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[Total Flex] Revelando SP comemora 18 anos propagando a cultura caipira na capital

Revelando São Paulo - Capital 2013.
Foto por: Giovana Meneguim

O Revelando São Paulo entra em sua maioridade, são 18 anos com 54 exibições deste evento que visa apresentar e propagar a cultura caipira de todo o Estado, com grupos de comunidades tradicionais, artesanato, culinária, cortejos e carros de bois.

Revelando São Paulo - Capital 2013.
Foto por: Reinaldo Meneguim

Catira, caiapó, cavalhada, cururu, jongo,chiba, reiada, batelão, fandango, moçambique e batuque, são diversas atrações de várias cidades da maior cidade do Brasil, além da própria capital, uma riqueza cultural, manifestada em culturais tradicionais e religiosas, que mostra que costumes mais simplórios ainda se mantêm vivos em pleno século 21, em folguedos, danças, festas, artesanato e culinária.

Trazendo a capital a aproximação deste Patrimônio Imaterial da Cultural, como uma maneira de promover essas manifestações e preservá-las às futuras gerações, sendo cultivada de forma significativa para a população como cultura viva.

Revelando São Paulo Vale do Ribeira - Iguape 2013
Foto por: Reinaldo Meneguim

O evento acontece de 12 a 21 de setembro, toda esta riqueza estará concentrada em um só local: o XVIII Festival da Cultura Paulista Tradicional. Mais de um milhão de pessoas são esperadas ao longo dos 10 dias de programação no Parque Vila Guilherme Trote, localizado na zona norte de São Paulo.

Além do mais, haverá o espaço Verdejando, um espaço dedicado a educação ambiental com exposições de plantas, flores, hortas, arvores frutíferas. Diariamente vão ter rodas de conversa e exposição de flores, passeios de Carros de Bois e Charretes, haverá a transreligiosidade, será uma uma grande cerimônia com a presença de representantes de várias religiões – afro-brasileiras, evangélicas, católica, budista, entre outras – culmina com a chegada da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

E por falar em religião, nesta edição a imagem da Mãe Divina Peregrina será acolhida pela Capela São José, localizada na avenida Nadir Dias de Figueiredo, 1804, que fica a 100 metros da entrada do parque. A imagem chegará na Capela no dia 13/09, conduzida pelo cortejo Ubuntu, para a visitação de todos que desejarem.

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Foto por: Reinaldo Meneguim

SERVIÇO

XVIII Revelando São Paulo

Data: 12 a 21 de setembro
Horário: das 9h às 21h
Local: Parque Vila Guilherme/Trote e Mart Center
Endereço: Avenida Nadir Dias de Figueiredo s/n – Vila Guilherme
Estacionamento no local
Entrada franca
Mais Info: www.revelandosaopaulo.org.br
Haverá transmissão ao vivo do evento pela internet;
Twitter: @revelandosp | Facebook: revelandosaopaulo | Instagram: @revelandosp

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Mostra do horror exibe clássicos do gênero no cemitério em SP

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Ok que dia 13 não será na sexta-feira, mas no sábado o terror será apresentado no Cemitério da Consolação, na região central de São Paulo, que abrirá suas portas para exibir três clássicos do horror durante toda a madrugada.

Os longas “Ninfas Diabólicas” (1978), de John Doo, “Excitação” (1977), de Jean Garrett e as “Sete Vampiras” (1986), de Ivan Cardoso serão o carro-chefe do “Cinetério”, um evento organizado pela Cinemateca e o Cine Olido, e faz parte no MCI (Mês da Cultura Independente), um projeto que busca propagar a cultura alternativa na cidade. O evento vai acontece por toda São Paulo e vai até dia 28 de setembro (veja mais).

Os filmes serão apresentados nos corredores do cemitério, e cada um escolhido para representar os estilos que marcaram o cinema brasileira do gênero.

John Doo e Garrett são diretores, e fizeram parte da “Boca de Lixo”, com longas de horror mais psicológicos, já Ivan Cardoso, é mestre do terror cômico, um subgênero que mistura horror e comédia.

Além dos filmes, haverá projeções de mapping do coletivo midiadub e food trucks, como o Le Camion Restaurant Mobile, Bio Barista Cafés Especiais e uma pipoqueira do Café Experimental.

