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[Total Flex] A Bienal do Livro compartilha o conhecimento em São Paulo

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Há uma semana atrás – dia 22 de agosto – começou a maior feira de livros do Brasil, a 23ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece até domingo (31), no Pavilhão de Exposição do Anhembi, sediado no Parque Anhembi, na zona norte da capital paulista.

São milhares de estandes, com diferentes gêneros da escrita nacional e mundial, além de autores revelações e outros já consagrados, muitas pessoas já passaram pela Bienal e tantas outras ainda passarão neste fim de semana. Uma festa da literatura na maior cidade do país.

Estudantes, professores, profissionais da mídia, escritores, nerds, músicos, atores, etc. Haverá muita gente reunida para debater, compartilhar e agregar cada dia mais, um conhecimento único e oportuno para suas vidas, trocando experiências profissionais e até mesmo, pessoais, dando nuances distintas em um mundo onde todos apenas visam para a ganância, soberba e arrogância.

O evento traz aos seus frequentadores essa maneira de entreter e aflorar seus conhecimentos mais íntimos, ou seja, aqueles que apenas demonstramos em nosso quarto, com nosso próprio pensamento. Um acontecimento que apresenta algo novo e compartilha permeando com o clássico, não discriminando nenhuma forma culta de aquinhoar a literatura brasileira, que é tão jovem e ainda, há muito para ser desbravada.

Para aqueles que ainda não foram à Bienal poderão conferir neste sábado e domingo, respectivamente dias 30 e 31 de Agosto – últimos dias do evento -, qual terá encontros com os autores, palestras, conversas, workshops, lançamentos, musicais, entre outros acontecimentos exclusivos para este fim de semana, que das 10h às 22h, com exceção no domingo que a bilheteria fechará às 19h e o evento encerra com sua super festa literária às 21h. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através o site bienaldolivrosp.com.br.

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Por: Patrícia Visconti

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[Caixa de Som] A Voz popular e autoral da música brasileira

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Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.

Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:

1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.

O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?

Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.

10559292_667557319993448_272722784_nOBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento?
KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)

OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?

KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.

10563082_274021889473339_3423339289967116828_nOBC –  Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?

KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.

OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…

KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.

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Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:


Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.

SERVIÇO

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Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI

E para conhecer mais sobre a Voz em Dó,  acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.

FACEBOOK | SOUNDCLOUD | YOUTUBE

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A arte OCUPA a OUVIDOR 63

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Não é de hoje que São Paulo é uma cidade multi, multi no tamanho, mas manifestações sociais, na arte e populacional, basta andarilhar pela capital paulistana que a cada esquina encontra-se algo novo, diferente e irreverente, para mudar os ares dessa selva de pedras.

10527326_726936164038676_6571153279441746832_nNas artes não é diferente, são centenas de artistas espalhados pelas ruas, mas com pouco estímulo e incentivo à eles, fazendo com que muitos têm de levar seus trabalhos para as ruas, e conseguir alguns centavos para seu sustento.

Visando nisso, um grupo de artistas resolveu ocupar desde o dia 1º de maio, o prédio da Rua Ouvidor número 63, um prédio de 13 andares de propriedade do CDHU, desocupado há dez anos, tornando àquele lugar não apenas um centro cultural, mas sim a residência destes artistas, que na maioria das vezes vem de outro Estado, para conquistar seu espaço da cidade grande, e não possuí um lugar para morar.

São diversas atividades artísticas, desde mús10372074_690904634308496_4067142248056251736_nica, artes plásticas, cênicas, fotografia, dança, desenho, etc, todos juntos com o mesmo propósito, transformar o ócio de pedra em residência artística e cultural para a cidade. Limparam as salas, consertaram os encanamentos, mexeram na fiação e decoraram os ambientes de modo bastante cultural e despojado, fazendo com que a vizinhança do Ouvidor não apenas se incomode com o barulho,
mas faça parte desse grande movimento cultural criado em São Paulo, integrando a capital à cultura de rua.

A programação do prédio é voltada para todos aqueles que tem interesse cultural e social, é sempre afixada na entrada do prédio, que não há um porteiro ou recepcionista, basta entrar, subir e conferir10308295_690907117641581_8702340626420828671_n a programação do dia – divulgada também na página no Facebook. Dentre essas programações há oficinas (de dança, vídeo ou bambolê), apresentações performáticas, dramáticas e musicais, exposições artísticas, exibições cinematográficas, entre outras atividades. Além do mais, o imóvel ainda serve de moradia, como foi dito acima, para que os artistas, possam desenvolver e planejar melhor seus projetos em questão.

