[Caixa de Som] Natália Matos: A nova faceta da música paraense

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

Ela nasceu em Belém, e foi lá que descobriu que queria trabalhar e viver de música para sua vida toda. Natália Matos, é cantora e compositora, e veio de uma família musical, além de ser uma admiradora da música brasileira.

Foto por: Aluisio Almeida

Foto por: Aluisio Almeida

Estudou piano na Escola de Música da UFPA e mais tarde canto popular na ULM, em São Paulo, onde também se graduou em Arquitetura e Urbanismo, no Mackenzie.

Com uma voz doce e sutil, a artista canta o amor, o cotidiano, relacionamentos e a felicidade. Com muitas influências paraenses, Natália já mostrou que não está neste mundo para brincar.

A cantora já participou em diversos festivais e ao lado de grandes nomes da música brasileira. Entre eles o Festival Recbeat ao lado de Mestre Vieira; no projeto Música na estrada pelo interior do Pará; no espetáculo Terruá Pará 2013; a gravação do programa Cantoras do Brasil, do Canal Brasil, e a realização do seu primeiro CD através do Natura Musical, com produção de Guilherme Kastrup e participações de Zeca Baleiro, Felipe Cordeiro, Kiko Dinucci e outros.

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

No início de 2014 a cantora lançou seu primeiro álbum, gravado na capital paulista, o disco trás uma sonoridade nova, traçando caminhos diferentes das atuais produções da cena musical paraense, Natália aposta no reforço de uma brasilidade através da combinação de origens distintas.

O repertório Natália apresenta canções próprias, de uma leva de compositores do Pará – como Felipe Cordeiro, Dona Onete, Ronaldo Silva, Iva Rothe, Almirzinho Gabriel – e ainda dos paulistanos Kiko Dinucci e Rômulo Fróes.

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Uma revelação à música brasileira, e uma nova roupagem a música paraense, afinal lá não existe só Calypso e o tecnobrega, há cultura e diversidade também.

Para conhecer mais sobre o trabalho desta revelação da música brasileira, acesse o site oficial dela ou então, a siga em suas redes sociais.

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Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Projeto “Leitura no Vagão”, incentiva usuários do metrô lerem nos trens

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Salve salve galerinha, dessa vez não vou indicar nenhum autor, nem dar dicas de livros e tampouco falar sobre cursos literários, mas sim quero apresentar um projeto que está incentivando cada vez mais os usuários do metrô a largarem o celular e lerem mais nos trens, afinal quem lê estimula o cérebro e mexer toda hora no telefone, sem proposito algum, só para não olhar na ‘cara’ dos outros, só aliena e estimula o egoísmo nas grandes metrópoles.
Por isso, se liguem nessa ideia, pois com certeza os amantes da literatura, vai aderir ao projeto e participar da troca dos livros.

Quem pega metrô nos grandes centros das capitais brasileiras, está sempre com o livro dentro da bolsa para distração da viagem, e foi pensando nisso que o desenvolvedor de Software Luís Fernando Tremonti, teve a ideia de criar o projeto “Leitura no Vagão”, que pretende incentivar os usuários do Metrô a deixar o celular de lado para ler um livro em seus deslocamentos.

A ideia do projeto também é que os leitores usuários do metrô, tiram selfies com seus livros e compartilhem em suas redes, como Twitter, Facebook ou talvez no Instagram, com a hastag #leituranovagão e contar um pouco do livro que estiver lendo. O curador do projeto, o Luís Fernando, também espalha livros pelos bancos dos trens, além de sortear algumas publicações para os seguidores das páginas, esperando que, depois da leitura, os contemplados “esqueçam” o livro dentro de um vagão para que outras pessoas tenham acesso a ele.

O “Leitura no Vagão” chega no mesmo momento em que outro projeto de leitura foi desativado. Em 2004, o “Embarque na Leitura”, coordenado pelo Instituto Brasil Leitor, inaugurou uma pequena biblioteca na Estação Paraíso. Em que emprestava livros gratuitamente aos usuários do transporte público. A ideia deu certo e outras cinco unidades foram abertas (Tatuapé, Linha 12 – Safira; Luz, Linha 4 – Amarela; Largo Treze, Linha 5 – Lilás; Santa Cecília, Linha 3 – Vermelha e na estação Brás, da CPTM). O Metrô contabilizou 700 mil empréstimos para 50 mil usuários cadastrados. Mas todas as unidades foram fechadas em dezembro do ano passado.

Pois segundo o gerente do projeto, “Embarque na Leitura” acabou por falta de incentivo e patrocínio dos grandes, como os governantes e empresários. Por isso quem quiser participar do projeto “Leitura no Vagão”, pode entrar em contato com Luís, através das páginas oficiais e conferir quais livros serão deixados nos trens do metrô e como pode participar para deixar livros, afinal é melhor fazer trocas de livros e renovar sua cultura literária, pois assim incentiva a leitura em sua cidade.

