[Caixa de Som] Daniel Andrade delimita rótulos e traz sua essência musical à MPB

Foto por: Diego Teschi

Foto por: Diego Teschi

Nesta quarta-feira cinzenta e fria, pede um pouco de reflexões e calmarias do mundo caótico que se aflora lá fora, então apresento à tripulação d’O Barquinho Cultural o som de Daniel Andrade, mais conhecido também como, DnA. Continuar lendo “[Caixa de Som] Daniel Andrade delimita rótulos e traz sua essência musical à MPB”

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Nesta quarta-feira, dia 27 vai rolar dentro do espaço Casa das Rosas o “Canta a Poesia – Coral Casa das Rosas”. O projeto busca fundir o universo da literatura e da música, cantando poemas de autores clássicos e desconhecidos da cultura brasileira, a direção musical e regência fica por conta do maestro Adilson Rodrigues.

coralA ideia da musicalização de poemas através da formação do coral surgiu em 2012, na própria Casas das Rosas. Para o maestro a experiência possibilita tanto para cantores quanto para o público a ampliação de suas percepções musicais e gosto pela poesia, como uma forma também de torna-las mais acessíveis.

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Compositor e diretor musical, Adilson Rodrigues

O repertório de poemas musicalizados é formado por diversos compositores, outras canções foram criadas especialmente para as apresentações do coro.

Adilson Rodrigues é compositor, diretor musical de corais, grupos vocais e grupos de teatro, como Saia justa, De Canto em Canto, Oito de Paus, Canto do meio, Mulheres do Programa, Casa das Rosas e da Cia. Da Revista.

 

Serviço
Quando?
Quarta-feira, 27 de abril, às 19h30
Onde?
Avenida Paulista, 37, 01311-000 São Paulo
Quanto?
Entrada franca
Direção musical: Adilson Rodrigues

Mais informações

Contato Casa das Rosas | Site Casa das Rosas | Evento

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Por: Gabriela Alves 

[Cantinho Literário] Coral Casa das Rosas musicaliza a literatura

[Cantinho Literário] Literatura pelos ônibus da capital peruana

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Como já sabem, aqui no OBC, buscamos o que há de interessante, rentável e também barato para a sociedade, não importa quem seja e nem de onde é, o que vale é divulgar e falar sobre literatura. Nesta semana falaremos sobre um aplicativo peruano que inciativa a leitura nos ônibus da capital, é o “Chup de Mango”.

O projeto incentiva a leitura pelas cidades peruanas, pois o usuário dos coletivos só baixam em seua smartphones ou tablets o QR Code, e depois lê várias obras literárias espalhadas pelos ônibus. Afinal hoje em dia todo mundo vive em função do celular, então nada mais justo que unir algo que as pessoas não tira da mão, com o incentivo a leitura para que todos tenham o hábito de ler, mas sem precisar tirar o aparelho das mãos.

12745798_170657686644408_6306870979809106672_nEsse projeto é para conscientizar as pessoas da capital peruana a lerem, já que em Lima há poucas bibliotecas públicas e o hábito da leitura é baixo, então o coletivo “Chup de Mango” tomou a iniciativa para que as pessoas leiam mais, espalhando pelos ônibus da cidade, vários trechos de obras, para que os usuários vejam e leiam através de seus aparelhos eletrônicos.

O projeto já existe há um ano e meio e a intenção dele é trabalhar junto com as pessoas que querem mudar o país através da leitura, ainda o “Chup de Mango” não tem apoio da prefeitura da cidade, mas os organizadores estão correndo atrás, para que esse simples e humilde projeto se torne hábito em Lima. Também há algumas ONGs que ajudam o projeto, além dos voluntários espalhados pela cidade que promovem o projeto através dos ônibus.

Esse projeto é pioneiro no Peru, porém no metrô de Medellín, na Colômbia já tem alguns pontos do Chup de Mango.

O projeto conta com obras populares como “O Pequeno Príncipe”, “Madame Bovary”, “Drácula”, “Dom Quixote” e outras que são de domínio público podem agora ser lidas em smartphones e tablets nos ônibus de Lima, através de códigos QR, graças a um projeto de incentivo à leitura.

