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Hoje é dia de Rock… Rock Caipira, bebê!

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Nesta semana vamos tocar aqui na nossa Caixa de Som, um estilo de banda um pouco diferente do cotidiano atual, mas que muito comum no cenário independente, que é misturar estilos diferentes, como a banda de rock caipira Moda de Rock, que se apresentou no último final de semana no maior festival de cultura caipira de São Paulo, o Revelando São Paulo 2019, levando a galera, não só o pessoal do sertanejo e country, mas o povo do rock and roll, a curtir uma boa moda de viola no estilo rock de ser. Continuar lendo Hoje é dia de Rock… Rock Caipira, bebê!

[Cyber Cult] Professores e alunos de escola municipal desenvolvem jogos de tabuleiros para melhor aprendizado em sala de aula

Foto por Patrícia Visconti

No último fim de semana encerrou-se a 5ª edição do Brazil’s Independent Games Festival, o maior festival de jogos independentes no Brasil, que aconteceu entre os dias 24 de Junho a 2 de Julho, no Centro Cultural São Paulo, na Vergueiro. Por lá, podemos conhecer diversos jogos de entretenimento e de aprendizado, como por exemplo o “Jogo da Onça”, para estimular os alunos com a matemática e dar mais dinamismo às aulas. Continuar lendo [Cyber Cult] Professores e alunos de escola municipal desenvolvem jogos de tabuleiros para melhor aprendizado em sala de aula

[Cyber Cult] Microsoft cria projeto de educação através do jogo Minecraft

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A Microsoft vai unir entretenimento e educação, com o aplicativo Minecraft, que é um jogo eletrônico tipo sandbox, que permite a construção usando blocos, dos quais esse jogo é feito, e essa ferramenta vai ajudar na aprendizagem e ajudar estudantes a desenvolverem todas as suas competências e a maximizarem o seu potencial. Continuar lendo [Cyber Cult] Microsoft cria projeto de educação através do jogo Minecraft

[Cyber Cult] Educação aliada às redes sociais

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As redes sociais hoje em dia já se tornaram peças chaves de nossas vidas, pois antes mesmo de levantarmos da cama já verificamos nossas notificações, menções e mandamos nosso bom dia, mesmo que alguns só fazem isso no virtual.

Atualmente vivemos mais conectamos nas mídias sociais, do que no mundo real, entretendo-nos, conversando, compartilhando e até mesmo nos informando sobre o mundo geral, construindo nosso próprio feed de notícias.

Os adolescentes não são diferentes, se conectam 24 horas por dia, trocando mensagens, vídeos e fotos, até mesmo quando estão na sala de aula, lugar onde alguns professores permitem outros bloqueiam o uso da Internet móvel.

Mas, até que ponto os educadores estão certo em bloquear o uso excessivo desta ferramenta. Será que o bloqueio é solução para manter a concentração dos estudantes?

O debate se divide quando a pauta é sobre a educação e a velocidade que a tecnologia evoluiu, sendo que muitos até concordam, descordando, já que sem um orientador preparado, qualquer informação exacerbada pode se tornar um caos, transformando cidadãos pensantes, em alienados.

Havendo um acordo entre professores e alunos, criando grupos de estudos, visando e debatendo os temas atuais, trazendo este mecanismo como um complemento às aulas, e não apenas um copia e cola repercutindo a mesmice de sempre, mas ao invés de ler dos livros, retira-se na web. Tornando pensadores, que sabem disseminar uma discussão com argumentos plausíveis e inteligentes, e não palavras soltas e sem fundamentos, onde cria-se conflitos fúteis por casos pequenos e medíocres, ao invés de contestações amplas e sensatas.

Porém, há de peneirar o que é orientado e compartilhado nas salas de aulas, afinal nem tudo que é postado nas redes sociais é confiável ou verídico, há de selecionar assuntos relevantes à aula, para assim destrinchar os argumentos e definir a pauta sugerida em questão, unindo a matéria educacional ao rotineiro, anexando a questão pessoal de cada aluno, e assim somado em uma solução racional e contextual, ensinando-os e abrindo os canais da web, sem vulgarizar e omitir as informações ali pautadas diariamente.

Afinal, o que é oblíquo e omitido, passa a ser mais interessante do que o comum, no entanto, é admissível as instituições de ensino é orientar seus educadores para adicionar as redes sociais em suas aulas, do que bloquear e castigar aqueles que usam, mas nem mesmo sabem porque estão fazendo aquilo.

Consciência e dedicação valem mais do que supressão!

Por: Patrícia Visconti