, com letras de teor critico embaladas pelo rap de autoria dela.

Negra nua crua
Autora: Mel Duarte
Editora: ljumaa
Número de páginas: 76
Arte gráfica por: Nina Viera
Fotografia por: Muriel Xavier
Valor: R$ 20,00

Mais informações sobre a escritora Mel Duarte
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Serviço
Slam das Minas e lançamento do livro
Local: Rua Marta, 115 – Barra Funda, São Paulo, SP.
Data: 15/04
Hora: às 16h
Mais informações sobre o lançamento, clique aqui;

Por Gabriela Alves

[Cantinho Literário] “Afogados no Nevoeiro” – O primeiro livro psicótico do escritor Hugo Simões

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Mais uma semana começa e mais um Cantinho Literário abre as portas da cultura por aqui no OBC, tentando trazer o melhor da cultura pop alternativa espalhada pelos becos, vielas e ruas de São Paulo, do Brasil e do mundo, para que nossa tripulação fique por dentro do que está rolando no submundo cultural, que particularmente, está bem melhor que a cultura da massa convencional,  ou seja, aquela que as grandes mídias infectam por ai, defecando em seus computadores, televisões e rádios.

Mas, vamos o que interessa, porque o resto não tem pressa, já dizia Paulo Cintura, da Escolhinha do Professor Raimundo.

Hoje é dia literatura, bebê! E é isso que vamos falar, de um livro, que para quem curte ficção com um pouco de terror, vai curtir essa obra que está na lista dos top seis mais vendidos na Bertrand Online, uma das maiores redes de livrarias de Portugal.

Escritor de Afogados no Nevoeiro, Hugo Simões

O entitulado de “Afogado no Nevoeiro”, do português, nascido em Lisboa, mas que atualmente vive em Nîmes, na França, Hugo Simões. Esse é sua primeira obra literária, que mostra um pouco de como o escritor é, cheio de questões querendo saber o porque das coisas, quem somos e qual a missão de cada um neste mundo, deixando o leitor curioso com a história, querendo ir mais além com com ela.

A história de “Afogados no Nevoeiro” é um thriller psicótico, um gênero da literatura que utiliza suspense, tensão e excitação como principais elementos, que através do terror, o autor consegue segurar o leitor da primeira até a última página, fazendo com que o leva o sentido do questionamento de sua própria existência.

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Não vamos entrar muito na história por não queremos dar nenhum spoiler do livro, mas o acreditamos que o autor dever ter tido um pouco de inspiração no primeiro filme da “Bruxa Blair”, em que alguns jovens estudantes, se perdem na floresta e eles encontram coisas estranhas, como gritos, choro de crianças, entre outros acontecimentos inexplicáveis, além de pilhas de pedras e galhos amarrados em árvores pela caminho.

No livro de Simões, grupo de amigos vão para um abrigo na montanha lutar pela sobrevivência, mas no desenrolar da história, eles veem coisas estranhas que se aproximam da casa onde eles estão.

Foi o que achamos um pouco da história, pelo pouco que lemos, afinal é bom dar uma modificada de gênero, dando vez a publicações de terror com suspense, para prender mais o leitor, mas do que o romance com drama. Não estamos querendo menosprezar os outros gêneros literário, afinal toda obra que prende o leitor, é um bom livro.

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Capa do livro

Confira a sinopse abaixo e veja um pouco de Afogados no Nevoeiro
Quando dois casais de amigos, Patrício e Jéssica e Jimmy e Rita, terminam os cursos superiores, decidem tirar uns dias num abrigo de montanha, para descansar e preparar os novos desafios profissionais que se avizinham. Mas as expectativas de descanso dos jovens depressa de dissipam, à medida que um estranho nevoeiro se vai acercando do abrigo e os vai envolvendo, originando comportamentos estranhos que os levarão ao limite da luta pela sobrevivência. Afogados no Nevoeiro é um thriller psicótico onde, através do horror, o autor agarra do leitor e o leva a questionar o sentido da sua própria existência.

