[Caixa de Som] Carol Andrade mostra que sorrir é fazer um mundo melhor para se viver

Foto por: Marcos Costa

Foto por: Marcos Costa

Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.

Foto por: Anaryá Mantovanelli

Foto por: Anaryá Mantovanelli

Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.

Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.

197182_465605940158990_1408733591_nPara somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.

Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Lau Ramos traz a efervescência à MPB

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Sabe aquela voz que você escuta e marca seu dia, e você fica cantarolando todo ele aquela canção, mesmo escutando apenas uma vez aquela canção? Pois bem, esse é o que o som da cantora e compositora Lauane Ramos, ou simplesmente a Lau apresenta ao cantar.

10928835_695214987263647_526984045268711238_nUm som que permeia pela MPB, Folk e Rock Blues, transcendendo todas as passagens da emoção, envolvendo os ouvintes pela essência urbana, intima e única. Diferente do que as rádios repercutem hoje em dia, onde as músicas são monossílabas e sem sentimento mútuo, apenas para vender e se aparecer.

Atualmente, Lau está se preparando para gravar seu primeiro compacto autoral, onde a artista irá mesclar diferentes sons, ao seu estilo favorito, o Rock n’ Roll.

Mas, enquanto não lança o primeiro projeto de Lau, confira um single “Rosto da Onda”, que a cantora disponibilizou em suas redes na web, para promover e compartilhar um pouco de seu trabalho musical.

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Ouça abaixo:


Para conhecer mais sobre o trabalho de Lau, acesse suas redes e veja a efervescência da nova música popular brasileira.

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Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “Estação Liberdade” mostra os dilemas de um sansei no Brasil

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Já que estamos próximos do aniversário de São Paulo, então nada mais justo do que falar de filmes nacionais, de preferência que trazem a capital paulista como plano de fundo aos tramas cinematográficos.

Baseado nisso, traremos uma resenha produzida pelo fotógrafo e colunista do Tela Larga, Pierre Cortes. Assista abaixo a crítica do Pierre:

Sinopse:

Mario Kubo, 35 anos, brasileiro e terceira geração de descendentes de japoneses (sansei), não tem nenhum contato com a cultura de seus avós. Não fala japonês, não segue filosofias orientais e quase não come sushi. Em crise no trabalho e no casamento com Elvira, neta de italianos, Mario não tem filhos nem planos. Totalmente ocidentalizado, o protagonista se depara com um dilema: não se sente brasileiro, muito menos japonês. No entanto, logo após o terremoto de 2011 que assolou o Japão com uma tsunami, Mario recebe uma carta. Toda escrita em ideogramas japoneses, o que o impede de saber seu conteúdo, ele a carrega a todo canto sem saber o motivo. Nesse momento, Mario parece despertar de um longo sono… Pensativo, ele encontra um universo fértil para sua busca de identidade que o levará até Tóquio, no Japão.

Por: Pierre Cortes