‘A Voz que Chama’: Uma ficção cristã envolto de uma jornada de surpresas e reviravoltas imprevisíveis

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Um romance de fantasia envolto de suspense e superação. Após uma perda repentina e um destino inesperado, uma jovem viúva reencontra a paz em uma jornada de fé, propósito e realização, ao mergulhar em uma aventura ao desconhecido e aprender a confiar no invisível e descobrir que Deus continua escrevendo momentos insignes em sua vida, mesma nas estações mais conflituosas.

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Em A Voz que Chama, da autora Mariana Ciribelli, traz com plena eloquência uma história de propósito sob uma narrativa intensa e voraz, de autodescoberta essa ficção cristã inspirada no livro de Rute, que conta a história de uma mulher que perdeu o marido muito jovem e demonstra total lealdade à sua sogra, mas o amor a pega novamente e ela se casa com um o proprietário do campo das colheitas em Belém, e desse matrimônio nasce Obede, que se torna avô do Rei Davi.

Uma narrativa repleta de referência e significados que envolvem o leitor, em um drama romântico. Envolto de aventura e suplantação, a autora traz sua escrita suave e emocionante em uma forma intuitiva, sobre a caminhada da protagonista rumo ao Divino. Ignorando as diferenças quais ela nunca havia conhecido, e que ela gostaria de pertencer a esse novo reino de luz e prosperidade, que vai mexer com toda sua existência.

A Voz que Chama é mais do que um romance de fantasia, é uma obra de transição espiritual, em que o amor envolve a árdua caminhada pela própria descoberta, e em um âmbito de mudanças e discrepâncias, a protagonista se encontra em sua área de conforto e adesão. Entre reviravoltas inevitáveis e sofrimentos angustiantes, o conforto de se encontrar diante do inesperado, realizando a si e sobre um pequeno vislumbre do universo que espera.

por Patrícia Visconti

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