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Para mais informações acesse as redes do Leitura no Vagão:
E-mail: leituranovagao@gmail.com
Twitter: https://twitter.com/leituranovagao
Facebook: https://www.facebook.com/leituranovagao

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] 2028 traz um mundo pós-apocalítico e batalhas árduas para a sobrevivência humana

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O mundo é um lugar impróprio para todos, um dia tudo isso que hoje vivemos há de acabar, e o que irá prosperar será a violência e a guerra, as pessoas que ainda residirem viverá em conflito eterno em um cenário pós-apocalíptico. E é essa história que o curta-metragem 2028 apresenta, uma obra baseada nos quadrinhos de Marcelo Costa, Magno Costa, Magenta King, Dalts, Mateus Santolouco, João Azeitona e Arthur D’Araujo, do Coletivo Bimbo Groovy.

O filme produzido peça Insônia Filmes tem como proposta ser uma obra de cunho universal e totalmente fiel a história da HQ. Uma proposta inspiradora que se tornou um grande desafio, contando com técnicas específicas de filmagem, efeitos visuais 3D, maquiagem, composição de cena, extensão de cenários, trilha e efeitos sonoros. Em plena harmonia com a adaptação da HQ “Hunt”, de Marcelo Costa.

A pré-estreia oficial aconteceu no dia 4 de dezembro, durante a Comic Con Experience, em São Paulo, com um bate-papo antes da exibição do curta diretor, Jorge Mendes e também com o autor, Marcelo Costa, que contou um pouco a produção, algo surreal, mas em uma realidade extremamente verídica, onde as pessoas precisam tomar medidas drásticas para sobreviverem.

Assista abaixo o trailer de “2028”:

A pré-estreia da película já aconteceu, mas o diretor do mesmo pretende realizar uma segunda “estreia” do filme, mas dessa vez partilhado em geral. Em 2015 os planos são de inscreve-lo em festivais nacionais e internacionais, para que ganhe reconhecimento do público, e em relação a publicação no Youtube, por enquanto não será integralmente subida na rede. Mas, para mais informações acesse o site oficial ou a fanpage do curta-metragem no Facebook.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Arte, sociedade e COMPARTILHAGEM!

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Sabe o que acontece quando uma professora de inglês cansa da sala de aula e resolve inovar e propagar a arte com objetos que iriam para o lixo, e ainda convida seus filhos e a comunidade para compartilhar disso? Ocorre uma COMPARTILHAGEM!

Isso mesmo, Compartilhagem um projeto que visa divulgar o consumo consciente, utilizando-se de peças recicláveis transformando-as em algo para decoração ou adornos para si mesmo.

10615427_629147777193744_4882671266800273863_nA ideia surgiu quando a professora Renata Penna, 40, cansou da rotina árdua das salas de aula, e há três meses atrás começou a criar mandalas com alguns CDs inutilizados, a partir dai ela com o dom de lecionar e ensinar algo novo para as pessoas, ensinou aos seus filhos, que hoje realizam e propagam uma arte única e especial para a comunidade.

Além de ofertar cursos, para que a ideia seja difundida e procrie, retirando utensílios que a sociedade descarta diariamente no lixo, em algo novo e artístico, ajudando ONGs e Instituições carentes e unindo uma família e a comunidade que a cerca dela.

Para conhecer mais dessa iniciativa acesse o site da COMPARTILHAGEM, e ficar ligados nos cursos, exposição e também sobre o projeto.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] HL Arguments: O alternativo com uma pegada pop!

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Tocando a essência do Classic Rock, a banda alternativa HL Arguments traz esse toque ao seu som, com letras que falam de amor, relacionamentos e cotidiano em geral de alguém que vive em uma grande metrópole. A maioria delas, interpretadas em inglês, mas todas as canções são de autorais e próprias da HL.

181420_391229430918757_2047199292_nA banda foi formada em 2010 em São Paulo, pelo cantor e compositor Helio Lima, também vocalista do Flat’n Sharp. Lançou o primeiro álbum homônimo a banda em 2011, desde então vem propagando e divulgando seu trabalho em festivais, coletivos, grandes livrarias, SESC e também em algumas casas de show fora de São Paulo.

Em 2012, a HL regressou ao estúdio para confeccionar o segundo disco do grupo, com músicas próprias o “HL Arguments II” foi lançado em julho de 2013, este compacto além do álbum físico, teve venda exclusiva no iTunes, e os músicos puderam explorar diversos outros instrumentos nos shows e nas gravações.

O grupo é formado por Helio Lima (Vocal/Guitarra), Amanda Labruna (Backing Vocals), Fernando Silvestre (Guitarras) Marcos Cesar (Bateria), a principais influências da HL são, Sigur Rós, Queen, Radiohead, Faces e Broken Social Scene, tod10245412_713474148694282_5551933029644572545_navia a banda tem um em comum que faz o gosto da maioria, que é a banda canadense, Broken Social Scene, talvez pela sonoridade de mesclar vocais masculinos e femininos em suas canções.

Porém, agora sem mais delongas e fiquem com webclipe “New Direction”, single do primeiro álbum da banda, gravado entre os meses de setembro e outubro de 2012.

Para mais informações acesse o site oficial e as redes sociais da HL Arguments e conheça mais desta banda, que apesar de cantar em inglês, não negam suas raízes paulistanas.

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Por: Patrícia Visconti