Recuperar um processo de fundição do gesso é demorado e, muitas vezes, impreciso. A proliferação das impressoras 3D trouxe um benefício inesperado: os dispositivos são perfeitos para criar próteses mais baratas e acessíveis para o público que necessita dos equipamentos. Continuar lendo “[Cyber Cult] A proliferação das próteses produzidas em 3D”→
Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.
Foto por: Anaryá Mantovanelli
Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.
Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.
Para somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.
Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.
Sabe aquela voz que você escuta e marca seu dia, e você fica cantarolando todo ele aquela canção, mesmo escutando apenas uma vez aquela canção? Pois bem, esse é o que o som da cantora e compositora Lauane Ramos, ou simplesmente a Lau apresenta ao cantar.
Um som que permeia pela MPB, Folk e Rock Blues, transcendendo todas as passagens da emoção, envolvendo os ouvintes pela essência urbana, intima e única. Diferente do que as rádios repercutem hoje em dia, onde as músicas são monossílabas e sem sentimento mútuo, apenas para vender e se aparecer.
Atualmente, Lau está se preparando para gravar seu primeiro compacto autoral, onde a artista irá mesclar diferentes sons, ao seu estilo favorito, o Rock n’ Roll.
Mas, enquanto não lança o primeiro projeto de Lau, confira um single “Rosto da Onda”, que a cantora disponibilizou em suas redes na web, para promover e compartilhar um pouco de seu trabalho musical.
Ouça abaixo:
Para conhecer mais sobre o trabalho de Lau, acesse suas redes e veja a efervescência da nova música popular brasileira.
Já que estamos próximos do aniversário de São Paulo, então nada mais justo do que falar de filmes nacionais, de preferência que trazem a capital paulista como plano de fundo aos tramas cinematográficos.
Baseado nisso, traremos uma resenha produzida pelo fotógrafo e colunista do Tela Larga, Pierre Cortes. Assista abaixo a crítica do Pierre:
Sinopse:
Mario Kubo, 35 anos, brasileiro e terceira geração de descendentes de japoneses (sansei), não tem nenhum contato com a cultura de seus avós. Não fala japonês, não segue filosofias orientais e quase não come sushi. Em crise no trabalho e no casamento com Elvira, neta de italianos, Mario não tem filhos nem planos. Totalmente ocidentalizado, o protagonista se depara com um dilema: não se sente brasileiro, muito menos japonês. No entanto, logo após o terremoto de 2011 que assolou o Japão com uma tsunami, Mario recebe uma carta. Toda escrita em ideogramas japoneses, o que o impede de saber seu conteúdo, ele a carrega a todo canto sem saber o motivo. Nesse momento, Mario parece despertar de um longo sono… Pensativo, ele encontra um universo fértil para sua busca de identidade que o levará até Tóquio, no Japão.
Ok, sei que estamos mega atrasados com o post de cinema, mas quer pedir desculpa pela nossa ausência e falta de pauta para ofertar à vocês. Todavia, neste fim de semana caçamos uma ideia que os amantes do suspense e horror irão curtir.
O filme de hoje é a primeira produção venezuelana de terror, e trata-se do longa “La Casa del Fin de los Tiempos” (“A casa do fim dos Tempos” – traduzido para o português), do diretor Alejandro Hidalgo, que foi o ganhador de um concurso organizado pelo Centro Nacional Autônomo de Cinematografia (CNAC), qual ganhou o primeiro prêmio, qual teve sua película financiada pela competição.
A história da trama traz Dulce (Ruddy Rodríguez), uma mãe de família que tem encontros com aparições dentro de sua velha casa, lugar onde acredita-se haver uma grande profecia. Trinta anos depois, Dulce alguns anos mais velha, regressa à casa, onde decifra o mistério e a tragédia daquilo que há atormentado por todos esses anos.
Esse longa têm de surpreender como o primeiro filme de terror venezuelano, mas o curioso do caso é que os cineastas na Venezuela, parecem tomarem gosto pelo gênero, e junto à película de Hidalgo, foram anunciadas outras novas produções de horror que estrearam durante a metade de 2013, como o longa-metragem de Gaspar Mendoz, dirigida por Julián Balam e o segundo de Diego Velasco, autor de “De La Hora Cero”, sobre a legenda colombo-venezuela de “EL Silbón”, alé, do mais, Alejandro Hidalgo também anunciou que está preparando uma sequência do gênero do terror, um projeto que resultará em bons e horripilantes frutos.
E por falar em Hidalgo, ele desde sua juventude e inexperiência, sempre mostrou muita responsabilidade em apresentar seu trailer sobrenatural, trazendo tensão, suspense e fadados de uma eficaz atmosférica, ou nas palavras do próprio Alejandro, se trata de uma obra que está repleta de suspense do principio ao fim, também vem cheia de grandes surpresas e revelações em meio de um drama humano e comoção.
O longa estreou na Venezuela em Junho/2013, todavia não sabe ao certo quando o filme estreia no Brasil, mas enquanto isso, segue abaixo o trailer oficial de “La Casa del Fim de los Tiempos”:
FICHA TÉCNICA
Direção: Alejandro Hidalgo Produção: Alejandro Hidalgo Escrito por: Alejandro Hidalgo Produção executiva: José Ernesto Martínez, César Rivas y Alejandro Hidalgo Direção de fotografia: Cezary Jaworski Direção de arte: Evadne Mullings y Daniela Hinestroza Direção de áudio: Josué Saavedra Edição e montagem: Judilam Goncalves, Miguel Ángel García y Alejandro Hidalgo Projeto de som: Jacinto González y Oscar Bentolila Música original: Yoncarlos Medina Efeitos visuais: Evans Briceño Produção:
Epica Producción, JEMD Films, X Rojo Producciones con el apoyo del CNAC, Coproducción con La Fundación Villa del Cine, Xenón Films e Rodando Films. Com a colaboração de Blue post, Tres, IdearAudio, Espiral Creativo, Chirimoya Films e Navaja Producciones.