[Caixa de Som] Tony Babalu toca “Live Sessions at Mosh” em Embu das Artes

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O guitarrista… Não, isso é pouco. O mestre Tony Babalu vai tocar as seis obras-primas de seu último trabalho, “Live Sessions at Mosh”, no encerramento da “13ª Loucos por Vinil Fair”, neste domingo, 12 de abril, às 19h, em Embu das Artes. A entrada é franca e a apresentação será no Centro Cultural Mestre Assis de Embu, que fica no Largo 21 de Abril, 29, Centro.

Tony Babalu foi guitarrista da banda paulistana Made in Brazil nos anos 1970 e, aos 45 anos de carreira, dedicou-se a popularizar a música instrumental, tornando-a acessível a todos os ouvintes. O último CD, gravado analogicamente no Mosh Studios, em São Paulo, em 28 e 29 de dezembro de 2012, e lançado pela Amellis Records,tony babalu traz toda a experiência e consciência do que seja música de qualidade.

As seis faixas apresentam um músico equilibrado, senhor absoluto do instrumento, com toques delicados, o virtuosismo revelado na economia e na precisão, nada de malabarismos digitais. Cada nota no lugar certo, cada efeito adequado ao clima, ao que ele quer dizer.

Acompanha Tony um trio de primeira linha: Franklin Paolillo (bateria), Leandro Gusman (baixo) e Adriano Augusto (piano e teclados), formando um conjunto coeso e impressionantemente entrosado.

Para saber mais sobre Tony Babalu, clique:

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13ª Loucos por Vinil Fair

A Loucos por Vinil Fair é um evento patrocinado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Embu das Artes (SP) [http://embudasartes.sp.gov.br/] que promove o encontro de colecionadores dos bolachões, onde podem vender, comprar e trocar informações. Foi idealizada em 2001 pelo artista plástico Paulo Dud e, nesta 13ª edição, faz homenagem ao jazz.

Será de 10 a 12 de abril.

A feira, além dos vinis, terá exibição de documentários e apresentações de bandas locais e convidadas, que darão um panorama das várias vertentes deste ritmo nascido no início do século XX nos Estados Unidos. Haverá ainda a exposição “A Arte de Embu em Vinil”, com obras de mais de 30 artistas plásticos da cidade.

Veja a programação:

10/4 (sexta-feira)
19h – Abertura: Documentário / Quarteto Taioba

11/4 (sábado)
9 às 15h – DJ’s Sylvio Muller / Projeto Som de Vinil
15h30 – Mario Deganelli
17h – The Iron Men (The Black Sabbath Tribute)
19h – Pete Hassle & Screw’d Blues Band

12/4 (domingo)
9 às 15h – DJ’s Sylvio Muller / Projeto Som de Vinil
15h30 – Loop B Lourenço
17h – Nau Brazillis
19h – Tony Babalu e Banda

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Caixa de Som] Quem disse que Bahia é só axé? Shalin e os Attemporais

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Eles levam um balanço muito dançante, pulsante, com raízes soul, funk, pegadas rock, mais outros ritmos que bebem nas fontes africanas, como o ijexá, o samba, o jazz, o reggae e ainda transitam pela embolada, o maracatu, chula, ragga, dub, capoeira, enfim, a proposta é não se fixar em um só estilo, reproduzindo o caldeirão cultural que existe na Bahia – que tem muito mais do que o axé e o arrocha dos carnavais.
bloga_shaShalin Way, nascida em Salvador em 1977, é filha de Jacks Wu, cantor e compositor, parceiro da patota de Tim Maia e seus Velhos Camaradas (Hyldon, Cassiano, Fábio, entre outros), que a influenciou a seguir a linha soul music. É de Wu a música “Deus, a Natureza e a Música”, que dá nome ao segundo disco de Hyldon, de 1976. Shalin estudou canto erudito na Universidade Federal da Bahia e, em 1998, estreou como solista do coral Acbeu, sob a regência do maestro
Cícero Alves Filho.

Integrou como cantora, de 1995 a 1999, a banda Naum, que atuava no circuito alternativo de Salvador. Em 2005, cantou a faixa “Talismã”, de Alexandro Videro, no projeto Balaio Atemporal, pela gravadora carioca Guitarra Brasileira, dirigido por Renato Piau. O CD tem participações, além de seu pai, de Tim Maia, Luiz Melodia, Armandinho, Fábio, Léo Gatti e Fernanda Morais e um time de músicos e arranjadores da pesada.

bloga_tavisNo mesmo ano, com o instrumentista e diretor musical Tavis “Black” Magalhães, concebe a banda Attemporais (nome inspirado no CD do Balaio), com o qual se apresenta desde então. Já se apresentou em diversos espaços pela Bahia e outros estados. Segundo diz, o som da Attemporais tem “uma concepção bem brasileira, mas com uma linguagem universal com identidade e personalidade construída ao longo do tempo”.

