Odair José começou a carreira na década de 70, sempre com letras que visam uma reflexão social e abomina o politicamente correto, ele já teve vários sucessos censurados na época da ditadura militar, pois ele remetia suas composições de uma forma distinta e peculiar qual a mídia e a política da época repercutia, além das guitarras sincronizadas e afiadas, em plena conexão com cada refrão apresentado. E hoje, 40 anos depois, ele continua nessa mesma batida e com a mesma ideia, como em seu 36º álbum, intitulado “Gatos e Ratos” que retrata muito bem o momento atual do Brasil. Continuar lendo “[Caixa de Som] Odair José lança seu 36º álbum pautando as peculiaridades sociais do Brasil”→
A Cabine da Pipoca desta semana vestiu a camisa verde e amarela, e hoje nós vamos falar do longa brasileiro ‘De onde eu te vejo’, filme que marca a volta da atriz Denise Fraga as telonas.
O filme retrata a história da arquiteta Ana Lúcia e do jornalista Fábio, um casal, que dividiu a vida durante vinte anos e decide se separar, mas acaba indo morar em prédios vizinhos e com apartamentos com vista um para o outro. E assim, acabam mantendo o contato diário, o que trás diversos problemas e reflexões não só para o casal, mas para quem está assistindo também.
Calma. Se você acha que o filme é só mais uma historinha de um casal que se separou, mas que no final vai voltar e viver feliz para sempre, não tire conclusões precipitadas. Uma das propostas do longa é fazer o espectador refletir sobre as histórias das pessoas que passam por ele no dia a dia, é fazer quem está assistindo pensar que cada pessoa tem um relato distinto para contar, com pontos de vistas diferentes e aonde essas histórias podem acrescentar muito nas nossas vidas, até muda-las.
“De onde eu te vejo” marca a volta da atriz Denise Fraga as telonas e tem direção de Luiz Villaça, que dirigiu filmes como “O Contador de Histórias” e o famoso programa “Retrato falado”. A história passa na movimentada São Paulo que guarda milhares de segredos em seus grandes prédios e em suas milhares de ruas.
O filme tem estreia prevista para dia 07 de Abril – Hoje! – e promete ser uma boa história de reflexão com uma pitadinha de romance. Por isso, aproveitem que o fim de semana está chegando e vão prestigiar também o cinema nacional e conheçam uma das milhões de histórias que São Paulo esconde.
Sinopse:
Depois de 20 anos juntos, o jornalista Fábio (Domingos Montagner) e a arquiteta Ana Lúcia (Denise Fraga) decidem se separar. Ou quase. Ele se muda para o apartamento em frente ao que dividia com ela e com a filha adolescente, Manoela (Manoela Aliperti). É então que eles percebem que se separar vai muito além de apenas mudar de endereço e que uma relação é muito mais que morar sob o mesmo teto.
Neste fim de semana – 12 e 13 de setembro (sábado e dominfo) – o Grupo LOUPT – LOUcos Por Teatro estreia a peça “A Comédia à Margem da Estrada”, no Teatro Padre Bento, em Guarulhos.
Um texto leve de Osvaldo Coelho, inspirado no conto de Rudy Kipling. Trata-se da história de cinco ingleses que após a invasão da Inglaterra à Índia, vivem completamente isolados do mundo “civilizado” no vilarejo de Kashima, e neste lugar eles fazem de tudo para alcançarem seus objetivos.
Uma história que nos faz refletir e divertir, além de pensar sobre os sistemas em que vivemos e com a vida que levamos ou deixamos de viver.
SERVIÇO
“A Comédia à Margem da Estrada”
Datas e horários:
12/09/15 às 20h – sábado
e 13/09/15 às 19h – domingo
Local: Teatro Padre Bento
End: Rua Francisco Foot nº 03 – Jd. Tranquilidade – Guarulhos/SP.
Gênero: Comédia
Tempo do espetáculo: 60 minutos.
Indicação: 12 anos.
Ingressos: ENTRADA FRANCA – retirar ingressos com uma hora de antecedência.
Mais informações:
Tel.: (11) 2229-5043
E-mail: formacaocultural.guarulhos@gmail.com
Com sua voz potente e repleta de ritmo, o paulista de São Caetano do Sul, criado na zona leste de São Paulo, Beto Soul descobriu sua ânsia pela música ainda na infância, inspirado pelo avó materno, mas foi após sua irmã mais velha dar um violão à ele que as primeiras poesias e canções começaram a serem criadas.
Cantando seu cotidiano, suas letras podem ser alocadas na vida de qualquer habitante de uma metrópole caótica e apaixonante como São Paulo, dividindo ideias e repartindo sentimentos, mesmo não ditos da boca para fora, mas apenas vistos nos olhares de cada um.
Beto já participou de diversos festivais e circuitos culturais, entre eles o festival “Ultra Som”, promovido pela extinta MTV, qual ele conquistou o primeiro lugar, e incluiu uma música na coletânea lançada pela emissora em parceria com a Abril Music, além de outra participação importante no Projeto “Rumos Musicais”, realizado pelo Itaú Cultural, reunindo canções de diversas parte do Brasil em diversas vertentes.
Seu primeiro foi lançado em 2002, intitulado “Gema do Mundo”, sob a direção e produção musical de Julinho Teixeira, e Beto apresentava em seu repertório releituras de grandes nomes da MPB, entre eles Caetano, Gil, Djavan, Clube da Esquina, João Bosco e Marisa Monte, entre outros, na noite paulistana.
Cinco anos depois, em 2007 o segundo disco do artista, o “Mais Além” saía do forno, mais livre e maduro em suas criações, Beto faz um tour pelo pop, jazz, soul e MPB. Este projeto ele rompeu as fronteiras e atravessou o oceano para propagá-lo, indo à Espanha e Itália mostrar um pouco de seu trabalho autoral e qualitativo para a música mundial.
Com uma carreira solidifica e ciente do que ele quer apresentar ao seu publico, Beto irá lançar seu terceiro álbum, mas dessa vez ele escolheu apenas uma versão eletrônica, já que o disco será apenas lançado em EP com apenas seis faixas, dentre essas quatro em parceria com o produtor musical Ricardo Parronchi.
Beto Soul traz uma nova faceta para a música popular brasileira, abordando assunto que falam de amor, medos, cotidiano, verdades e mentiras que martelam na cabeça de qualquer pessoa sobre o mundo em que vivemos, além de músicas dançantes e descompromissadas, para agregar até mesmo os ouvidos mais seletos musicalmente.
Assista abaixo o primeiro videoclipe “A cidade das esquinas pouco iluminadas”: