[Cantinho Literário] A adolescente que compartilha e influencia outras crianças na leitura

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Ela tem apenas 17 anos, mas já é uma escritora premiada de prestígio e influencia outras crianças à leitura e a escrita.

Adora Svitak, a jovem escritora e palestrante nascida em Springfield, Oregon é uma criança prodígio, que aos sete anos já havia lançado seu primeiro livro, “Flying Fingers” – em português intitulado “Dedos voadores”, e mesmo com a pouca idade já influenciava outras crianças a ânsia na leitura, sendo até avançada de sala durante este período, incentivando ainda mais pessoas, para que conheçam melhor quem é Adora, fazendo com que os leitoras saiba mais o que há embaixo da manga desta garota. Seus objetivos, seus anseios, suas virtudes, sua duvidas e certezas.

8361_10151612599247704_1623074684_nComeçou a ler aos três anos e meio, e também foi considerada a pessoa influente mais jovem do mundo – The Century for Young People – no meio literário, recebendo a comanda das mãos de Peter Jennings, e ainda com os dizeres do próprio de que ela é o futuro.

Em 2007, ganhou um laptop de sua mãe e o que fascinava a garota era dissertar seus textos do Word. Após disso, seus tios mostraram outras funções na máquina, e ela ficou bastante ansiosa para experimentar e descobrir as outras ferramentas. Com a ajuda dos programas “JumpStart Typing for Kids” e DK’s “Creative Writing”, Adora já digitava 60 palavras por minuto.

Desde então, sua paixão pela escrita só aumentou, assim ela já poderia redigir sozinha cada programa instalado em seu laptop, além do mais, aprendeu novas palavras, enriquecendo seus textos fazendo-os que ficassem mais conjuntos e emocionantes.534135_10151611875387704_1340455852_n

Recentemente a jovem escritora e educadora começou a trabalhar em seu novo livro ‘History Tips for Kids‘ – “Dicas de histórias para crianças”. Um projeto que ajudará outras crianças a perceberem que a leitura pode ser mais legal, do que elas imaginam.

Seus livros favoritos são sobre batalhas e armas, de preferência que estejam recheados de ação e história, e essa essência que Adora pretende passar para as crianças de hoje.

Adora Svitak new children in the worldAlém do mais, a garota é editora do jornal da sua escola, escreve sobre ficção contemporânea, e está terminando seu épico pirata intitulado ‘The Ship Danger‘ – previsto para ser lançado em Outubro, que reúne um compilado de histórias de Adora emparelhados com seus próprios exercícios de aprendizagem e dicas de escrita.

O mais válido e ideal de Adora, é que a escritora apoia em suas próprias ideias, em seu estilo rebelde, sua escrita é impulsionada por um desejo de compartilhar com outros, fazendo-o com que elas pensam sobre a pauta em questão, formando suas próprias personagens femininas tem a tornado libertadora e educativa.

Além do mais, a criação de uma personagem própria, sendo ela a protagonista e no futuro ser ‘inteligente, forte, carinhosa e compassiva, e mais tarde involuntariamente escaninhos si mesma quando ela admite uma inclinação natural que tem atormentado os escritores ao longo dos séculos; “Muitas vezes eu dou os meus protagonistas minhas próprias características.”

adora_12Transformando sua imaginação fértil e criativo, para capacitar a destilação de sua vasta erudição em prosa dinâmica, a coragem para explorar diferentes gêneros, com sabedoria e maturidade para aceitar com as críticas, e um desejo incansável para melhorar seu ofício, escrevendo e revisando todos os dias. Uma grande escritora, mas antes de tudo, um gênio na literatura no século 21.

Para conhecer mais sobre o trabalho de Adora, acesse suas redes na web, desfrute um pouco desta menina, que mesmo com pouca idade, já disseminou sua breve sabedoria a outras crianças.

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Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Galeria Berenice Arvani apresenta obras do artista mineiro Décio Noviello

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Expondo pela primeira vez suas obras o artista plástico mineiro, Décio Noviello, 85, exibe suas peças na Galeria Berenice Arvani.

A mostra “Décio Noviello Pop e Barroco”, traz 35 pinturas e serigrafias do artista, explorando todas as tendências destes 50 anos de sua carreira artística, com uma linguagem que vai do pop art ao barroco, Noviello mostra cores fortes e impactantes, em pinturas chapadas e muita forma dentre suas obras.

O artista que foi ex-militar durante a Ditadura Militar, já foi pintor, carnavalesco, cenógrafo e figurinista, e essa é a primeira vez que ele expõem sua arte em uma galeria, apresentando não apenas o ‘pop art’ na década de 60, mas influências da arte barroca, muito presente na cultura mineira.

A exposição vai até HOJE, sexta-feira (25), na Galeria Berenice Arvani, localizada na nobre região da Oscar Freire,10154117_736656399689798_541485942_n em São Paulo.

SERVIÇO

“Décio Noviello Pop e Barroco”

Local: Galeria Berenice Arvani
end: Rua Oscar Freira, 540 – Cerqueira César – São Paulo/SP
Quando: até 25 de abril
Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h30
Contato: (11) 3082 1927
Site: www.galeriaberenicearvani.com
Preços: ENTRADA FRANCA

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] O futuro físico que virou cineasta

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Hoje não iremos indicar um filme, ou promover algum lançamento, mas sim falar de uma pessoa, que ingressou na faculdade de Física, mas suas veias artísticas e seu amor pelo cinema falou mais alto, fazendo com que ele desistisse da carreira cientifica.

