[Caixa de Som] Rapha Moraes traz arte e simpatia ao Espaço Alma D’Alma

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Sabe quando dizem que um artista só é completo, depois que você confere uma performance dele ao vivo no palco? Então, é isso que pude comprovar do Rapha Moraes.

O cantor que lançou o seu primeiro álbum em maio de 2014 (veja +), e está realizando apresentações por todo o Brasil, promovendo este novo compacto, que traz uma batida meio pop, meio rock, um pouco de soul, folk e umas pitadas de ritmos latinos e regionais.

A simpatia extrema contagiou o Espaço Alma D’Alma, sediado no Ipiranga, região de sul de São Paulo no último domingo (17). A plateia estava bastante animada com o show de Rapha, e ele em êxtase total, assim como a banda, Juninho Junior, o baterista que deu o ritmo ao show e Noélle Bonacin, que arrasou num instrumento nada comum nas bandas convencionais, o Cello, além da novata no time, a  sanfoneira Cimara Fróis, que apresentou toda sua sutileza no back vocal, e realçou muita habilidade em instrumento tão pesado e cheios de acordes.

Uma harmonia sem fim, com canções do disco “La Buena Onda”, além de novas e inéditas, que Moraes compôs excursionando pelo país, além de outras “novas velhas”, que foram compostas há algum tempo atrás, mas que poderão estar no próximo compacto do músico, que está em plena atividade musical e já pensa em novidades para 2015, como álbum, videoclipes e muitos singles para que os fãs do artista propaguem a cada dia a música independente de qualidade, que necessita deste apoio em um mundo tão volátil e momentâneo qual vivemos hoje em dia.

Músicas que tocam direto na alma e no coração, e fazem você viajar ao escutar, estabelecendo uma conexão direta do artista com o ouvinte, transportando toda a energia que excede no palco, para o público, que transbordou alegria, contagiando todos em uma só emoção, mostrando que não importa o tamanho do público, mas sim a força que ela transpassa ao artista, propagando o bem-estar e o conforto de que ali é o lugar exato para difundir a cultura e arte.

Aguardem, pois no fim de semana, publicaremos as fotos tiradas durante o show, que foi imperdível e recomendável aos futuros fãs de Rapha Moraes, mas cuidado para não gamar, já que será difícil não escutá-lo e se admirar por seu talento e dedicação pela arte e a música.

Enquanto isso, fiquem com pouco do que foi o show do Rapha no Espaço Alma D’Alma. Confira abaixo a performance de “Imprevisível”:

 

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult: 8 Bits] Nintendo – Uma história de gerações

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Aqueles que leram o título já devem estar familiarizado com a empresa citada, em que muitos a consideram uma empresa que criou não apenas videogames e jogos históricos, mas construiu infâncias, e tem a qualidade de marcar gerações com suas histórias contadas em seus jogos.

Mas, há muito mais por trás da Nintendo. Seu início é datado muito antes dos jogos, da tecnologia, e de tudo que conhecemos facilmente hoje em dia.

Tudo começou em 1889, quando uma pequena empresa dedicada a um jogo de baralho japonês chamado “Hanafuda” foi criada. Seu nome é, Nintendo.

Durante sua época de empresa de baralhos orientais, obteve sucesso satisfatório. Porém, mais tarde (e bem mais), na década de 60, com o auge dos primeiros brinquedos eletrônicos, a Nintendo decide “jogar suas cartas” e entrar no mercado. Com isso, lançou em 1966 seu primeiro brinquedo eletrônico: o Color TV-Game, que foi sucesso de imediato.

