Animadora portuguesa produz curta-metragem para visar o consumo consciente de água no planeta

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A água sem dúvida é um dos bens mais valiosos que há no Planeta Terra, já que sem ela não há vida, seja de qualquer espécie que habita neste mundo. Porém, algumas pessoas não anda tão consciente quão deveria sobre suas funcionalidades e precisões, usando-a de maneira equivocada sem pensar no amanhã, já que este meio é um bem finito, apesar de vivermos em um planeta em que 97% é coberto por água, e apenas 3% são de água potável, para o consumo dos seres vivos que aqui residem.

Desde então, diversas campanhas são difundidas sobre o consumo consciente e a a reutilização para o bem da humanidade, para sanar o prejuízo que o homem causou desde que acreditou que era o dono do mundo e tornou uma revolução ímpar do Planeta, causando danos irreversíveis do solo, do ar e na água, minguando diversos recursos naturais e levando o nosso habitat a devastação e ao extermínio riquezas naturais.

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Visando incentivar e preservar esses recursos, a animadora, designer e engenheira ambiental Marina Lobo, da Agência de Energia e Ambiente de Lisboa – E-Nova, concretizou um desafio em 2018, para chamar a atenção do desperdício de água, sugerindo maneiras plausíveis e sustentáveis para remediar essa problemática, desde então, que nasceu o curta-metragem “Aquametragem”.

O filme mostra de forma lúdica, direta e precisa a evolução humana devastando com toda a água pura que há no planeta, utilizando apenas para o bem momentâneo sem visar no futuro, de que um dia a raça humana não teria mais este bem natural para as necessidades básicas, como se alimentar ou higienizar, concluindo em métodos suportáveis para suprir tais necessidades coletivas.

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O curta conta com pouco mais de cinco minutos, com produção e arte da própria Marina Lobo e tem como objetivo sensibilizar o público para a utilização de recursos hídricos de forma mais responsável e eficiente.

Recentemente, “Aquametragem” conquistou o prêmio na categoria “Proteger o nosso planeta”, no Festival de Filmes ODSs em Ação, da Organização das Nações Unidas. Este, é um dos maiores eventos dedicados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A animadora, que também é ambientalista, já está nesta área da animação a pelo menos uns 15 anos, e este projeto do curta foi inspirado em seus filhos, como a própria comentou em uma entrevista em 2019, onde ela comentou que quer um mundo diferente e melhor para eles, com acesso aos bens naturais que hoje são garantidos, mas que no futuro pode ser escassos ou inexistentes.

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Olhar para eles (seus filhos) e sentir que quero muito que eles tenham acesso à água como eu tenho, que para nós é algo quase garantido, mas corremos o risco que deixe de ser. Pensei que poderia tentar contar uma história que passasse por aí, por sensibilizar as pessoas e os filhos delas”, explicou Marina.

Este projeto, é mais do que uma ideia apenas para Portugal,local onde a autora e criadora reside, mas para a o planeta, que necessita de incentivo e boas ideias para difundir diante a tantas dissipações e depravações orquestrada por muitos líderes mundiais, que apenas visam o próprio umbigo e pouco se importa de verdade com a humanidade.

Confira abaixo o curta “Aquametragem”:

 

Por Patrícia Visconti

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