Séries com a temática LGBT+ que trazem representatividade e expressividade à sociedade

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Seguindo as indicações para representar produções e obras com a temática LGBT+, vamos partir para as séries de grande êxito e singularidade referidas ao tema, para curtir e conhecer um pouco mais esse ambiente de pessoas que apenas querem mostrar sua relevância em uma sociedade opressora e preconceituosa, fazendo com que a diversidade vire rotina e LGBTfobia seja extinta.

Para começar, um sucesso criado por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Steven Canals, Pose, em um drama genuíno e significante na série Pose, aonde mostra o glamour dos holofotes dos anos 80 e 90, em que além do cenário LGBTQIA+ ainda apresenta com forte influência a cultura afro-americano e latino-americano na cidade de Nova Iorque, e os personagens têm de conviver com preconceitos, injúrias e discriminação caraterísticas da época.

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A série conta com três temporadas exibidas na FX, e desde sua estreia foi muito bem recebida e aclamada, tanto que teve diversas indicações ao Globo de Ouro, ainda na primeira temporada.

Estrelada por Mj Rodriguez, Dominique Jackson, Billy Porter, Indya Moore, Ryan Jamaal Swain, Dyllón Burnside, Hailie Sahar, Angelica Ross, Angel Bismark Curiel, Sandra Bernhard e Charlayne Woodard, Pose segue com total sucesso levando emoção, representativo e bom humor às telinhas.

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Ainda na pegada de humor, mas com um pouco menos de drama, a série Feel Good mostra o relacionamento distinto e peculiar de uma comediante canadense com uma ex-viciada em drogas, em que uma apoia a outra para que a relação delas se torne sadia e assim, possam finalmente assumir à todos o namoro entre elas.

A série britânica criada por Mae Martin e Joe Hampson estreou seu primeiro episódio no Channel 4 do Reino Unido, em 18 de março de 2020, e posteriormente a Netflix foi encarregou da distribuição internacional e lançou a temporada completa em 19 de março de 2020.

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Agora, uma pegada mais romântica e sentimental, criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger inspirada e ambientada no mesmo universo do filme Com Amor, Simon (2018) e da obra Simon vs. the Homo Sapiens Agenda, de Becky Albertalli, a série Como Amor, Victor traz um empenho de descobertas e desafios de um jovem garoto que luta para ser ele mesmo e ainda tem que enfrentar os dilemas da adolescência e do ensino médio.

Uma série emotiva que se conecta com a rotina de muitas pessoas que buscam sua própria identidade e independência, em ser quem você é, encarando precisamente as incitações envoltas na sociedade, para se encaixar e ser a si mesmo em um mundo de rótulos e repulsão.

A série já conta com três temporadas, exibidas no canal Hulu. No Brasil ela está disponível pelo serviço de streaming da plataforma Star+.

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E por fim, o drama sueco Young Royals, dirigido por Rojda Sekersöz e Erika Calmeyer e escrita por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, conta a história do príncipe Wilhelm, que sonha em viver um futuro de liberdade e amor incondicional, sem as obrigações reais.

Essa é uma produção de decisões, amor e responsabilidade, em que o maior desafio do príncipe, não é seguir as obrigatoriedades reais, mas sim, escolher entre a emoção e o coração colocando situações difíceis e dessemelhantes nada previstas em seus sonhos, mas impostas pelo trono.

A primeira temporada de Young Royals está disponível no catálogo de streaming da Netflix, e a segunda deve estrear ainda em 2022.

por Patrícia Visconti

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