Um projeto que mobilizou até mesmo o prefeito Fernando Haddad que ficou interessado em conhecer a ideia do projeto e também pelo que eles fazem por lá, já que isso inspira para que novos grupos floresçam seus pensamentos e dão diretriz em suas visões políticas. Transformando ideias em realizações, cimento em cultura e arte em soluções para desenvolvimento solidário e humano na cidade.

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Para mais informações sobre oficinas, apresentações ou até mesmo para visitar por curiosidade, acesse o Facebook do coletivo, que lá sempre traz novidades sobre o acontece no edifício.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Marina Wisnik: A artista dos palíndromos

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Foto de: Danilo Rosa Carneiro

Marina Wisnik, cantora, compositora, atriz e arte-educadora. A música sempre fez parte de sua vida, mas a escrita é sua paixão sem extinção.

Aos 13 anos começou a fazer palíndromos (frases que, ao lidas também de trás para frente, conservam o mesmo significado). O primeiro criado por Marina foi: LÁ VOU EU EM MEU EU OVAL!

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Arquivo pessoal

Ainda na adolescência, aos 15, ingressou na Cia de Teatro Uzina Uzona, onde atuou na peça “Bacantes!”, no Teatro Oficina, com direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

Formada em Letras, pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou como arte-educadora em projetos associados à literatura e outras linguagens, foi nesta época que Marina publicou seu primeiro livro de palíndromos “SÓS”, pela Editora Oficina Raquel.

Os anos passaram, e a música voltou à sua vida, aos 27, ela começou a criar melodias, harmonias e letras, organizando assim seus pensamentos e sua forma de expressar, nascendo seu primeiro álbum, intitulado “Na rua agora”.

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Foto de: Diego Ciarlariello

Após amadurecimentos e parcerias com grandes da música popular brasileira, como Marcelo Jeneci, Jonas Tatit e Eric Rahal e entre outros, a cantora começou a realizar shows intimistas em São Paulo, e para entrar no estúdio e gravar seu primeiro compacto foi um pulo, com produção do próprio Jeneci e junto com Yuri Kalil. Em 2012, “Na rua agora”, estava pronto para agregar aos ouvidos dos bons ouvintes, sendo bem recebido pelas críticas dos grandes veículos,de São Paulo e do Brasil, e também pelo público em geral.

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Foto de: João Livra

Sua voz soprano, mas com leves toques de grave traz a leveza da canção e eleva o ouvinte a outra dimensão, fazendo com que a letra adequar a linguagem rotineira da vida de qualquer individuo, pois são letras intimistas, mas ao mesmo tempo é influencia à todos ouvintes que possuem a mente aberta, mas antes de tudo a alma e coração.
Além do mais, Marina ministra oficinas de criação poética em lugares como Centro Cultural São Paulo, Casa do Saber, entre outros. Publicou em 2013 a segunda edição do seu livro de palíndromos, SÓS. O livro-objeto, composto por 28 lâminas de palíndromos serigrafados em diferentes papéis, foi lançado pela Editora Livra.

Conheça um pouco mais desta cantora, com voz de diva e alma de artista, acesse o site oficial da Marina e ouça um pouco de seu trabalho. Abaixo, escute a música “Elevado”, primeiro single do último álbum da cantora ‘Váz’, lançado em maio deste ano.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] FotoArte & Orfanato da Fotografia juntos na 4ª edição da exposição que revela as novas caras da fotografia

10344791_296410697200546_3372381960214254982_nOs ‘orfãs’ (fotografos) em uma saída fotográfica do Orfanato da Fotografia

Vem ai mais uma FotoArte, organizada pela Infinity Events, para apresentar novos talentos da fotografia, mas esta quarta edição da exposição, terá um toque a mais, pois a produtora está fazendo parceria com o grupo de fotografia da Marina Quezada, o Orfanato de Fotografia, mas os esquemas do evento serão os mesmo, promover e divulgar as novas caras, que estão espalhadas pro ai clicando, mas sem ter a oportunidade de expor.