Joaquim Pedro de Andrade, nasceu na década de 30, viveu parte no Rio de Janeiro, outra em Minas Gerais, filho de Rodrigo Melo Franco de Andrade (fundador do IPHAN) e de Graciema Prates de Sá. Em Minas foi onde ele ingressou na turma dos intelectuais brasileiros da época.

Ao entrar na Faculdade Nacional de Filosofia (1950), onde cursava Física, Joaquim Pedro começou a frequentar o cineclub do CEC (Centro de Estudos Cinematográficos), fundado por Saulo Pereira de Melo e Mário Haroldo Martins, no Rio de Janeiro. Desta época, o futuro cineasta foi incentivado por Plínio Sussekind Rocha, professor de mecânica analítica, teórico e defensor do cinema mudo e fundador do Chaplin Club.

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Além do mais, o cineasta escrevia para o jornal da faculdade sobre cinema, nesta década chegou a fazer experiências no cinema amador.

Atuou no filme ‘Les Thibault’, de Saulo Pereira de Melo, e trabalhou como assistente de direção no curta-metragem Caminhos, de Paulo César Saraceni. E foi nesta época onde o cineasta trocou a Física pelo cinema, foi assistente de direção do longa ‘Rebelião’, mas seu primeiro filme como diretor veio logo na sequência disso, com o curta-metragem ‘O Poeta do Castelo e o Mestre de Apipucos’, financiado pelo Instituto Nacional do Livro. A película registra a intimidade de seu amigo, confidente e afilhado de crisma, o poeta Manoel Bandeira e também, do sociólogo Gilberto Freyre.

Após essa produção, Joaquim produziu o curta ‘Couro de Gato’, filmado no morro do Cantagalo, e fotografado por Mário Carneiro. Ao finalizar esse filme, o cineasta ganhou uma bolsa de estudo do governo francês, para estudar cinema na França.

Ao regressar ao Brasil, foi convidado para dirigir o documentário ‘Garrincha, Alegria do Povo’, idealizado por Luís Carlos Barreto, produtor e roteirista da produção, junto com Armando Nogueira.
Fundou a produtora Filmes do Serro, onde rodou vários filmes, entre eles ‘O Padre e a Moça’, e também o sucesso de crítica inspirado na obra do escritor Mario de Andrade, ‘Macunaíma’, aonde ele filmou após ser libertado das prisões do DOPS, durante a Ditadura Militar em 1969.

Filmou outros curtas e longas-metragem, após disso e faleceu em setembro de 1988, vítima de um câncer de pulmão, antes mesmo de concretizar seu sonho em produzir a adaptação da obra ‘Casa-Grande e Senzala’, de Gilberto Freyre, para o cinema.

Um artista que não pode ser esquecido assim, como se não houvesse passado e construído a história do cinema nacional.

Confira abaixo a filmografia de Joaquim Pedro de Andrade:

Longa-metragens

Garrincha, Alegria do Povo, (1963)
O Padre e a Moça, (1965)
Macunaíma, (1969)
Os Inconfidentes, (1972)
Guerra Conjugal, (1975)
Contos Eróticos, (1977)
O Homem do Pau-Brasil, (1981)

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Curta-metragens

O mestre de Apipucos, (1959)
O Poeta do castelo, (1959)
Couro de gato, (1960, posteriormente incluido como segmento do filme Cinco Vezes Favela de 1962)
Cinema Novo, (1967)
Brasília, contradições de uma cidade nova, (1967)
A linguagem da persuasão, (1970)
O Aleijadinho, (1978)

Trailer de ‘Macunaíma’:

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A emoção sintoniza a Banda Trivas

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Íamos falar sobre  o centenário do Dorival Caymmi,  mas como o compositor, músico, instrumentista e artista completaria 100 anos é só no dia 30, então deixamos para a próxima semana, e nesta falaremos de uma banda que presa muito sua origem autoral, influenciado pelo pop e rock nacional, a pauta hoje é sobre a Banda Trivas.

A Banda Trivas está na estrada desde 2008, sempre buscando almejar seu objetivo, que é emocionar as pessoas e fazer música de coração.

Trivas é formada pelos músicos Larissa Rodrigues (vocal e violão) e e Rui Assis (bateria), ambos residentes do bairro da Parada Inglesa, zona norte de São Paulo. Músicos que tem mais música em comum um ao outro, mas buscam prestígio em sua carreira, mostrando toda sua sonoridade pop e rock influenciada pelos principais grupos nacionais ou internacionais do gênero, entre eles estão U2, Roupa Nova, Cazuza, entre outros.

O grupo têm se apresentado em bares, festas e eventos, desde o lançamento do primeiro álbum independente da banda, lançado no Café Piu Piu, “Sorrindo Pra Mim”, produzido por Luciano Oliveira (produtor da banda), no Estúdio Ponto Som localizado no estado do Paraná.

No disco há diversas músicas, todas autorais, composta pelos próprios integrantes da banda, e também pelo amigo e parceiro da Trivas, o músico Rubens Plinta. As letras são marcantes e as melodias abordam direto na alma, trazendo temas e histórias rotineiras de situações vividas pelos músicos ou por alguém próxima à eles, sempre trazendo emoções e realizações em seus projetos, visando incentivo à cultura e ao desenvolvimento autoral de cada individuo.

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Confira abaixo o primeiro videoclipe homônimo ao álbum abaixo:



Para mais informações, acesse as redes da Trivas e conecte-se com a banda: Site | Facebook | SoundCloud | Youtube

Por: Patrícia Visconti