A banda norte-americana Pearl Jam, mostrou que realmente se preocupa com as futuras gerações, e em sua passagem recentemente pelo Brasil. Continuar lendo “Pearl Jam ressarce CO2 emitido em seus shows para projeto ambiental na Amazonas”
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[Total Flex] ONIGOMANJHAS apresenta um humor sádico e com personagens bizarros para ilustrar o cotidiano de uma megalópole

Hoje em dia existem muitos canais de animação espalhados pela web, para crianças, adolescentes, adultos, que se definem em diversos gêneros e estilos, dos cômicos aos dramáticos, políticos e até, pornôs. Porém, cada um desses tem sua característica própria de passar uma mensagem, seja de comédia ou social.
Dentre esses, há criado por uma dupla santista, Mauro de Abreu e Gustavo Sanchez, que em tempos de faculdade nos intervalos de uma aula e outra – ou às vezes durante algumas aulas também – eles inventavam personagens bizarros e estranhos do cotidiano de geral dos rapazes e de qualquer outra pessoa que vive em São Paulo, sendo de inicio algo apenas para passar o tempo, e posteriormente sendo criados como Trabalho de Conclusão de Curso, há quase 17 anos atrás. Com o intuito de criar super-heróis distintos dos já existentes, formando um grupo onde tivesse, o líder, o misterioso, o selvagem, o forte, o cômico, a dama e o gênio; Com a ideia de enfrentar vilões tão esquisitos quão eles mesmos. E desde então, os ONIGOMANJHAS foram criados! Continuar lendo “[Total Flex] ONIGOMANJHAS apresenta um humor sádico e com personagens bizarros para ilustrar o cotidiano de uma megalópole”
[Caixa de Som] Projeto MOPRI: Poetizando a realidade e somando qualidade
Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.
E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.
Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.
O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.
A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.
Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio:
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Por: Patrícia Visconti
[Caixa de Som] Marcio Lugó canta os reflexos mudanos
Cantando um mix de gêneros e estilos da música brasileira, com uma urbanidade inconfundível em seu som, Marcio Lugó traz uma liberdade extrema na hora de mostrar seu trabalho ao público. Com canções que contagiam logo na primeira vez que escutado.
Suas letras remetem ao cotidiano de qualquer cidade, traz relacionamentos, rotinas, amores e desamores, algo que pode ter acontecido com qualquer pessoa, músicas de si para todos.
Em se primeiro álbum, “Desacelera” foi baseado como base em reflexo à sociedade, no ponto de seguirmos tantos padrões, e sermos iludidos por uma “liberdade” cheia de regras e limites, e a sociedade inocente acredita ser realmente livre.
Um artista que canta o cotidiano, sem receio em descobrir sua essência e seus pensamentos, em inovar e mudar quando for preciso, sair fora da caixa, ver que há um mundo diferente e mais humano ao que vivemos. Acreditar que a felicidade é muito mais extensa do que a estipulada pela mídia convencional e oportunista, que apenas visa em ludibriar a alegria alheia, para que consumimos o que é oportuno à eles.
E foi justamente essa mudança que Lugó apresentou em seu segundo álbum intitulado “Liberdade Aparente”, onde ele mostrou um suporte maior para conseguir buscar novas reflexões, abrangendo um público maior e mais focado nesta vivência.
Um trabalho renovado, único, social e contemporâneo, repleto de vida e emocionante para uma população que está prestes a mudar.
Assista abaixo o vídeo gravado no Teatro Décio de Almeida Prado, no lançamento do segundo álbum de Lugó, e tire suas próprias conclusões sobre essa revelação da música popular brasileira.
Para conhecer mais sobre Márcio Lugó, acesse o site oficial do músico e baixe o novo disco “Liberdade Aparente”, além de conferir vídeos, fotos e agenda de compromissos do cantor, o siga nas redes sociais.
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Por: Patrícia Visconti
[Caixa de Som] Banda Vexus: Superar os obstáculos é alcançar a independência
Todos sabemos a cena independente não é um caminho fácil para trilhar, há sempre os percausos durante percorrer, e muita gente querendo se dar bem as custas do talento alheio. Todavia, aqueles que conseguem ganhar destaque neste meio, sabe sobre essas controvérsias, e aprende a levantar e superar as dificuldades e obstáculos que aparecem.
Como a banda paulistana “Vexus”, que o próprio nome já diz tudo sobre superações, já que o significado é uma variação do verbo “vexar”, originário da palavra “vexare” de origem latina, com o significado de “superar todos os obstáculos”.
A banda está junto há 12 anos, com influências de grupos renomadas
da cena pop e rock nacional e internacional, como Bon Jovi, Metallica, Live, Iron Maiden, Nickelback, RPM, Capital Inicial, Roupa Nova, Legiao Urbana, entre outros, eles estão lançando seu segundo álbum de inéditas, totalmente autoral.
Intitulado “Novo Tempo”, o disco foi produzido por Tito Falashi, e traz canções que remetem ao cotidiano, relacionamentos, amores e amizade, com letras fortemente relacionadas a conscientização social e humana, muita escassa em muitas músicas hoje em dia.
A Vexus é formada pelos músicos Marcelo Bachega (vocalista) e Valter Dream (baterista), ambos fundadores da banda, contam ainda com Maestro Carlos Henrique Ferreira (guitarras e violões) desde meados de 2009 e recentemente com Jui (baixo).
Confira abaixo um pouco do som da Vexus, e curta um pouco do pop-rock alternativo e original, que ultimamente apenas encontramos no cenário independente.
Para mais informações sobre a banda, ou para ouvir o novo compacto na íntegra, acesse o site oficial da Vexus.
Por: Patrícia Visconti