Para quem se interessou e quem conhecer mais sobre a primeira obra de Hugo Simões, confira os endereços abaixo e veja onde comprar o livro, que ainda não achamos  em sites e nem livrarias brasileiras, apenas nas portuguesas, mas esperamos que em breve, venha para o Brasil.

Afogados no Nevoeiro – Fanpage
Hugo Simões – Facebook

Disponível para compra em:
Capital Book | Bertrand Online | Wook

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Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O Oscar 2016 foi marcado por emoções, expectativas e protestos

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A 88ª edição da entrega da Academy Awards, aconteceu no último domingo, 28, em Hollywood, Los Angeles, Califórnia.
Um evento repleto de expectativa, protesto e superação, além de performances exclusivas de grande nomes da música pop da atualidade.

rs_1024x819-160112073250-1024.88th-academy-awards-ChrisRockPR2_rgbNa apresentação o ator e comediante Chris Rock levou seu humor negro para milhões de pessoas que o assistia, e as apostas para melhor ator e atriz, não deixava dúvida a ninguém, assim como de melhor diretor, canção e roteiro original.

Sam Smith mostrou ao público com a canção “Writing’s on the Wall”, tema mais recente de James Bond, “007 contra Spectre”, mas Lady Gaga que emocionou com “It Happens Too You”, levando ao palco vítimas de violência sexual e dando um tapa na cara da sociedade machista, foi escrita pela própria cantora em parceria com Diane Ground para o documentário “The Hunting Ground”.

Já nas categorias técnicas Mad Max dominou as categorias, levando seis prêmios para casa, entre esses estão esdição, mixagem de som, edição de som, direção de arte, figurino e maquiagem, e Divertida Mente, deixando o brasileiro O Menino e o Mundo, sem a almejada estatueta. E por falar em filmes estrangeiros, O Filme de Saul, Lazlo Nemes, arrebatou o Oscar na categoria.

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Alicia Vikander, A Garota Dinamarquesa e Mark Rylance, Ponte dos Espiões, conquistaram o prêmio de melhor atriz e ator coadjuvante. Já láurea para melhor atriz ficou com Brie Larson, de O Quarto e Jack, e o ator, as expectivas da noite foram alcançadas com 7208740-3x2-700x467Leonardo DiCaprio rematando o Oscar de melhor ator em O Regresso, filme que também condicionou o diretor e produtor Alejandro González Iñárritu como melhor diretor e melhor fotografia.

O prêmio mais esperado da noite, não ficou nem com O Regresso e tampouco com Mad Max, mas sim com a história verídica do jornalismo investigativo de Spotlight – Segredos Revelados, levou o prêmio de melhor filme e o melhor filme com o roteiro adaptado ficou com A Grande Aposta.

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Uma premiação onde o glamour esteve presente, mas repulsa contra os preconceitos e divergencias sociais, sexuais e raciais, mostrando que a influência de cada individuo pode ser crucial para transformar e aniquilar a atrocidades mundanas que está acabando com o mundo atual.

Por Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] A luta pela sobrevivência em “O Regresso”, de Michael Punke

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Já que não podemos falar diretamente sobre o Oscar, afinal aqui é a editoria de literatura, mas podemos falar um pouco indiretamente, ou seja, dos livros que foram inspirações aos filmes, que estavam concorrendo ao Oscar 2016, que aconteceu neste domingo, dia 28, em Los Angeles. Como o filme “O Regresso”, que estava concorrendo em 12 categorias e foi baseado no livro, de Michael Punke.

O filme estreou na primeira semana de fevereiro, no dia 4, e teve o ator Leonardo DiCaprio como o protagonista, mas uma pena que não podemos falar da emoção que sentimos ontem ao ver DiCaprio ganhando seu primeiro Oscar e também, levou na categoria de melhor diretor, para o cineasta e produtor mexicano, Alejandro Iñarritu. Mas, sem delongas e vamos focar no livro, afinal somos o Cantinho Literário e não o Cabine da Pipoca… hehe

Também fazia tempo que não falávamos de um livro por aqui, estávamos mais promovendo eventos e nos projetos literários, que também são bem legais e uteis para o nosso Cantinho, mas é sempre bom falar de uma obra literária, e ultimamente são poucos livros bons que viram filmes, como este em questão, que nos chamou bastante atenção.

