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[Caixa de Som] A Última Estação leva rimas e ritmos da cultura Ribeirinha para toda a nação

Nesta semana vamos seguir nas bandas que tocaram no palco Rock Lounge, na Expo Music 2017,  e vamos falar da banda que tem como base Rap Vocais, A Última Estação, que tem vários ritmos com Hip Hop, Soul, Funk, Samba, Ijexá e claro o Rock n’ Roll. Formada no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, que além de unir rimas e ritmos, também une força da cultura Ribeirinha, pois o trabalho deles é voltado para cantar a realidade de quem faz e acontece nas periferias das metrópoles e do interior. Continuar lendo [Caixa de Som] A Última Estação leva rimas e ritmos da cultura Ribeirinha para toda a nação

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[Caixa de Som] Gabi e os Supersônicos – A paixão pela música transcende no palco

Foto por Priscila Visconti

Sabe quando dizem que você só vai conhecer uma banda de verdade, quando conferir uma performance dela ao vivo? Pois bem, neste fim de semana aconteceu no Feeling, na Vila Mariana o festival “Respeita as Minas”, um evento que reuniu diversas bandas e artistas em prol a promover e difundir a música feita pelas ‘minas’, afinal há muita garota fazendo um som incrível, mas que acaba sem apagada diante aos grandes MCM.

No festival teve shows de diversas bandas e cantoras, cada uma com seu gênero específico e seu público, mas todas com o mesmo intuito e propósito, mostrar seu som e compartilhar sua paixão pela música à novos ouvintes. Continuar lendo [Caixa de Som] Gabi e os Supersônicos – A paixão pela música transcende no palco

[Caixa de Som] Lourenço Assumpção – Samba de raiz com uma vivacidade peculiar

Lourenço Assumpção é cantor, compositor, instrumentista está prestes a lançar seu primeiro álbum, com uma nova faceta de quando ele tocava com seu antigo grupo Cantilena Paulistana, mas sem perder o embrião de sua essência e ingerência musical. Continuar lendo [Caixa de Som] Lourenço Assumpção – Samba de raiz com uma vivacidade peculiar

[Caixa de Som] Malaco Velho traz uma nova efervescência a música popular brasileira

O que acontece se juntar um carioca, um pernambucano e três paulistas em uma banda? Só pode dar uma mistura ímpar e inusitada, com qualidade peculiar e animação excepcional, de um som único e marcante, com um mix de Rap, Samba, Maracatu e Reggae. Continuar lendo [Caixa de Som] Malaco Velho traz uma nova efervescência a música popular brasileira

[TOTAL FLEX] Maria Rita participa dos dois anos de comemoração do Theatro Net com o show Samba da Maria em São Paulo

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Comemorando os seus dois anos de atividade, o Theatro NET São Paulo, recebeu Maria Rita, apresentando seu show “Samba da Maria”, nos dias 21 , 22 e 23 de julho. Continuar lendo [TOTAL FLEX] Maria Rita participa dos dois anos de comemoração do Theatro Net com o show Samba da Maria em São Paulo

[Caixa de Som] “Bonsai” traz um Camará maduro, mas com a mesma essência musical

Foto por: Rodrigo Fiuza
Foto por: Rodrigo Fiuza

405298_520404404642015_1266855246_nA dupla de cantores e compositores, Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão), da banda Camará, lançaram no último mês o segundo álbum, intitulado “Bonsai”.

O disco composto pelos próprios músicos, contendo 11 faixas da nobre e pura música popular brasileira com umas pinceladas indies e muita bossa nova e samba da nova geração, com letras que remetem ao cotidiano, relacionamentos e superação, mostrando o lado maduro de ambos os artistas.

44284_607380069277781_338317007_nPara conferir o novo projeto dos amigos, basta fazer o download gratuito através o site oficial dos garotos, além do mais, poderá ouvir na faixa pelo SoundCloud da banda.

Uma banda minimalista e de uma musicalidade sem limite, que mesmo com dois integrantes, fazem a harmonia de uma banda completa, trazendo a essência e brasilidade da música nacional, a cada faixa de seus projetos musicais.