Além de haver um um bate papo com o fotógrafo Rubens Vieira, que falará com os integrantes do Orfanato sobre o Specialkids, projeto do qual ele é representante na América Latina.

O SpecialKids é um projeto que representar as famílias e crianças com necessidades especiais junto à comunidade fotográfica com o objetivo de expandir as oportunidades de acesso dessas crianças à Fotografia Profissional em nível nacional.

Por isso, quem quiser aparecer e prestigiar a mais a FotoArte #4 e tomar uma cerveja geladinha e claro, além de conferir e bater um papo com os fotógrafos, é só aparecer neste sábado, dia 26 de julho, a partir das 15:00 horas e o local, ainda continua sendo o aconchegante e fofo, albergue situado na Vila Madalena em São Paulo, o Hostel Alice.

Assista o vídeo de como foi a FotoArte #3 e veja o que espera para a 4ª edição da mostra:

video por: Manu Silva [Blast V.I.P]

Serviço:
FotoArte #4 & Orfanato da Fotografia
Local: Hostel Alice
Rua Harmonia 1275
Vila Madalena – São Paulo
Data: 26/Julho/2014
Horas: a partir das 15h00 (sábado)

Mais informações:
FotoArte: https://www.facebook.com/expofotoarte
Orfanato: https://www.facebook.com/OrfanatodeFotografia
FotoArte #4:
https://www.facebook.com/events/765267353523404/?ref_dashboard_filter=upcoming

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Coletivo Rede mostra vida as ruas cinzentas de São Paulo

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Foto: Arquivo Coletivo Rede

A fotografia é a arte visual mais popular do mundo alternativo, principalmente aos amantes desta vertente artística, que adora andarilhar pela cidade com sua câmera embaixo do braço e muitas ideias na cabeça.

Baseado nisso a fotógrafa Lulu Soares criou o projeto ‘Ce já viu?’, uma idealização do Coletivo Rede, um grupo de apreciadores da fotografia de rua, cujos integrantes se conheceram ao acaso, durante suas andanças pela metrópole paulistana.

O propósito desta mostra é reunir e apresentar um conjunto de fotografias que mostram várias nuances da paisagem urbana, criando um contraponto aos arranha-céus da cidade.

O Coletivo Rede é um grupo originalizado para divulgar a rua como vida, e não apenas asfalto e cimento, salientar que lá pulsa sensibilidade natural de vivência, inspirar-se na arte urbana, nos artistas que amostram cultura pelas passagens acimentadas da cidade, moldando o perfil físico, emocional e estético da cidade. A rua é, por excelência, o local onde se tecem as verdadeiras redes sociais. Valorizando a rua como lugar de estar, viver e ver; e a fotografia é um pretexto para dela desfrutar.

FICHA TÉCNICA

Curadoria e Produção:
Elaine Galdino
Juliana Sofia Lepera

Idealizadora e Coordenadora:
Lulu Soares

Fotógrafos Expositores:
Auricelia Lima
Caru Martini
EBarros
Elza Albuquerque
Eva Bella
Fefê Bella
Klauss Schramm
Leo Bella
Lulu Soares
Chico Tchello
Vera Lucia Dias

SERVIÇO

‘Ce já viu?’
Local: Passagem subterrânea da Consolação
End: Esquina da Av. Paulista com a Rua da Consolação.1497646_239753719529608_1992869352_n
Colagem do lambe-lambe: dia 01/08/2014 (sexta-feira)
A partir das 14:00h
Data da abertura: dia 02/08/2014(Sábado)
das 14:00h às 17:00h
Data de permanência da exposição de 02/08/2014 à 29/08/2014
De segunda à sexta-feira das 0700h às 19:00h.
Mais info: Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Sampa mostra sua essência cultural no centro da cidade

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São Paulo é uma cidade pluralmente cultural, muitos espetáculos, show, além de restaurantes e eventos acontecendo ao mesmo. São multi gêneros e para todas as idades e classes sociais.

Mas, o que faltava na cidade era uma atração que remetesse a essência da cidade e também do país, estava escassa, insuficiente para uma metrópole tão erudita e rica quão São Paulo.