Tavis Black começou a estudar violão clássico aos 13 anos na Federal da Bahia, onde aprimorou o conhecimento musical e instrumental em diversos cursos e workshops. Concluiu o curso técnico de música em 1998, mas, apesar da formação erudita, pendeu para a música popular, produzindo outros artistas no estúdio Tríade, de sua propriedade. Por ali passaram nomes como Léo Gandelman, Luiz Melodia, Nico Assumpção, Márcio Montarroyos, Arthur Maia, Peninha, Beto Guedes, entre outros, que forneceram a bagagem diversificada que hoje imprime nas músicas e produções do Attemporais.

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Neste sábado (28), Shalin e os Attemporais estreiam novo show, o “Viagens Attemporais”, que será realizado na Livraria e Espaço Cultural Porto dos Livros, em Salvador. Além do pocket-show, o evento terá exposição do artista visual Edson Ferrer e o relançamento do livro “Quando o amor faz feliz”, de Cymar Gaivota. O show começa às 20h, com ingressos a R$ 15. O Porto dos Livros fica no Largo Porto da Barra, loja 2.

Neste vídeo, Shalin e os Attemporais cantam “Bahia com H”, de Hyldon e Jacks Wu, gravada por Hyldon em seu disco “Soul Brasileiro”, lançado em 2009:

Enquanto Shalin e os Attemporais não pintam por aqui, conheça o trabalho deles pelos seus canais no Youtube e no Soundcloud.

YouTube | SoundCloud | Facebook

Ouça aqui o disco “Balaio Atemporal”!

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Caixa de Som] Tim & Caio, dupla brasileiro-americana, lança o CD “In Brazil” sábado no CCSP

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O brasileiro Caio Andreatta e o norte-americano Tim Snider lançam “In Brazil”, CD fruto do encontro da dupla em terras paulistas, no próximo sábado, 28 de fevereiro, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1.000, Paraíso). A dupla segue em turnê depois para divulgar o disco (ver agenda no fim do texto).

Caio Andreatta é violonista, cantor e compositor do trio Capela (que lança seu segundo CD, “Sangue Novo”, dia 15 de março no Auditório Ibirapuera). Veio de uma família de músicos – seu pai, Claudio Baeta, é um baterista dos mais requisitados – e montou sua primeira banda aos 13 anos. Com o Capela (formado em 2012 por ele, Gustavo Rosseb e Léo Nicolosi), gravou dois CDs, participou do reality show Breakout Brasil, transmitido pelo canal Sony no ano passado e tem feito uma série de apresentações bem recebidas pelo público.

Tim Snider nasceu em Reno, Nevada, e vive atualmente em Portland, Oregon. Começou a estudar violino clássico aos 3 anos, após assistir a uma performance do violinista israelense Itzhak Perlman no programa Sesamo Street (que teve uma versão no Brasil nos anos 1970, chamada de Vila Sésamo), e se apaixonar pelo instrumento.

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Chegou a ser primeiro-violino de orquestras jovens e spalla da Reno Junior Philharmonic. Largou o violino aos 12 anos, mas seis

meses depois a música o chamou de volta, desta vez tocando guitarra e em bandas de rock.

Desde então vem pesquisando outras sonoridades pelo mundo, o que o levou ao encontro com Andreatta e o Capela.

Os dois se conheceram em uma jam session na casa de um amigo em São Paulo. Conta Caio:

“Ele veio para o Brasil com a namorada, que é brasileira (uma antiga amiga com quem eu não falava havia anos e que estava morando nos Estados Unidos) e um outro amigo em comum que também é músico, que organizou uma tarde de ‘som’ na casa dele”.

Após o ensaio, continua o músico, Tim o convidou para fazer uma participação em um show que faria em um bar em São Paulo. “Com a abertura, também o convidei para uma participação no meu projeto [Capela] em um show que faríamos na Praça Victor Civita.” A identidade musical foi imediata, o que os levou a compor em conjunto e a produzir um CD, que traz uma mistura de sonoridades e timbres.

“Em meio aos ensaios para esses shows, Tim me mostrou algumas músicas que havia composto no Brasil e outras que estavam apenas no papel. Também mostrei algumas coisas que estava criando na época e sugeri que gravássemos essas músicas apenas em violão e vozes para registrar essa parceria”, lembra Caio.

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As canções foram gravadas no Estúdio Baeta, que pertence à família de Caio, com a participação de músicos de sua família e outros amigos. “Foi quando o registro passou de cinco músicas ‘voz e violão’ para 10 músicas produzidas com banda e participações nacionais e internacionais”, esclarece.

O trabalho foi finalizado nos EUA, para o qual Tim convidou a cantora Saeeda Wright e o músico Max Ribner, ambos americanos. O álbum foi mixado por Joe Hall e masterizado por Dana White, os dois de Portland.

Sobre o conteúdo do CD, Caio define: “Virou basicamente uma mistura do folk com música brasileira, passeando pela música latina, pelo pop, samba e até clássico. Cada um trouxe um pouco do que vive e do que já viveu em outros projetos, parcerias e viagens”. No ano passado, os dois fizeram uma turnê pelos Estados Unidos e agora lançam oficialmente o resultado deste trabalho para o Brasil e o mundo.