12717784_170657646644412_9027127298745402263_nOs organizadores não tem ideia de quantos downloads foram feitos em um ano e meio, mas eles só sabem que desse tempo para cá o número de pessoas que compartilham da ideia pela internet só aumentou, e que a toda semana há mais uma nova linha de ônibus que agrega ao projeto.

Quem sabe um dia o Brasil se una ao Peru e esse projeto chega à nosso país, afinal assim como Peru e a Colômbia, o Brasil também precisa ser incentivado a leitura, mas de uma forma natural e não forçada, como dita a grande mídia.

Vamos torcer para que o Brasil se une com o Peru e esse projeto, chegue logo em nossa nação, pois seria uma boa ideia ter QR Codes literários, espalhados pelas grandes capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre e Recife.

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Para conhecer mais sobre o projeto acesse, veja os endereços abaixo

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Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] E-cig pode ser tão nocivo quão os cigarros convencionais

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A nova sensação entre os fumantes que querem evitar o tabaco enrolado nos cigarros, são os cigarros eletrônicos, ou então os e-cig ou vaping, que são aparelhos eletrônicos desenvolvidos com o objetivo de simular o ato de fumar.

Esse dispositivo produz uma fumaça sem nicotina, porém com vapor inalável, podendo ter com vários sabores diferentes, como de frutas, doces e bebidas, sendo uma alternativa peculiar aos fumantes, mas como dito acima, sem adição do tabaco.

Todavia, segundo uma pesquisa de Havard, esses cigarros não são uma alternativa segura e saudável com muitos há de pensar. Já que os vaping podem sim contem substâncias químicas nocivas, podendo causar doenças respiratórias e problemas nos pulmões, dificultado a respiração.

Os organizadores da pesquisa analisou 51 tipos de e-cig, e também alguns modelos líquidos, encontrando os compostos diacetil, acetoína ou 2,3-pentanodiona em 47 deles. Ainda mais, o que alegam que ficam isenta de nicotina não é tão verídico assim, já que os os autores do projeto encontraram diferentes níveis da substância nos cigarros eletrônicos, além de outras cancerígenas, como o formaldeído.

Hoje já são quase dois milhões de usuários do e-cig em todo o mundo, um aumento exorbitante de 2013, quando o número de “fumantes eletrônicos” eram de 660 mil, aumentando tanto em 2014 e sendo tendência uma no ano de 2015.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Vó Tereza traz um mix de música, arte e alegria ao seu ritmo

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Uma mistura de MPB, rock e groove, com vocais diretos e instrumentos afinados e conectados, a banda paulistana Vó Tereza traz a festa, a alegria e a união da casa da avó ao seu som, transportado pelo fone do music player.

Formado pelos músicos Natan Kurata (Vocal), Paulinha Malvar (Vocal), Fe Lima (Guitarra), Spiga Bastos (Guitarra), Marcelo Tuma (Percussão), Luca Gorga (Bateria) e Thiago Biral (Baixo), essa 992957_645412535487744_169720382_nformação já está junta a três anos, apresentando músicas autorais, com críticas sociais, relacionamentos e sobre a rotina diária de pessoas comum, que apenas visam o seu melhor, mas enfrentam os altos e baixos da vida, transcritos em poesia e harmonia.

O primeiro EP da banda “Não repare a Bagunça”, com produção de Leonardo Marques (Ekord) e Kako Ruiz (LIVE Talentos), o trabalho traz 5 canções cheias de energia, pluralidade rítmica e temas urbanos.

12115757_1137453339616992_5843117989375826764_nAlém disso, a Vó Tereza encabeça o projeto “Pé na Grama“, reunindo música e arte nas praças da cidade de São Paulo. Uma atitude totalmente independente que conta com o apoio dos seguidores da banda e os moradores das localidades de onde será realizado, com regulamentação junto às autoridades responsáveis e a manutenção do espaço pré e pós evento, levando muita intervenção artística à metrópole paulistana.

Assista abaixo o videclipe do single “Essa Noite”:

E para saber mais sobre a Vó Tereza e também do projeto “Pé na Grama acesse:

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Por: Patrícia Visconti