Todavia, desde outubro de 2013 foi inaugurada a casa de espetáculo Terra da Garoa. Sediada no centro histórico da capital paulista, o estabelecimento oferece uma atração diferenciada e com os clássicos da música popular brasileira em evidência, além de um experiências gastronômicas, como o cardápio oferecido no Musical permanente da casa, “SAMPA – O MUSICAL”.

O musical é exclusivo da casa, criado por Ulysses Cruz, e faz referência a cidade paulistana do início do século 20, enfatizando o cenário cultural daquela época, principalmente a Semana de Arte Moderna de 22, mostrando uma reunião da MP com os versos de Oswald de Andrade, brilhantemente interpretado pelo ator José Rubens Chachá.

A apresentação é oferecido todas as sextas e sábados, e o cardápio foi criado pelo chef André Boccato fazendo uma surpreendente leitura do jantar oferecido pela tradicional família Prado, aos modernistas na Semana de Arte de 1922.

SERVIÇO

“SAMPA – O MUSICAL”
Local: Terra da Garoa
End: Avenida São João, 555 – Centro
São Paulo – SP

Entrada: quintas, R$ 120. Sextas e sábados, R$ 190.

Sextas-feira:
Abertura – 19h
Espetáculo – 21h45
Sábados:
Abertura – 20h
Espetáculo – 22h30

Tel: 11 3361-3538
Site: www.terradagaroa.com.br

Por: Patrícia Visconti

[Tota Flex] “A CIGARRA E A FORMIGA”, EM CARTAZ NO TEATRO RUTH ESCOBAR, EM SÃO PAULO

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Peça de teatro infantil e de boa qualidade resgata as cantigas de rodas

A peça conta a história de uma Srta. Formiga,  que resolve  morar sozinha, com  a permissão da Rainha do Formigueiros e com a ajuda de uma Joaninha acaba encontrando um lindo e novo Formigueiro…

Logo quando se instala no seu novo lar encontra o Sr. Cigarra, um cantor que passa o tempo todo ensaiando para as suas apresentações, enquanto a formiga passa o tempo todo trabalhando e o Sr. Cigarra acredita que quando chegar o inverno os amigos irão te ajudar. O inverno Chega e com ele  a Srta Formiga recebe a visita da sua mãe a “ Rainha das Formigas”  entediadas sem nada para fazer, aquecidas dentro do formigueiro e mesmo contra a vontade da Rainha, a Srta Formiga lembra que o amigo o ajudara muito na construção do seu novo lar e que cantar também tem sua importância, sendo assim abre a porta e da abrigo para o amigo.

A adaptação é do diretor e produtor Fernando Lyra Jr, que protagoniza o personagem, o Sr. Cigarra no masculino, assim como na natureza é a Cigarra macho quem entoa a cantoria, uma adaptação acertada.  A peça conta ainda com 18 músicas de cantigas de rodas que levam crianças ao delírio e transporta o adulto para o mundo infantil como: “Ciranda, Cirandinha”- “o Cravo Brigou com a Rosa”- “samba lele”- “cai cai balão”- “boi…boi…boi”, são alguns dos exemplos.

O cenário muito colorido e os figurinos espalhafatosos, deixa as crianças o tempo todo com o olhar atendo ao espetáculo, sem contar na naturalidade dos atores em cena que deixa o espetáculo agradável  de vê.

“A CIGARRA E A FORMIGA” está em cartaz no Teatro Ruth Escobar , na rua dos ingleses, 209 – Bela Vista em São Paulo – Todos os  domingos ás 16hs – Fone: (11)3289-2358 Direção e adaptação; Fernando Lyra Jr. No Elenco: Fernando Lyra (Cigarra)-Marina Ribeiro (Formiga)- Rebeca Etiene (Rainha das Formigas e Joaninha).

Por: Tito Martins

[FOTOGRAFIA] ‘La Buena Onda’ em Sampa!

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No último domingo (1), aconteceu no Teatro Alma d’Alma o show de estreia do primeiro álbum do curitibano Rapha Moraes, e capturamos algumas imagens para vocês curtirem um pouco do que nossa colega, Erika Neves sentiu, ao deparar com tanta simpatia e carisma, de alguém tão talentoso quão o Rapha.

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Uma noite emocionante. Clichê, eu sei. Mas é dificil encontrar outro adjetivo que consiga fazer jus ao lançamento do disco La Buena Onda, primeiro solo do paranaense querido que um certo dia esbarrei nas Nuvens.