Mas seu maior sucesso foi realmente lançado em 1981, o famoso árcade Donkey Kong. Nele, o jogador devia salvar uma donzela das mãos de um gorila, sendo este jogo protagonizado pelo bigodudo mais famoso que existe. Sim, estamos falando do Mario, mas naquela época, ele era apenas apelidado de Jumpman. Somente em 1983, é que nosso querido Mario recebeu um game inteiramente dele, o conhecido Mario Bros, onde ele e seu irmão Luigi, deviam salvar a famosa princesa das garras do tão famoso vilão Bowser. E de lá pra cá, Mario obteve sucesso mundial, estrelando em mais de 200 games no total! E isso contando não só jogos de aventura, como os de corrida (Mario Kart) e os de luta (Super Smash Bros.). E mais adiante, a Nintendo criou mais e mais personagens carismáticos que marcaram nossa geração e com certeza está marcando a atual. Afinal, quem não se divertia nas fases de Donkey Kong, ou lutava sem parar com The Legendo f Zelda ou treinava seus monstrinhos de bolso em Pokemon?

E assim, a Nintendo em seus 125 anos mostra que não só gráficos e milhões de dólares devem ser gastos para um jogo de sucesso, mas também, utilizando a boa e velha formula de criatividade, carisma amor por aquilo que faz.

Por: Daniel Bárris

[Fotografia] A arte de clicar e sua história a desbravar

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Na próxima terça-feira (19), será celebrado o Dia Mundial da Fotografia e como estávamos sem fotos para subir hoje, nada mais justo do que resenhar um pouco sobre este dia.

Não é de hoje que o ser humano adora registrar e guardar suas belas memórias em imagens, uma arte criada no século 17, quando o francês Louis Daguerre criou o “daguerreótipo”, em 1937, produzida em uma câmera escura, onde apenas havia um pequeno orifício para captar a luz, qual toda a amostragem era chamada de “Diorama”, todavia alguns anos antes o também francês, Joseph Nicéphore Niépce já fazia suas “experiencias”, em uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia, todavia a imagem produzida demorou cerca de oito horas de exposição ao Sol para ficar pronta, este processo foi chamado pelo próprio de “heliografia”. E por ambas as descobertas serem parecidas, Daguerre e Niépce trocavam análise e experimentos, para que no futuro firmassem sociedade.

Mas, antes disse Leonardo da Vinci descreve em 1515 as propriedades da “Câmera Escura” em seus cadernos de notas, que escritos ao contrário, só podiam ser lidos com o auxílio de um espelho.

“Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro, através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a certa distância desse orifício, vêem-se, no papel os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias“.

Desde então, este conceito desenvolvido por da Vinci foi bastante utilizado pelos artistas da época, como um auxílio ao seu desenho.

Após o invento do “Daguerreótipo”, já a afiliação de Daguerre e Niépce, outros inovadores criaram inventos baseados deste novo projeto surgia, e já que até então a obra era única e exclusiva, sem qualquer tipo de reprodução, 1840, Fo Talbot apresenta em primeira mão, o negativo, criando assim a possibilidade de reproduzir cópias.

Mas, ainda não era algo popular, já que a fotografia apenas se popularizou no final do século 19, quase início do século 20 em Londres foi quando George Eastman mostrou ao mundo o lançamento da “Kodak 100 Vistas”, que levou a substituição das placas de cristal, utilizadas até os dias atuais. Este lançamento utilizava-se 100 fotos circulares e para popularização, usando um slogan que tornou de práxis para ascensão da marca no mercado, “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Criando posteriormente o rolo de filme, tendo por finalidade usar com uma proteção que permitia sua extração e colocação embaixo da luz solar.

Todavia, a pesquisas apresentadas 150 anos depois do invento pelo prof. Boris Kossoy, de que o processo também da criação da fotografia se deu origem no Brasil, pelo Hércules Florence, na Vila de São Carlos – atual cidade de Campinas.

Florence pretendendo publicar seus estudos sobre a flora e fauna brasileira, deparou com a inexistência de oficinas impressoras na Província de São Paulo, criando então seu próprio método de impressão, intitulado de “Poligraphie” (1832), já encontrado em seus descritos e desenhos em uma loja de tecidos qual trabalhava, notando o descolorimento que os mesmo sofriam expostos à luz solar e informado pelo jovem boticário (e futuro botânico de nomeada) Joaquim Correia de Melo das propriedades do nitrato de prata, deu início às suas investigações sobre fotografia.

Data-se que as primeiras experiência com a câmera escura foi em janeiro de 1833, encontrando-se documentos registrados no manuscritos Livre d’Annotations et de Premier Matériaux, onde foi usado pela primeira vez a palavra “photographie”.