Confira dois vídeos dos artistas e a música “With You”, para baixar gratuitamente:

“Steeple” – video – Tour julho 2014 Walla Walla – Tim & Caio – The Steeple (Walla Walla – WA)
“With You” – video – Praça Victor Civita, SP – Projeto Capela – With You c/  Tim Snider (Pça Victor Civita)

SoundCloud – “With You” – Free download

Agenda (provisória) de apresentações de Tim & Caio:

28/02 – Lançamento do CD “in Brazil” – Centro Cultural São Paulo. Às 19h; Ingressos na porta ou online no Ingresso Rápido. Inteira: R$ 20/Meia: R$ 10

01/03 – Circo Paratodos, na Funarte; Às 17h; Ingressos na porta. Inteira: R$ 20/Meia: R$ 10

05/03 – Audio Rebel (Rio de Janeiro);

06/03 – Saloon 79, com banda The Outs (finalista do Breakout Brasil);

11/03 – Cervejaria Nacional – SP;

18/03 – Sensorial Discos – SP;

19/03 – Teatro Lauro Gomes – SBC – Abertura do lançamento do disco do baterista Claudio Baeta;

21/03 – Vitrolas – BH.

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Caixa de Som] Kesha – A ‘bagaceira’ das popstars

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Neste domingo dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, a cantora norte-americana Kesha se apresentou no Citibank Hall, em uma única apresentação. Já que a cantora veio ao Brasil para participar nos festivais de verão, o Planeta Atlântica, no litoral gaúcho e em Salvador, no Festival de Verão, então ela deu uma extensão de sua turnê Warrior,  aqui na capital paulista.

A cantora foi bastante irreverente, como ela passa em seus vídeos, fazendo graça com seus bailarinos e banda, mas também se interagindo com a platéia, cantando parabéns a um fã que estava no show, cantando, dançando e rebolando para ele, isso fez a platéia enlouquecer, principalmente o homenageado da Kesha.

Kesha não deixou de cantar seus grandes sucessos como “TiK ToK”, “We R Who We R” e “Die Young”, mas também cantou capelas e singles de canções mais novas, já que sua última visita ao país foi no último Rock in Rio, em 2011, em que também teve passagem por terras paulistanas, mas que na época aconteceu no antigo Via Funchal.

A casa não estava lotada, como em alguns shows internacionais que aconteceram recentemente, pois havia bastante espaço para os fãs, admiradores e os que apenas curtem seu som, puderam pular, dançar, cantar e se divertir ao som ao vivo da cantora, pois isso não podemos negar de que Kesha Rose, realmente não faz playback, ela canta e toca ao vivo, pois se podia escutar nitidamente sua voz, sem interrupção de aparelhos sonoros, a não ser o microfone.

A californiana continua tão divertida e doida, quanto antes, ela só estava um pouco mudada na aparência, com os cabelos totalmente loiros e bem compridos, mas suas roupas e suas atitudes no palco, continuam as mesma, sempre sendo a ‘bagaceira do pop’, que ela começou no mundo dos popstar, a loucura da Kesha continua tão forte,
quanto em sua primeira vinda ao Brasil, com a turnê do disco Animal, mas com algumas moderações, já que nesse ano não teve sangue falso, como aconteceu no Rock in Rio, em 2011.

Veja algumas fotos do show da Kesha, no Citbank Hall:

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Por Priscila Visconti

[Total Flex] Mais música, mais amor!

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Sei que o “dia de música” em nossa embarcação já foi, mas como todo dia é Dia de Música, ainda mais hoje, 22 de novembro – “Dia do Músico”, nada melhor do que falar de música.

Eles cantam e encantam a cada apresentação, estão trabalhando enquanto as outras pessoas se divertem, rodam por diversos bares, até mesmo na rua, para compartilhar e propagar a sua paixão, a sua profissão. Os músicos de verdade, não importam com o tamanho da plateia, nem com quantos bilhões irá vender seu disco, mas sim com a qualidade de seu público, sempre transmitindo uma boa energia da geral seja recíproco.

Escrevem o que veem, o que sentem, o que curtem, para que os outros interpretem da sua maneira, não se importam com luxo ou glamour, os bons músicos se contentam com um banquinho, um violão e uma cerveja gelada no copo, para que a festa seja unida e compartida.

Uma festa que apenas aqueles que fazem o que gostam, sabem o que é sentir a vibração de alguém que nem mesmo sabem que são, mas que estão ligados na mesma emoção.

Então, para todos aqueles que cantam, compõem, tocam algum instrumento musical, escrevem canções, regem ou se predispõem em dividir sua música com outras pessoas, meus parabéns. Vocês são a alma e a luz que a humanidade precisa para viver, pois a música é o ar e água, para que a sociedade mantenha a emoção viva e presente em mundo de caos em qual vivemos.

Por: Patrícia Visconti