[Caixa de Som] Moldar: Produz música pela sua essência

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O que acontece quando três amigos cariocas, um paulistano e uma rondonense se encontram na capital paulista para partilhar sua paixão e arte aos amantes do rock alternativo?

1017356_390803884395222_2670762334508597294_nClaro, que só poderia dar música, e com qualidade como a história da Moldar, uma banda de rock autoral e independente, radicada em São Paulo, mas com integrantes de outros estados do Brasil.

Tudo começou em maio de 2013, quando os amigos cariocas, Gustaf Rosin (guitarra e voz) e Bruno Dantte (baixo) vieram à São Paulo e meses depois10408742_463553633786913_6372197742504958212_n Daniel Cavalcante (bateria) decidiu sair da cidade maravilhosa rumo a capital paulista, passando a fazer música e assim, formar a Moldar.

Naquele mesmo ano os garotos resolveram promover esse projeto e gravá-lo em um EP e foi então que a guitarrista Ellen Lousada se uniu a banda, vindo direto do norte do país, de Rondônia, assumindo 10659199_464672910341652_5184726314747375394_ncomo guitarra solo do grupo e junto com ela, o tecladista Vitor Garcia se juntou a Moldar, e concretizando a formação atual.

Mesmo com pouco tempo de carreira, a banda já conquistou alguns feitos importantes, entre eles estar entre as dez bandas do Festival Projeto Bandas Novas, que aconteceu em 2014, além de outros acontecimentos que eles estão escrevendo, para manter a história do grupo junto ao da música alternativa nacional.

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Uma banda que escreve o que sente, que marcaram suas vidas, entre alegrias, tristezas, decepções, saudades, etc, não sendo clichê e comercial de apenas tocar o que vende e o que o mercado fonográfico quer mostrar, mas sim o que está na alma de cada um dos integrantes, ou como eles mesmo se descrevem: “Moldar é o ponto de partida. É apenas o início de uma história em construção. Uma história que o tempo, a vida e nossas experiências vão moldar, ainda mais”.

Para conhecer mais sobre a Moldar, acesse:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Bloodbuzz canta com harmonia a rotina da metrópole

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Hoje em dia todos querem ingressar no ramo musical, mas poucos são originais e autorais, sendo regrado pela industria fonográfica para exitar com rapidez, sem se importar em trilhar um caminho, esquecendo suas origens e essência.

Foto por: Bruna Bordim

Foto por: Bruna Bordim

O rock e a pop music são as que mais sofrem essa denigração sonora sendo exacerbados por ritmos sem sentidos e letras plagiadas de artistas internacionais, além de copiar até mesmo o estilo de outras artistas. Então, quando você ouve uma banda focada em seu gênero e distinta do que toca nas rádios convencionais, é quase uma raridade.

Como a banda paulistana de rock progressista Bloodbuzz, que se formou em 2010, composta pelos músicos Júlia Abrão (vocal), Carlos E. Freitas (guitarra e vocal), André Mainardi (baixo e vocal) e Aécio de Souza (bateria). Quatro amigos que se uniram para compartilhar seus sentimentos em forma de canção, trazendo a Júlia com sua voz doce e sutil nos vocais e os meninos harmonizando a BBZZ em uma sintonia ímpar e afiada.

10502225_805159959514705_4852797301311591815_nSuas canções refletem a sociedade em geral, falando sobre relacionamentos, trabalho, civilização, humanização e uma vivência árdua num mundo frio e calculista, onde até o amor é comprado e quando percebemos o que passou, já é tarde demais. Uma banda que transcreve o caos rotineira de uma grande cidade e as pertubações de seus habitantes.

Em março de 2014, a BBZZ lançou seu primeiro EP, homônimo a banda, o demo contém quatro faixas, que podem ser baixadas gratuitamente através do site oficial do grupo, além de conferir as letras do mesmo.

Para conhecer um pouco mais sobre a Bloodbuzz acesse Site | Facebook da banda e confira um pouco do som deles.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Vó Tereza traz um mix de música, arte e alegria ao seu ritmo

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Uma mistura de MPB, rock e groove, com vocais diretos e instrumentos afinados e conectados, a banda paulistana Vó Tereza traz a festa, a alegria e a união da casa da avó ao seu som, transportado pelo fone do music player.

