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“A Regra é Clara” – O novo single da banda PAD

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A banda paulistana de Rock/Pop – PAD lança seu novo single “A Regra é Clara”, parte do projeto O Som tem Cura, lançado em julho de 2018, com exclusividade no programa The Noite, do qual Marcos Kleine integra ao elenco e também, da banda de rock Ultraje a Rigor. Continuar lendo “A Regra é Clara” – O novo single da banda PAD

[Cantinho Literário] Literatura Marginal – A literatura em sua forma simples e popular

L.M-pequeno

A literatura popular, é o conjunto de formas simples da arte verbal do povo, aos autores e seus contributos teóricos, esta literatura também é apresentada com outras denominações: literatura oral, literatura tradicional, etno-literatura ou literatura marginal.

O principal defensor do nome “literatura popular” é, sem dúvida, Viegas Guerreiro, que afirma preferi-lo por ser o de “de mais extenso significado”, já que “cabe nele toda a matéria literária que o povo entende e de que gosta, da sua autoria ou não”.

A denominação de literatura popular, em face da ambiguidade do termo “popular”, tem levantado as objecções de alguns teóricos, como é o caso de Victor Aguiar e Silva, para quem esta literatura exprime, de modo espontâneo e natural, na sua profunda genuinidade.

O espírito nacional de um povo, tal como aparece modelado na particularidade das suas crenças, dos seus valores tradicionais e do seu viver histórico.

Os textos são considerados contos populares, lendas, mitos, provérbios, ditos populares, apodos, adivinhas, lengalengas,
orações, rezas, fórmulas de superstições e de mezinhas, esconjuros, orações com escárnio, pragas, agouros ou profecias, galanteios ou piropos, quadras, autos populares, romanceiros, cancioneiros, excelências, entre outros.

Principais Autores:

No Brasil: Ferréz (Capão pecado), Plínio Marcos (Dois perdidos numa noite suja), Maurício Mirisola (Azul do Filho Morto), Eduardo Alves da Costa (No Caminho com Maiakovsky), Roberto Piva (Paranóia), José Agripino (Panamérica).

No Mundo: Henry Miller, Charles Bukovsky, Ferlinguetti, Pedro Juan Gutiérrez, e o espetacular Venedikt Erofeev, um russo absolutamente marginal, autor de Moscou-Petushky.

Por Priscila Visconti