[Cabine da Pipoca] Rogue One: Star Wars de uma forma mais real do que na saga original

Rogue One: A Star Wars Story Death Star Ph: Film Frame ©Lucasfilm LFL

Star Wars Rogue One é um filme derivado de Star Wars e passa antes do episódio IV e depois do episódio III e essa união com uma nova esperança é muito bem produzida por sinal, um grande destaque nesta película é a aparição de Peter Cushing que interpreta o Governador Tarkin, tal qual foi feita digitalmente já que o ator faleceu em 11 de agosto de 1994, e isso foi muito de legal de se ver, devido a sua importância à Saga. Continuar lendo “[Cabine da Pipoca] Rogue One: Star Wars de uma forma mais real do que na saga original”

[Cabine da Pipoca] Esquadrão Suicida – Os Vilões salvando o mundo

O que dizer sobre o filme do Esquadrão Suicida?

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Bem, digamos que a DC Comics realmente superou em fazer um filme em que os vilões salvam o mundo. Afinal, quando poderíamos imaginar onde os vilões mais sujos e na grande maioria arqui-inimigos do Batman, podem se tornar os heróis?! Continuar lendo “[Cabine da Pipoca] Esquadrão Suicida – Os Vilões salvando o mundo”

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Quando a madrugada adentra, as vitrines do centro da capital paulista são invadidas para fazer uma crítica ao Feminicídio, a Mercantilização do corpo e mente das Mulheres, e também a vampirização dos mesmos, desmistificando o capital patriarcal.

Um projeto integrado ao Vulvar, tem como proposta das Mal-Amadas Poéticas do Desmonte Grupo de Teatro Feminista da Cooperativa Paulista de Teatro. “Vitrines Mortas” as mulheres são peças de vitrines, mas bem distinta do que como são mostradas nas passarelas e mostruários da moda.

As apresentações acontecem duas vezes por mês, sendo a próxima ocorrerá no dia 29 de Abril, a partir das 18h, na rua Cel. Xavier de Toledo, 210/ sala 112, em frente ao metrô Anhangabaú. Sempre com uma análise crítica e social da maneira que a mulher é exibida na sociedade.

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Por: Patrícia Visconti

[FOTOGRAFIA] Vitrines Mortas

[Cabine da Pipoca] Tela Larga apresenta o longa “A Presa”

A Presa

Sinopse:

Nathan (Grégoire Colin) viaja com a esposa Claire (Bérénice Bejo) para a tradicional reunião de outono na casa de campo do sogro. Eles pretendem anunciar a chegada do primeiro filho do casal e tomar delicadas decisões para salvar a empresa de pesticidas da família. Logo na primeira noite, um veado ataca o pai de Claire e os homens da família decidem se aventurar pela floresta para entender os motivos do comportamento estranho do animal. Carregando uma arma pela primeira vez na vida e percebendo a tensão crescente entre pai e filhos, Nathan logo descobre que a estação de caça ainda não terminou.

Confira a resenha crítica do fotógrafo e produtor audiovisual, Pierre Cortes:

Por: Pierre Cortes, do blog Tela Larga

[8 Bits] “HUE BR” – Uma praga a ser eliminada

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Esse vai ser um texto bem diferente dos de costume. Não será uma crítica, uma resenha ou expectativa sobre algum game ou console. O papo é mais sério. Pode ficar bem grande e com isso, abrindo diversas questões, críticas ou algo a mais, mas isso pode ser resolvido depois.

Confesso ter guardado este assunto com um certo sigilo, pois falar deste assunto envolve apontar dedos, criticar e pode gerar confusões sérias, mas certas horas devem se tomar atitudes necessárias.

Pragas existem em todos os lugares, seja nas ruas, como os ratos, na internet como os vírus ou hackers, e até no mundo dos games. Esses seres (se assim pode dizer) conseguiram criar um estigma péssimo, e para piorar, ainda levantam a bandeira da nossa pátria amada: Estou falando dos HUE BRs.

E quem são estes? Para responder isso, seria uma longa história, mas colocando em linhas simples: Jogadores Brasileiros que destroem e acabam com a diversão do jogo apenas por puro prazer. Seja ele um aliado do seu time atiçando a equipe toda por atrapalhar a partida ou o inimigo cheio de hacks que faz dele imbatível, e consequentemente, esfrega na sua cara o quanto você é ruim e ele, insuperável. Para piorar, eles carregam a identidade brasileira, fazendo com que qualquer brasileiro que jogue algum game online de outro país, seja visto como “câncer”, mesmo que este jogador brasileiro do exemplo acima não seja maldoso outenha péssimas intenções. Isto fez com que todas as comunidades criassem um estigma onde “Brasileiros são o câncer da internet”. A pior parte, então, é como evitar isso?

Para aqueles que estão lendo, devem se lembrar (e com raiva) as tantas partidas de jogos online, como League of Legends por exemplo, onde os HUE BRs causam dor de cabeça e mais stress. O pior de tudo é assistir (pois você está jogando) a sua idiotice completa, pondo você, sua equipe e até ele mesmo numa derrota amarga por estupidez. Felizmente, há sim uma solução para tal praga: Ignorá-la. Mas como?

Simples, basta ignorar a pessoa completamente. Se o jogador lhe xinga, não retruque. Se atrapalha sua jogatina, apenas finja que este não existe.

Eles vivem de atenção e da conhecia “rage”. Sem ter esses dois fatores, o HUE BR se cansa e logo desiste, pos não ninguém para crítica-lo ou motivar-lhe a fazer mais. E o mais importante: Tenha respeito. Isso sempre foi a melhor arma contra qualquer situação semelhante.

Está longe de acabar esta terrível praga dos games, mas com um pouco de paciência, respeito e tolerância, a cada dia ela fica cada vez menor.

Por: Daniel Bárris