Formado pelos músicos Natan Kurata (Vocal), Paulinha Malvar (Vocal), Fe Lima (Guitarra), Spiga Bastos (Guitarra), Marcelo Tuma (Percussão), Luca Gorga (Bateria) e Thiago Biral (Baixo), essa 992957_645412535487744_169720382_nformação já está junta a três anos, apresentando músicas autorais, com críticas sociais, relacionamentos e sobre a rotina diária de pessoas comum, que apenas visam o seu melhor, mas enfrentam os altos e baixos da vida, transcritos em poesia e harmonia.

O primeiro EP da banda “Não repare a Bagunça”, com produção de Leonardo Marques (Ekord) e Kako Ruiz (LIVE Talentos), o trabalho traz 5 canções cheias de energia, pluralidade rítmica e temas urbanos.

12115757_1137453339616992_5843117989375826764_nAlém disso, a Vó Tereza encabeça o projeto “Pé na Grama“, reunindo música e arte nas praças da cidade de São Paulo. Uma atitude totalmente independente que conta com o apoio dos seguidores da banda e os moradores das localidades de onde será realizado, com regulamentação junto às autoridades responsáveis e a manutenção do espaço pré e pós evento, levando muita intervenção artística à metrópole paulistana.

Assista abaixo o videclipe do single “Essa Noite”:

E para saber mais sobre a Vó Tereza e também do projeto “Pé na Grama acesse:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Charme Chulo apresenta o seu ‘Caipira n’ Roll’

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Você já viu o Rock fazer Feat com diversos estilos musicais e instrumentos, do pop a rap, até passando pelo reggae. Mas, algo inusitado e peculiar é somar o punk com a viola caipira. E foi justamente isso que a banda curitibana, Charme Chulo fez, usou todas suas influências para apresentar uma proposta nova e nada sistemático, dando um ar “caipirês n’ roll” ao gênero da banda.

546659_354311124646706_1308476987_nFormanda pelo músicos Igor Filus (voz), Leandro Delmonico (guitarra e viola caipira), Hudson Antunes (baixo) e Douglas Vicente (bateria), mostra um som que transita do rock, caipira e indie, com letras que remetem ao cotidiano de cada integrante, fazendo críticas sociais, mas com pitadas de humor sobre os fatos do cotidiano de qualquer caipira da cidade grande.

As inspirações da Charme Chulo ultrapassa as barreiras da música, já que eles se entregam em suas performances cênicas em cima do palco, e até mesmo cantando, percebendo esse resgate em cada canção executada.

11136646_809552409122573_584651492104312596_nA banda já possuí três álbuns lançados – Charme Chulo (2007), Nova Onda Caipira (2009) e Crucificados Pelo Sistema Bruto (2014) – todos inéditos e autorais. Além do EP “Você Sabe Muito Bem Onde Eu Estou”, lançado em 2004, sendo primeiro trabalho autoral da CC.

Com mais de uma década na estrada participando de eventos e festivais com grandes nomes da cena roqueira nacional e internacional, dando a confirmação e êxito ao lugar de destaque da Charme Chulo ao rock brasileiro moderno. Um grupo que foge do comum, mas não deixa sua essência enraizada se levar pelas ondas convencionais.

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Assista o o videoclipe “Palhaço de Rodeio”, retirado do último álbum “Crucificados Pelo Sistema Bruto”:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] “Massa Rara” instrumentaliza a harmonia da canção

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Eles não tem letra, mas em compensação possuem uma afinação ímpar para hora de instrumentalizar suas canções. Formada em 2009, a banda de Psicodelia Instrumental – como os integrantes mesmo se “rotulam” – “Massa Rara”, apresenta que quando o grupo está sincronizado e a letra fica secundária na canção.

Formada pelos músicos, Saulo Duarte, João Leão, Beto Gibbs e Klaus Sena trazem uma experiência nova ao groove, rock e psicodélico, com uma essência única e peculiar ao seu som, até sendo trilha sonora do documentário “Surfar é coisa de Rico”, um longa que mostra a trajetória do surfista e empresário Rico de Souza.11913986_1671751026394395_1912313066563121157_n

Mas, não vamos entrar em mais detalhes, afinal esse o Caixa de Som, e não o Cabine da Pipoca, então nosso foco é a música. E isso, essa banda tem muito a mostrar!

A “Massa Rara” é a típica música para ouvir curtindo a brisa da maré e refletir sobre o mundo caótico em que vivemos atualmente, vivendo na paz e se libertar de qualquer pensamento negativo que agrega em nossa mente.

Um grupo raro que a massa deveria ouvir e curtir, pois mesmo sendo apenas instrumental, o sonido compensa e cativa pela harmonia.

Confira abaixo o single “O céu é azul, meu cabelo é amarelo”:

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Por: Patrícia Visconti