Mulher-Maravilha 1984, é a sequência do longa da maior super-heroína dos quadrinhos mundiais, que traz em sua trama ação, cumplicidade, amizade, e claro, muito amor, afinal só ele pode curar as dores enraizadas nos coraçõs mais aquebrantados e salvar a humanidade dos males que a assola e leva à todos a desunião, ao ódio e a ganância, colocada pela sociedade nas mentes humanas para ludibriar e saciar o poder inerente e pessoal em cada um. Continuar lendo “Mulher-Maravilha 1984 – Uma trama fascinante, empoderada e com muito amor envolvido”
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Coelho Nero ganha álbum especial com “O Melhor de 11 anos”
O coelhinho mais ranzinza, mau humorado, sarcástico e crítico, completa 11 anos em 2020. Não, não é uma versão bad bunny do Sansão, o coelhinho da Mônica, mas sim o Coelho Nero, que foi criado pelo ilustrador e caricaturista Omar Vinõle, que ganhará uma nova coletânea para celebrar seu 11° aniversário. Continuar lendo “Coelho Nero ganha álbum especial com “O Melhor de 11 anos””
Radioativa traz de maneira visceral e autêntica os sentimentos vorazes e mundamos dos tempos atuais
Os cariocas da banda de rock alternativo Radioativa acaba de lançar o novo single, “Am” (‘Lá menor’), uma canção visceral, inrente e intensa, que reflete um pouco a realidade deste ano que passamos, sobre sentimentos confusos, solidão, recomeços e novos padrões de comportamento e desgaste demasiado em rotinas comuns. Continuar lendo “Radioativa traz de maneira visceral e autêntica os sentimentos vorazes e mundamos dos tempos atuais”
Yannick Hara desabafa em prol aos humilhados e repudiados pela sociedade
Indiferença, ofensas e humilhação, são algo muito relevante que mostram quão a sociedade atual é hipócrita e pejorativa, que visa apenas o seu lado e esquece das diferenças que há nesta imensidão de mundo na qual vivemos. Continuar lendo “Yannick Hara desabafa em prol aos humilhados e repudiados pela sociedade”
“Meu Nome é Ray” – Um drama de aceitação e a busca verídica por si mesmo
Ray, nasceu Ramona, mas nunca se identificou com seu gênero de nascimento, já que ele sempre se viu um menino. Criado pela sua mãe Maggie, sua avó Dolly e a namorada de sua avó Frances, o garoto não teve uma figura paterna presente em sua vida, pois seu pai nunca viveu com eles e também, tinha uma outra família, como sempre sonhará. Além disso, ele nasceu quando seus pais ainda namoravam, e após um conflito de relacionamento e “fidelidade”, que foram mais relevantes do que a própria criança. Continuar lendo ““Meu Nome é Ray” – Um drama de aceitação e a busca verídica por si mesmo”