“O Regresso” é baseado na vida do caçador Hugh Glass, aonde ele foi atacado brutalmente por um urso e abandonado por seus colegas, mas sobreviveu por seu desejo de vingança e pela sua sobrevivência. O caçador Glass, teve ferimentos graves por todo seu corpo, até mesmo no couro cabeludo quase separou seu crânio, cortes muito profundo nas costas e teve sua garganta quase toda aberta pelas garras do animal.

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O livro se refere de como o Hugh Glass superou o ataque pelo urso e sobreviveu pelo longo caminho que percorreu, e por ser deixado por seu grupo de expedição e ter que continuar a caçada sozinho, enfrentando até mesmo um ataque de um animal selvagem e quase ter morrido.

“O Regresso” mostra que por mais dificuldade que passamos, tudo pode ser superado, mesmo que esteja sozinho e seja atacado por animais selvagens, no livro era um urso, mas pode até ser o mosquito da dengue, mas se formos fortes, conseguimos superar tudo.

A narrativa do livro é toda em terceira pessoa, mas a dimensão da vida de Hugh Glass pode sentir como se fosse em primeira, pois é só a vingança de ter sido deixado para trás por seus colegas de expedição e a sua vontade de viver, eram maiores que tudo, então mesmo todo ferido e sozinho aquele homem conseguiu seguir seu caminho.

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Sinopse
Em 1823, os caçadores da Companhia de Peles Montanhas Rochosas desbravavam as terras inexploradas dos Estados Unidos, enfrentando diariamente o clima implacável, as feras selvagens e a ameaça constante de confronto com os índios, que defendiam suas terras da invasão dos homens brancos.

Em uma das missões da companhia, Hugh Glass, um dos melhores e mais experientes caçadores do grupo, fica frente a frente com um urso-cinzento, é atacado e termina gravemente ferido, claramente sem chances de sobreviver. Os homens que deveriam esperar sua morte e lhe oferecer um funeral apropriado o abandonam, levando consigo as armas e os suprimentos.

Entre delírios, Glass os observa fugindo e é tomado por um único desejo: vingança. Uma determinação cega que o torna capaz de atravessar quase cinco mil quilômetros de terras intocadas e selvagens, fugindo de predadores, sobrevivendo à fome e à agonia dos ferimentos mais terríveis, a fim de concluir seu objetivo.

Inspirado em fatos reais e escrito em uma prosa arrebatadora, O Regresso é uma notável história de obsessão, um romance sobre um homem cuja vida foi ao mesmo tempo salva e condenada pela sede de vingança.

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idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 16 x 23
páginas: 272
ano de edição: 2015
edição: 1ª
autor: Michael Punke
tradutor: Maria Carmelita Dias

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Umberto Eco deixa seu legado e livro novo a ser publicado

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Faleceu na última sexta-feira (19), o escritor, filósofo, linguista e bibliófilo italiano, Umberto Eco, aos 84 anos, o escritor morreu em sua casa, em Milão, na Itália, às 22h30 da noite. Eco era titular da cadeira de Semiótica de France da Escola Superior de Ciências Humanas, na Universidade de Bolonha, lecionou em diversas universidades, como as norte-americanas Yale e Havard, na Collège de France e na Universidade de Toronto, além de ser colaborador para diversos veículos acadêmicos, entre eles a revista semanal italiana L’Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas.

nome-da-rosa-umberto-eco-livro-capaSeu livro de mais conhecimento e premiado foi “O Nome da Rosa”, lançado em 1980, lhe dando o Premio Strega, no ano de 1981, este livro foi traduzido para diversos idiomas e abrindo as portas da carreira literária para todo o mundo, sucedendo à outras obras como “O Pêndulo de Foucault”, “A ilha do dia antes”, “Baudolino”, “A misteriosa  chama da rainha Loana” e “O cemitério de Praga”.