Hoje o menino alça vôo rasante, parece ter encontrado seu chão, num projeto que conseguiu refletir sua buena alma. E está realmente muito bonito. De encher os olhos e o coração. É engraçado que enquanto assistia um sorriso teimoso fugia do canto da boca, e um orgulho de vê-lo encontrando seu caminho foi inevitável. Coerente e verdadeiro, deixando transparecer sua essência.

Lembrava de antigas conversas, de planos incertos de um futuro qualquer. Estamos aqui, bem vindo ao futuro! E olha que danado, ele conseguiu… Ele conseguiu… 🙂

Parabéns meu caro! Pelo trabalho, persistência e luta. Parabéns pela escolha impecável dos músicos, minha vontade era de enfiar vocês na bolsa e trazer pra casa. A estética do espetáculo está belíssima!

Foi uma delícia fotografar o show, espero que tenha captado a boa vibe que emanava no espaço Alma D’alma.

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Opinião e fotos por: Erika Neves

[Caixa de Som] MADRENEGRA mostra o que o Brasil quer esconder

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“Já foi em Brasília, conhece o palácio?
Depois do palácio existe um lixão
e depois do lixão tudo vira favela
e depois da favela somos todos iguais.

Todos iguais, NÓS SOMOS TODOS IGUAIS:
Todo SONHADOR é viciado em Esperança.”

Banda formada na periferia de Brasília, em 2011, e com ânsia de combater o racismo, preconceito e a ignorância, além de compartilhar a cultura a um público carente, mas com muita influência popular.

A MADRENEGRA é uma banda que mistura rock and roll e poesia, o som é pesado e as letras diferenciadas, falam de esperança, respeito, liberdade, igualdade, amor e amizade.

Os riffs marcantes da guitarra e as linhas de baixo e bateria trazem a energia e atitude que pulsam o grupo, e a efervescência poética reflete a essência da MADRENEGRA, mostrando quão contestadora, sonhadora e irônica, mas sem permitir que o discurso seja o mais importante que o som, contradizendo aqueles que acham que música é apenas um produto, e que conteúdo não é importante.

10401886_256517231200729_8803104026060537383_nBaseado nessa visão social, política e cultural, a banda lança nesta sexta-feira (6), no Kazebre, em São Paulo, o mais novo EP, “Quem Tem O Que Dizer Merece Ser Ouvido”.

O EP conta com seis faixas e a novidade fica por conta da produção musical, assinada por Marcão (ex-Charlie Brown Jr e A Banca) e mixado e masterizado por André Freitas (La Família 013). E a composição ficou por conta da própria banda, que trouxe inspirações das raízes da música brasileira, que vão desde Legião Urbana, Racionais MC’s, Raul Seixas, Sabotage, Raimundos, entre outros.

Integrantes:

MARCELINO – Vocal
DERVAN SOARES – Guitarra
ALLAN CARVALHO – Baixo
LEANDRO MATHIOLLE – Bateria

Canais Oficiais:

Facebook | My Space | Youtube | Site oficial


SERVIÇO

Lançamento do EP “Quem Tem O Que Dizer Merece Ser Ouvido”

Data: 06 de Junho, sexta-feira
Abertura da casa: 22h
Local: O Kazebre
Line Up : Madrenegra, CPM 22 e Trela
Local: O Kazebre
Endereço: Av. Aricanduva, 12.200, 03527-900 São Paulo
Contato: (11) 3479-2780

Ingresso:

2º LOTE: R$ 40,00

Pontos de venda:

TENNIS EXPRESS
RUA : TUIUTI 1941
TATUAPÉ – TEL: 11 4561 0503

ETRURIA IMOVEIS
Av. Sapopemba, 13.874 – São Mateus
Tel: (11) 2919-0077

O KAZEBRE
Av. Aricanduva, 12.200
Tel: (11) 3479-2780

BELLI ROOTS REGGAE – Galeria do Rock
R. 24 de Maio, 116 – Loja 28 – Piso Terreo
Tel: (11) 3224-8882

CAFÉ SKATE SHOP – Galeria do Rock
R. 24 de Maio, 62 – Loja 338 – 2º Andar
Tel: (11) 3361-3721

Venda on-line: AQUI

Por: Patrícia Visconti