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[Cyber Cult] High Care – A tecnologia em prol à saúde

A tecnologia aplicada à saúde está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, seja no tratamento de dores ou na remoção de um câncer. E essa facilidade existe graças a anos de muita pesquisa na área médica e que tem colaborado para a cura e qualidade de vida de pacientes com câncer.

Robô Da Vinci
Um deles, conhecido como HIFU – High Intensity Focused Ultrasound, atua no combate ao câncer de próstata de forma não invasiva, emitindo calor através de ultrassom. E falando em tratamento não invasivo, há também as pesquisas em nano cirurgia.
O Prof. Dr. Karsten König criou em parceria com uma equipe alemã uma ferramenta molecular que tem por objetivo desativar sequências de DNA em células cancerígenas.
Outro avanço tecnologico é o Robô Da Vinci, que permite cirurgias a longa distância. O primeiro teste foi realizado em Simi Valey, na California com o médico em Seatle, há quase dez anos.
Tudo o que foi mencionado aqui parece algo tirado de um filme de ficção científica, já que se trata de tecnologia cuidadosamente desenhada para o bem estar humano e não admite falhas, mas há também aquela acessível, simples e que livra da tendinite chata que atrapalha.
Você já deve ter visto a propaganda de algum “remédio” que desliga a dor e se perguntado como funciona. Muito simples, através de impulsos elétricos enviados para o cérebro!
A tecnologia TENS (Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation ou Eletroestimulação nervosa transcutânea) consiste em terapia não invasiva, que envia os estímulos sobre a pele em sessões de até 30 minutos, sendo controlada pelo usuário.
Inspirada em tratamentos fisioterapêuticos, agora ela é comercializada em versão menor (apenas dois eletrodos) no tratamento de dores crônicas como lombalgias e tendinites.

A tecnologia médica é fascinante, mas o melhor ainda é consultar um profissional para que ele prescreva o tratamento adequado. E se o dodói não for muito, ainda vale apelar para a insuperável técnica que atravessa gerações: carinho de mãe!
Por: Beth Tavares
[Fotografia] Sampa nos mínimos detalhes
O que faz que uma das maiores cidades do mundo, seja Sampa? A arquitetura? Os paulistanos? A história? Sem duvida, tudo isso faz parte dessa icônica metrópole que acolhe gente de toda parte do mundo.
Mas, há detalhes que quase passam despercebidos no caos, mas que fazem diferença aos olhos atentos de quem vive e sobrevive nessa pauliceia desvairada!
Parque da Independência, bairro do Ipiranga
Sobrevivente solitária, no centro de São Paulo!
Vivendo a infância na Avenida Paulista
Jardim vertical, avenida 9 de Julho
Estação da Luz
Parque Minhocão
Selva de Pedra, conhecida também por Sampa!
Por: Beth Tavares
[Cyber Cult] Para vestir e investir!

Moda é um assunto que sempre despertou o interesse do público e da mídia, seja pelo frisson causado nos “fashionistas” ou seja pela crítica para uma nova coleção. Ficar indiferente à ela, é quase impossível.
Um dos reflexos da sociedade traz consigo história e cultura, mas engana-se quem pensa que é referência apenas para o passado, o mercado fashion também pensa no futuro.
Devido a constante mudança na sociedade e no clima, os profissionais atuantes estão sempre buscando por inovações que valorizem suas peças. No entanto, a tecnologia é uma grande aliada na confecção das coleções práticas e úteis no dia a dia.
Desde tecidos confeccionados a partir de PET a casacos que se adequam a temperatura ambiente, a moda high tech passa por constantes atualizações, permitindo ir além de contribuir com a sociedade, mas também movimenta milhões na industria têxtil. Um exemplo disso trata da última edição da feira internacional TechTextil, que ocorreu em maio de 2015 em Frankfurt, Alemanha, acolheu 1389 empresas do setor.
Algumas peças confeccionadas com tecnologia já são encontradas para venda, como as produzidos a partir da PET. Isso mesmo, tecido confeccionado com garrafa PET.
Duas garrafas de dois litros são suficientes para produzir fibras para uma camiseta. Marcas como Hering, Osklen, Mizuno e Brookfield são algumas das empresas que investem nesse setor, que absorve 50% do PET reciclado no Brasil.
Já em outro canto do mundo, uma empresa suíça investiu em uma luxuosa bolsa recarregável, equipada com células fotovoltaicas, que a torna capaz de recarregar um celular. Economia de energia agregada a sofisticação!
Solar Handbag, da Forster e Rohner
De acordo com a federação suíça, os têxteis high tech representam cerca de um quinto das exportações do pais, que tem o EMPA – Engenheiros especializados do Setor Têxtil dos Laboratórios Federais de Testes e de Pesquisa como um dos parceiros em pesquisa do setor que visa a fusão da moda a tecnologia.

Já Nelson Cardoso, um dos investigadores do CENTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, juntamente com sua equipe desenvolveu uma nova geração de fibras de poliéster termo reguladoras, que vai da confecção de roupas do dia a dia a edredons.
A ideia parece um tanto distante da realidade de muitos, mas não é difícil encontrar peças a venda, que de imediato não sugere tecnologia de ponta, como no caso das roupinhas para bebês com citronela, que começaram a ser produzidas há seis meses, em Londrina, Paraná.
A empresa investiu em nanotecnologia para a aplicação de microcápsulas de citronela no tecido, e com a epidemia de zika, dengue e chigunkunya, tem até fila de espera, e a linha de produção foi ajustada priorizando a produção com o repelente.
Tecnologia e moda caminham lado a lado na evolução da sociedade, e a fusão desses dois setores só impacta de maneira positiva a economia mundial, impulsiona a reciclagem favorecendo a ecologia e viabiliza conforto e praticidade aos seus consumidores.
Parece papo futurista, e é! O futuro como imaginamos há 30 anos está acontecendo, e enquando eu vos escrevo, alguma inovação no setor é vislumbrada por algum empreendedor em algum lugar no mundo. Talvez, bem perto de você!
Por: Beth Tavares
[Fotografia] Os trens paulista se encontram em Paranapiacaba
Locobreque, auxiliava na subida e na descida dos trens da linha Santos – Jundiaí no inicio do século XX. Hoje é peça histórica exposta na vila de Paranapiacaba, município de Santo André.
Por: Beth Tavares
















