A história emblemática de Eduardo e Mônica chega aos cinemas em abril de 2020

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Depois de Faroeste Caboclo (2013), e a história de João do Santo Cristo, chegou a vez de outra obra de Renato Russo, sair dos music players e chegar às telonas. Com produção da Gávea Filmes, Barry Company e Fogo Cerrado , coprodução Globo Filmes, “Eduardo e Mônica”, vão mostrar que as diferenças também podem virar amor.

Dirigido por René Sampaio – o mesmo diretor de Faroeste Caboclo – com produção de Bianca De Felippes, o filme irá mostrar a trama de um casal que se conheceu numa festa estranha e com esquisita, que não eram nada parecidos, mas no fundo se completavam tanto quanto arroz com feijão, numa trama empírica e inerente desses dois personagens que apesar de diferentes, se tornaram em um único amor.

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A trama será interpretada pelos atores Gabriel Leone e Alice Braga, que pela primeira vez trabalham juntos, e irão levar ao público essa história de amor de personalidades distintas, mas plenamente relativa. Além disso, o elenco ainda conta com Otávio Augusto (como Bira, avô de Eduardo), Juliana Carneiro da Cunha (Lara, mãe de Mônica), Victor Lamoglia (Inácio amigo de Eduardo), Bruna Spínola (Karina, irmã da Mônica), Eli Ferreira, Digão Ribeiro, Ivan Mendes e Luisa Violtti (amigos da Mônica) e Fabricio Boliveira (participação especial).

O filme ganhou o primeiro trailer, dos personagens emblemáticos da homônima canção do vocalista da Legião Urbana, com estreia prevista nos cinemas em abril de 2020.

A música Eduardo e Mônica foi composta por Renato Russo- como dita acima -, lançada em 1986, e está integrada no álbum “Dois”, da Legião Urbana e editada como o segundo single do disco naquele mesmo ano, já que a canção havia sido gravada em 1982 na demo-tape de “O Trovador Solitário” quando Renato ainda se apresentava sozinho no violão, esta gravação tem um final diferente do versão do álbum Dois.

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Essa é uma das músicas mais conhecidas da banda, contando uma história de amor de duas pessoas muito diferentes, mas muito próximos mesmo assim, seu tempo de duração são de cinco minutos em média. Uma canção própria de uma história singular, em que mostra que amar o diferente pode ser tão oportuno e eloquente.

 

Por Patrícia Visconti

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