Jogador Número 1 – Um filme de ação, repleno de referências da cultura pop

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Jogador Número 1 é aquele filme redondo, completo, tudo que um fã de ficção científica, games e cultura pop pediu, com efeitos comedidos plausíveis que te prendem a atenção dos primeiros minutos do filme até os últimos. E claro, não pode esquecer da trilha sonora, com canções clássicas, de hits estupendos, que fará você dançar na cadeira.

Um filme com a maestria de Steve Spielberg, num enredo amarrado e excepcional, aonde as referências somam e completam a trama. Além de aventuras num mundo futurísticos, um romance e união de se ter amigos de verdade em que se pode confiar. Uma película em que os personagens são bem pontuados, entre o bem e o mal, e a sociedade real quer adentrar ao mundo em que elas podem ser quem quiserem no virtual.

Uma realidade a beira do caos e colapso, baseado no livro homônimo de Ernest Cline, aonde a humanidade está num esgotamento pleno de recursos naturais e uma guerra civil ilimitada, onde eles buscam refugio numa realidade virtual, conhecido como OASIS, apresentando uma nova veracidade a raça humana, ofertando riqueza, poder e glória, além de uma busca pelo Easter Egg de James Halliday, um gênio criador deste ambiente futurístico, que após sua morte apresenta um desafio aos cidadãos, deixando seu patrimônio e o controle total deste universo, chamando atenção de todos os jogadores do planeta, originando numa competição mundial repleta de mistérios, descobertas e perigos.

Um longa aonde o espectador se sente dentro do jogo, com as referências peculiares da cultura pop, em que quem viveu ou curtiu a década de 80 irá relembrar e se identificar com os parâmetros mostrados em Jogador Número 1, com essa nostalgia oitentista, mas com segmentos essências que o público atual quer encontrar, com o dinamismo de um filme de ação, mas com a inocência do passado, em que os lasers, os macacos gigantes, Godzilla, Megazord eram o grande ápice de bravura e destemor no decorrer da trama, com simplicidade e habilidade em que apenas um diretor tal como Spielbierg saberia expôr, ampliando as referências e mostrando as preferências da nova geração.

Com um elenco jovem e experiente ao mesmo tempo, estrelado por Tye Sheridan (“X-Men: Apocalipse”, “Amor Bandido”), que se mostrou total habilidade em adaptar o personagem principal, seja na vida real ou virtual, além de Olivia Cooke (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”, série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (“Rogue One – Uma História Star Wars”, série “Bloodline”) e T.J. Miller (“Deadpool”, série “Silicon Valley”), com Simon Pegg (dos filmes “Star Trek” e “Missão Impossível”) e o vencedor do Oscar de “Melhor Ator Coadjuvante” e BAFTA de “Melhor Ator Coadjuvante” em 2016 pelo filme “Ponte dos Espiões”, Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”, “Dunkirk”).

Um filme completo e pleno que emprega aos dois mundos uma essência única e inerente, agregando a trama um entrelaçamento visual, auditivo e interpretativo, marcado com perfeição e profundidade a cada cena apresentada, fazendo com que o espectador adentre ao mundo excêntrico e futurista de Jogador Número 1.

Por Patrícia Visconti

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