No ano de 2010, Umberto Eco, junto com Jean-Claude Carrière, lançou “N’Espérez pas vous Débarrasser des Livres” (“Não Espere se Livrar dos Livros”, publicado aqui no Brasil como “Não contem com o fim do livro”).

um-baronete-das-bibliotecasSeu último livro escrito, será publicado nesta sexta-feira (26), na Itália, na mesma semana, em que será o funeral do escritor, o livro foi entitulado de “Pape Satan Aleppe”, que é um compilado de seus ensaios publicados desde 2000 no semanário italiano “L’Espresso”, ao qual o filósofo contribuía e o título do livro, retoma as palavras iniciais do canto VII do Inferno da Divida Comédia de Dante Alighieri. Este significado misterioso, deu lugar a muitas interpretações, mas para Umberto Eco, a expressão era suficiente para caracterizar a confusão do nosso tempo.

Confira abaixo a biografia de Umberto Eco

Romances

* O nome da rosa (Il nome della rosa, 1980) (Prêmio Médicis, livro estrangeiro na França);
* adaptação cinematográfica de Jean-Jacques Annaud, com Sean Connery e Christian Slater nos papéis principais;
* O Pêndulo de Foucault (livro) (Il pendolo di Foucault,1988);
* A ilha do dia anterior (L’isola del giorno prima, 1994);
* Baudolino (Baudolino, 2000);
* A misteriosa chama da rainha Loana (La misteriosa fiamma della regina Loana 2004);
* O Cemitério de Praga (Il cimitero di Praga), 2011
* O número zero (Numero zero), 2015.

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Ensaios

Obras nas áreas de filosofia, semiótica, linguística, estética traduzidas para a língua portuguesa:

* Obra aberta (1962)
* Diário mínimo (1963)
* Apocalípticos e integrados (1964)
* A definição da arte (1968)
* A estrutura ausente (1968)
* As formas do conteúdo (1971)
* Mentiras que parecem verdades (1972) (coautoria de Marisa Bonazzi)
* O super-homem de massa (1978)
* Lector in fábula (1979)
* A semiotic Landscape. Panorama sémiotique. Proceedings of the Ist Congress of the International Association for Semiotic Studies (1979) (coautoria de Seymour Chatman e Jean-Marie Klinkenberg).
* Viagem na irrealidade cotidiana (1983)
* O conceito de texto (1984)
* Semiótica e filosofia da linguagem (1984)
* Sobre o espelho e outros ensaios (1985)
* Arte e beleza na estética medieval (1987)
* Os limites da interpretação (1990)
* O signo de três (1991*) (coautoria de Thomas A. Sebeok)
* Segundo diário mínimo (1992)
* Interpretação e superinterpretação (1992)
* Seis passeios pelos bosques da ficção (1994)
* Como se faz uma tese (1995*)
* Kant e o ornitorrinco (1997)
* Cinco escritos morais (1997)
* Entre a mentira e a ironia (1998)
* Em que creem os que não creem? (1999*) (coautoria de Carlo Maria Martini)
* A busca da língua perfeita (2001*)
* Sobre a literatura (2002)
* Quase a mesma coisa (2003)
* História da beleza (2004) (direcção)
* La production des signes (2005 em francês)
* Le signe (2005; em francês)
* Storia della Brutezza (2007). Em Portugal, traduzido como História do feio, e, no Brasil, como História da Feiura.
* Dall’albero al labirinto. No Brasil, como Da Árvore ao Labirinto (2007)
* A vertigem das listas (2009)
* Não contem com o fim do livro (2010*) (co-autoria de Jean-Claude Carrière)
* História das Terras e Lugares Lendários (2013)

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Por Priscila Visconti