Mas, apenas no século 20 a fotografia se tornou oficialmente popular, dando-se a essência de demonstrar o real, registrando sua época, tornando um elemento de comunicação, tornando uma obra factual, começando a entrar na imprensa e sendo uma amostragem do fato.

Desde então este mercado vem inovando, criando filmes coloridos, impressões instantâneas, foco automático, minimizando os custos, reduzindo etapas e digitalizando o clique, facilitando o processo dos princípios básicos da fotografia. Criando uma amplitude desta arte e dando aos fotógrafos profissionais uma escalada a mais no conhecimento, já que com a popularização fotográfica digital, todos acabam se tornando um.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Toneladas de humor

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Nascido no Rio de Janeiro, dito carioca da gema, aos sete anos de idade foi morar em São Paulo porque o pai havia sido transferido da empresa em que trabalhava. No auge dos seus 36 anos de idade, o ator e humorista Jansen Serra é formado como ator e graduado em Rádio e TV. Iniciou-se sua carreira profissional em 2002, na escola de teatro “Incena” além de atuar em espetáculos adultos, infantis e filmes publicitários, o ator tomou gosto pelo Stand Up no projeto “Microfone Aberto” que acontecia em São Paulo, e de lá pra cá não parou mais.

Atualmente, integra o elenco no canal “O meio é Mole”, onde escreve e atua em alguns dos roteiros. Com muito humor o irreverente ator bateu um papo em nossa embarcação, contando um pouco da sua carreira e projetos futuros.

jansen gravandoO Barquinho Cultural – Já passou por situações engraçadas ou inusitadas?

Jansen Serra – Já rolou coisas engraçadas sim, por exemplo: Em 2012 eu estava em um Bar no ABC Paulista falando sobre o refrigerante Dolly e no meio da plateia tinha um cara que era distribuidor desse refrigerante. Ele se identificou e na mesa dele todos estavam rindo muito, ele falou: “ Ei cara! Eu vendo Dolly! Sabia?!” o Bar ficou em silencio e eu respondi; Nossa! E na sua Biqueira, quais os outros tipos de drogas que você comercializa? Tem crack? Cocaina? E Dolly?. Todos acabaram rindo muito inclusive

OBC – Sua praia de atuação é Stand up, ou considera que como ator encara qualquer personagem?

JS – Minha praia é a arte. Sou apaixonado por atuar, escrever e dirigir. Amo Stand Up Comedy sempre gostei desde que assistia Seinfield nos anos 90. Mas, gosto de desafios, por exemplo: Nunca fiz uma peça de humor, no teatro quase sempre fiz coisas mais intensas. O mais próximo de humor que cheguei foi com Ionesco, interpretando o Capitão dos Bombeiros em “ A Cantora Careca”. Procuro sempre me preparar para sair da zona de conforto.

10577170_10202580159685164_6895439652506602720_nOBC – No stand Up você tem um grupo ou segue um trabalho solo?

JS – Tenho um grupo de humor “Máfia Comedy” que fundei em Abril de 2012 junto com Rafael Molina. Posteriormente agregamos ao grupo dos comediantes, Gustavo Boleiro e Rafael Facina. E tenho meu trabalho solo um deles é o “ Toneladas de Humor” participei com ele da Virada Cultural Paulista desse anos de 2014, em São João da Boa Vista e Santa Barbara do oeste. Sempre focado em entretenimento mesmo e fazer as pessoas rirem. E a outra frente são minhas apresentações em Empresas, onde direciono os textos para motivação, liderança e fidelização dos humanos, esse projeto é chamado de “ Tudo Vale a Pena”, pois misturo palestra com Stand Up Comedy e tenho que passar uma mensagem para os espectadores, preciso deixar tudo bem amarrado… rs

OBC – Quais suas metas na sua carreira como comediante?

