Gal Gadot reúne vários artistas para cantar “Imagine”, de John Lennon, em uma mensagem de amor e amparo ao Planeta

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A atriz Gal Gadot, a atual interprete de Mulher-Maravilha nos cinemas, e assim como muitos de nós, para não falar quase que o mundo inteiro, ela está de quarentena em sua residência, e desligada dos trabalhos habituais e toda essa pandemia que assola o planeta, a atriz contou que está um pouco reflexiva sobre as notícias, o momentos e tudo que pode acontecer com o futuro.

Oi pessoal, sexto dia de quarentena, e preciso dizer que esses dias estão fazendo com que eu me sinta um pouco filosófica. Sabem, esse vírus afetou o mundo todo, todos nós. Não importa quem você é, de onde você é, estamos todos nessa juntos”, refletiu Gal.

Então, ela resolveu cantar para expressar seus sentimentos sobre a real situação do mundo, e convidou diversos outros artistas para cantar junto, a canção de John Lennon “Imagine”, enquanto o coronavírus alastra pelo planeta.

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Jimmy Fallon, Norah Jones, Mark Ruffalo, Natalie Portman, Sia, Zoe Kravitz, Pedro Pascal, Will Ferrell e Lynda Carter, a antiga Mulher-Maravilha, gravaram de suas casas vídeos cantando trechos da música de Lennon, finalizando com Gal, que publicou em seu Instagram quão a união e o amor entre as pessoas pode ser a arma mais eficaz contra qualquer mal que tente nos assolar.

Nós estamos nisso juntos, nós iremos superar isso juntos. Vamos imaginar juntos. Cante conosco ❤. Todo amor para você, para mim e meus amigos“, comentou a atriz.

Gal ainda conta que essa homenagem ao mundo, foi inspirado em um vídeo de um homem tocando trompete em sua varanda na Itália, enquanto as pessoas escutam de suas janelas e sacadas.

 

A música do ex-Beatle, foi gravada e lançada em 1971, e abre o álbum homônimo a canção, que se tornou um hino de paz, falando sobre sua utopia de um mundo ideal, esta é um convite da participação de todos. Todavia, para Mark Chapman (assassino de Lennon), essa letra é considerada uma blasfêmia, junto com a declaração do cantor de que The Beatles eram “mais populares do que Jesus”.

Mas, o que se sabe, é que essa música é interpretada e ecoada até hoje, como um modo de reflexão e compaixão ao seu semelhante, com uma letra singular e uma melodia que faz qualquer cantarolar ou assoviar, trazendo paz e e complacência quando cantada ou escutada.

Por Patrícia Visconti

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