Ouça abaixo a faixa “Quarta-Feira”, do novo disco do Camará:

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Carol Andrade mostra que sorrir é fazer um mundo melhor para se viver

Foto por: Marcos Costa
Foto por: Marcos Costa

Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.

Foto por: Anaryá Mantovanelli
Foto por: Anaryá Mantovanelli

Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.

Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.

197182_465605940158990_1408733591_nPara somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.

Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A música e a arte vai dominar as ruas paulistanas

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Festa, música e diversão irão invadir as ruas de São Paulo, com a segunda edição do Tim Music na Rua, que acontece neste sábado, 15, no Vale do Anhangabau, Largo da Batata, Praças da Luz e da República e o bairro Vila Madalena.

Um evento exclusivo para a capital paulista que começa no próximo fim de semana – 15 de agosto – e vai até o dia 13 de setembro, ocupando diversas áreas públicas e de fácil acesso à população, levando atividades diversas da cena cultural da metrópole.

O público poderá acompanhar encontros inusitados exclusivos para o festival que vão do samba, MPB, rap, rock n’ roll, com interpretes de renome, como MC Guimê, Tiê, Arlindo Cruz, Titãs, Péricles, Otto, Dois Africanos, Rashid e Rael. Além de coletivos trazendo workshops, criação, apresentação de bboys e aulas de bike, skate e ping pong, ao som das pick ups do Pilantragi, um grande promotor da cultura de rua.

Todos os presentes no evento poderão recarregar as baterias dos smartphones e celulares no lougue, e ainda matar a fome no espaço gastronômico, que reunirá os melhores food trucks nos cinco fins de semanas da festa, que também contará com uma infraestrutura preparada para receber o público com espaços de lazer e cultura ao ar livre.

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Para saber mais sobre programação e aproveitar ao máximo todas as atividades, acesse: www.timmusicnarua.com.br.

Confira a programação completa:

MPB – Largo da Batata

15/8, a partir das 16 horas

Tiê, Dois Africanos, Otto
Maracatu Bloco de Pedra
A Batata Precisa de Você

Samba / Hip Hop – Praça da República

22/8, a partir das 16 horas

Péricles e Rael

Hip Hop / Rap – Praça da Luz

29/8, a partir das 16 horas

Rashid e MC Guimé
Matilha Cultural

Festa – Vila Madalena

12/9, a partir das 14 horas

Calefação Tropicaos e Pilantragi

Rock/MPB/Samba – Anhangabaú

13/9, a partir das 16 horas

Arlindo Cruz e Titãs

Em todas as datas:

Love CT, Ping Point, Bike Anjo e Pilantragi

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Os 100 anos do grande propagador da cultura baiana

“… escrevi 400 canções e Dorival Caymmi 70. Mas ele tem 70 canções perfeitas e eu não.” — Caetano Veloso

Dorival Caymmi

Se ele estivesse vivo, estaria completando 100 anos de vida, mas infelizmente ele nos deixou alguns anos atrás, por conta de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer renal que possuía havia nove anos.

dorivalcaymmi1Dorival Caymmi foi um grande propagador da cultura baiana pelo Brasil e o mundo, compunha inspirado nas tradições daquele povo, qual era ele era um nascente, soteropolitano com muito orgulho, cantava com muita influencia na música negra. Desenvolveu seu estilo próprio em se apresentar e compôr suas canções, sempre espontâneo em seus versos, com bastante sensualidade e riqueza melódia.

Caymmi conheceu a música ainda na infância, ouvindo parentes tocando piano, além do mais, seu pai, apesar de ser funcionário público, também era músico amador, tocava piano, violão e bandolim. Já sua mãe, era dona de casa, mas adorava cantar ouvindo rádio.



Mas, foi ouvindo seu fonógrafo e depois a vitrola, Caymmi sentiu ânsia em compor. Ainda menino, cantava no coro da igreja, era baixo-cantante, aos 13, começa a trabalhar na redação do jornal O Imparcial, como auxiliar, em 1929, com o fechamento do jornal, o poeta torna-se vendedor de bebidas. Aos 16 (1930) escreveu sua primeira música, “No Sertão”, e aos 20, estreia finalmente como cantor e violonista em programas da Rádio Clube da Bahia.

