[Cabine da Pipoca] Rogue One: Star Wars de uma forma mais real do que na saga original

Rogue One: A Star Wars Story Death Star Ph: Film Frame ©Lucasfilm LFL

Star Wars Rogue One é um filme derivado de Star Wars e passa antes do episódio IV e depois do episódio III e essa união com uma nova esperança é muito bem produzida por sinal, um grande destaque nesta película é a aparição de Peter Cushing que interpreta o Governador Tarkin, tal qual foi feita digitalmente já que o ator faleceu em 11 de agosto de 1994, e isso foi muito de legal de se ver, devido a sua importância à Saga.

rogue-one-final-trailerO filme em seus 30 minutos pode não captar o público que não esteja integrado ao filme, mas com certeza quando Darth Vader aparece ele rouba a cena. Suas aparições são curtas mas empolgantes deixando um gostinho de “fan service” em cada espectador.

Outro personagem bem interessante é o Droide de Sonda Imperial K-2SO, uma mistura de C3PO com Marvin (Robô de Guia Dos Mochileiros da Galáxia). Tendo a lógica de C3PO e o “bom humor” de Marvin, porém mais cativante. E por se tratar da história do roubo dos planos da Estrela Da Morte, o longa-metragem acaba sendo mais Dark e com uma pegada menos lúdica nada de Ewoks.

Os efeitos visuais estão incríveis, práticos e dinâmicos como é de se esperar em Star Wars. A Disney acertou em cheio com os efeitos especiais; O que é um ponto positivo para o filme.

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O longa não é o primeiro derivado da saga antes dele tivemos “Caravana Da Coragem” em 1984 e que teve em 1985 uma sequência “Ewoks- A Batalha De Endor”.

Rogue One é um filme que com certeza irá mexer com todos os fãs da saga e provavelmente uma lágrima acabará escorrendo dos mais aficionados pela saga.

rogue-one-star-wars-primeiro-trailerPorém, como em grandes películas, há alguns problemas, e em Rogue One não trata-se do elenco, que é OK, mas há alguns que pouco sobressaem, como o desfecho de alguns personagens eles acabam não cativando tanto quanto outros dos filmes anteriores. Podemos dizer que Star Wars – Rogue One é cativante pela nostalgia e por mostrar um lado da história que foi mencionado mas que infelizmente não conhecíamos, e também pela presença de personagens icônicos como Darth Vader que continua com a voz de James Earl Jones, algo que traz um gostinho de “fã service”.

Jym Erso interpretada pela britânica Felicity Jones que traz uma interpretação boa mas não diria tão cativante como a Princesa Leia por exemplo, sua atuação de Felicity Jones é boa e dispensa um herói salvando a mocinha Jym Erso é uma personagem independente, porém em alguns aspectos algumas decisões dela ficam presas ao seu Pai Galen Erso que foi o Arquiteto da Estrela Da Morte, mas essas decisões são importantes para o roubo dos planos da Estrela da Morte.

Rogue One: A Star Wars Story (Ben Mendelsohn) Ph: Film Frame ©Lucasfilm LFL
Rogue One: A Star Wars Story
(Ben Mendelsohn)
Ph: Film Frame
©Lucasfilm LFL

Porém, em geral Rogue One, é um filme que vale a pena ser visto por qualquer fã da saga. Podemos dizer então que Rogue one está com a força e que a força está unida a Rogue One!!!


Por: Pedro Henrique Duarte

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