JS – Como comediante eu me considero ainda em desenvolvimento, começando, são apenas quatro anos de experiência, mas engrenei mesmo faz um ano e meio.
Minha meta é sempre divertir as pessoas e buscar a minha satisfação. Sair dos shows satisfeito com o que fiz e com a plateia rindo, feliz. Se isso me levar para algum lugar ótimo. Caso não leve. Tudo bem também. Continuarei trabalhando duro para evoluir ao máximo e fazer essa arte para o resto da vida. Quero ainda escrever e dirigir um espetáculo de humor alem de escrever roteiros (nãonecessariamente de humor) e quem sabe um dia, dirigir um curta metragem e de pouco em pouco, adquirindo conhecimentos para um dia produzir e dirigir um longa-metragem. E ainda quero escrever dois livros, os assuntos prefiro deixar em segredo…rs.

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OBC – Tem Alguma dica pra que quer fazer Standup Comedy? Ou para alguém que queira seguir a carreira artística?

JS – A dica para quem quer viver e arte, seja stand up comedy, teatro, Tv, Cinema, dramaturgia, publicidade, etc..etc..etc. É: seja Forte! Determinado! Organizado!.
Tenha certeza do que quer, busque e esteja preparado para receber muita resposta negativa. Infelizmente a Arte em nosso país não é encarada profissionalmente como deveria ser e ainda hoje temos que enfrentar obstáculos, preconceitos e aproveitadores.
Mas, tenha em mente que, se é isso mesmo que você ama, a satisfação de cada conquista é inexplicável!. Estude, procure adquirir o máximo de conhecimento possível e se entregue a cada trabalho como se ele fosse mudar seu destino, pois nunca sabemos quando chegará nossa hora e precisamos estar preparados!.

Trabalhos realizados pelo Humoristas:

“A Mulher que Matou os Peixes” de Clarice Lispéctor;
“ Devorando Shakespeare”;
“ A cantora Careca” De Ionesco e “ O Natal de João e Maria”;
Curtas – “ Mulheres veste Almodovar”, “ Fortunato”, “Desacordes” e “ Uma Mulher e uma Arma”;
Em Publicidade Atuou em Campanha para Gilette e Atualmente está na Campanha de Fungicida Fox da Bayer;

Confira um episódio do canal “ O Meio é Mole”, onde o humorista faz parte do elenco:

Para mais info sobre a websérie ou sobre Jansen:
Youtube | Facebook | Twitter | Blog

Por: Tito Martins

[Caixa de Som] Sampa e suas nuances no pop-rock nacional

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Não é de hoje que São Paulo é o centro do cenário pop-rock no país, principalmente da cena alternativa, que vem crescendo em exorbitância atualmente, não apenas no pop-rock, mas de diversos outros gêneros, são relativamente várias bandas se formando por toda a capital paulita. Como os paulistanos da Banda Judith, que uniu professor e alunos em uma única paixão, a música.

14732417214_63f9b091fb_zNos vocais apresentando o professor universitário, Antonio Pires e na sequencia integram a banda os seus alunos, Nadia Pannaroni (bateria) e Marcelo Silva (guitarra), além dos jovens músicos Rock Barbieri (baixo) e Camilla Fidelis (backing vocal).

A banda foi formada em 2013, com um propósito de mostrar uma nova gradação a música popular brasileira, com canções de rimas significativas e com conteúdo, em refrões e letras com temas atuais, e que refletem na vivência de cada ouvinte ao escutá-la, pois música boa é aquela que entra pelos ouvidos e entra diretamente em seu consciente, e não vira chiclete impertinente.14702102964_728808bcea_z

O repertório do grupo são todos em português, com composições próprias e vários estilos interligados ao gosto pessoal da banda, entre eles estão, o pop, rock, R&B, MPB, etc, mostrando um novo frescor, com uma eferverscência contagiante e marcante em suas canções, transbordando arte e poesia por onde passam.

Conheça um pouco da Banda Judith no primeiro videoclipe, “Popstar”:


Para saber mais sobre a Banda Judith acesse o site da banda, ou então siga-os nas redes sociais, e lá poderá conferir agenda, lançamentos de singles, fotos e vídeos da galera.

Site | Facebook | Youtube | SoundCloud

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Por: Patrícia Visconti