Depois disso Caymmi passou a se apresentar com o musical “Caymmi e suas canções praieiras”, performances que rendeu os primeiros prêmios de sua carreira, como compositor, além de concursos de músicas carnavalesca, com o samba “A Bahia também dá”.68D6A854B5924695A5AAF0BDD927E271

O sucesso do músico era tanto, que o diretor da Rádio Clube o incentiva a seguir sua carreira ao sul do país, segue para o Rio de Janeiro para conseguir um emprego como jornalista e realizar o curso preparatório de Direito.
Com o apoio de alguns parentes e amigos, fez alguns trabalhos na imprensa, excedendo ao ofício em ‘O Jornal’, do grupo Diário Associados, mas não parou de compor e cantar, perseverando em seu musical.

Um poeta que cantou sucessos populares, como em suas composições “Saudade de Bahia”, “Samba da minha Terra”, “Doralice”, “Modinha para Gabriela”, “Maracangalha”, “Saudades de Itapuã”, “O Dengo que a nega tem”, “Rosa Morena”, entre outras.

Foi casado com Adelaide Tostes – a cantora Stella Maris -, com quem teve três filhos, os também cantores, Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.

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Ouça abaixo um dos grandes sucessos de Caymmi, “Rosa Morena”:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Fabiana Cozza: A irreverência da MPB

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A melhor cantora de samba em 2012, no Prêmio de Música Brasileira, e indicada para a premiação deste ano (2014), Fabiana Cozza, paulistana de 38 anos, traz a potencialidade e carisma em um samba único e irreverente.

Começou a cantar aos 21 anos, e hoje mostra solidez e veracidade a sua carreira, que já está em seu quarto álbum, com canções próprias e muita originalidade, não apenas ao samba, mas à música popular brasileira. Determinada e direta em suas objeções, Cozza já fez participações com diversos artistas renomados, entre eles estão Elza Soares, Leny Andrade, João Bosco, Zimbo Trio, Francis Hime, Ivan Lins, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Luiz Melodia e Orquestra Jazz Sinfônica. E também talentos jovens e de sua geração como Emicida, Rappin Hood, Aloisio Menezes, Sergio Pererê, Karynna Spinelli, Thiago Delegado, Antônio Loureiro, Yaniel Matos, Adriana Moreira, Luciana Alves, Renato Braz, Quinteto em Branco e Preto entre tantos outros.

168225_144733062248507_8278024_nAlém das participações internacionais, onde a cantora foi convidada a participar com grandes personalidades do jazz, como saxofonista Sadao Watanabe (Japão) e se apresentado em diferentes países e festivais do gênero em: Israel, Alemanha, França, Canadá, EUA, Bulgária, Chile.

Fabiana Cozza já possuí quatro discos lançados e dois DVDs. Sua estreia no mundo da música aconteceu em 2004, com o álbum “O samba é meu dom”, cujo título do CD é uma música de Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro. Em 2007 lançou “Quando o céu clarear”, título de uma canção de Roque Ferreira para, no ano seguinte, fazer o DVD deste trabalho contando com as participações da cantora Maria Rita e do rapper Rappin Hood. O DVD é lançado em parceria com a TV Cultura e apresenta um documentário contando a trajetória da artista, sua relação com a música, suas influências, as pessoas que participam de sua estrada.

923560_635441633177645_7230458099657879902_nEm 2011 lança seu terceiro CD “Fabiana Cozza”, com o qual é agraciada com o Prêmio da Música Brasileira 2012, na categoria “Melhor Cantora de Samba”. E no ano passado, Fabi lançou o CD/ DVD “Canto Sagrado – Uma homenagem a Clara Nunes”, gravado ao vivo em São Paulo, que conta com um documentário realizado em Caetanópolis/MG, cidade natal da cantora.

Uma expoente da música brasileira, que destaca-se não só pela sua voz potente e fervorosa, mas pelo seu carisma que cativa seu som, constrói sua personalidade e destacando-se como uma artista fidedigna, que faz com amor e dedicação o seu ofício de coração.

Confira abaixo uma das performances de “Sandália Amarela”, presente no último disco de Cozza:

Mais informações:
Web: Site | Facebook | Youtube | Twitter
Telefone: (11) 3424-0997 | (11) 98181-9997
E-mail: ago@fabianacozza.com.br

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Por: Patrícia Visconti