Abaixo segue as sinópses dos filmes apresentados na mostra:

“Ninfa Diabólicas”

Rodrigo é um bem comportado senhor de família. Porém, numa viagem à Caraguatatuba, duas estudantes que lhe pedem carona na estrada acabam por seduzí-lo. Numa praia deserta, uma mata a outra e Rodrigo foge com a assassina. Mas, no interior do carro, a estudante que supostamente estaria morta os ataca, provocando um acidente que mata Rodrigo. Estranhamente, as duas estudantes se recompõem e se dirigem à estrada para pedir uma carona.

“Excitação”

História de um engenheiro que compra uma casa de praia para o repouso psíquico da mulher. Problema um: ela começa a ter visões. Problema dois: ela descobre que ali um homem se enforcou e é um enforcado que ela vê.

“Sete Vampiras”

Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia se isola de todos em sua casa de campo. Só é convencia a abandonar seu retiro quando um velho amigo a convida para trabalhar numa boate, e prontifica-se a montar um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos.



SERVIÇO

CINETÉRIO ESPECIAL: CLÁSSICOS DO HORROR BRASILEIRO
Data: 13/ Setembro/ 2014
Horário: a partir das 23h
Local: Cemitério da Consolação
End: Rua da Consolação, 1660 – Consolação
São Paulo – SP
Entrada: Grátis – 200 lugares

Por: Patrícia Visconti

[Cabine Flex] Fábrica da Cultura realiza seminários para propagar o cinema alternativo na periferia de São Paulo

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Como todos sabemos ontem foi o dia de cinema em nossa embarcação, porém sempre é bom propagar o que a grande mídia não pauta, além do mais os cinéfilos adoram um plus sobre a sétima arte.

Não é de hoje que a periferia e os bairros mais longínquos dos centros das grandes metrópoles é “carente” de cultura além da apresentada nos circuito comercial, como shopping centers ou filmes transmitidos pela TV aberta no horário nobre, porém há sempre aqueles que buscam agregar cultura fora da caixa, e transportar àqueles que não possuem esse discernimento desta erudição.

10418514_1455266901425157_8710547009901655769_nFoi o que a jornalista e moradora do bairro de Taipas, região norte de São Paulo, Jéssica Costa, 23, tentou trazer em um artigo (veja aqui) sobre a estreia do Cine Belas Artes para o Blog Mural, – afiliado ao site do jornal Folha de São Paulo – onde ela mesmo dita sobre as dificuldades que os amantes do cinema na periferia têm para acompanhar o que surgia de novo, fora do circuito comercial. Todavia a repercussão foi tão extrema que ela foi convidada pela Fábrica da Cultura para ministrar um seminário sobre “A aproximação do cinema à periferia“, que percorrerá por todo o mês de setembro por diversos bairros periféricos, como Belém, Sapopemba, Tiradentes, Itaim Paulista e Curuçá, despertando a reflexão e o estímulo do cinema como incentivo cultural, fazendo com que os participantes compreendam os elementos audiovisuais, interprete um roteiro, propague a discussão do conteúdo apresentado nos seminários, tornando os cinéfilos da periferia críticos convictos da sétima arte.

Nestes encontros serão mostrados um longa-metragem fora do circuito comercial, e após disso haverá debates e bate-papos sobre o mesmo, relatando a história do cinema, além do contexto histórico, dando novas diretrizes perceptivas ao espectador.

Essa ideia não surgiu apenas por este artigo, já que Jéssica sempre foi uma apaixonada por cinema e moradora de bairros longínquos do centro sempre buscou alternativa para conhecer filmes diferentes e fora daqueles exibidos nos cinemas dos shopping centers e também, daqueles apresentados na televisão, buscando e conhecendo mais sobre o assunto em sites especializados e em mostras na região central de São Paulo, e hoje visa essa oportunidade para compartilhar com outros adoradores desta arte, mas que não possuem as mesmas ferramentas que ela, mas contemplam a mesma ânsia em buscar o diferenciado e não convencional.

Cada encontro a jornalista apresentará um filme diferente, qual irá gerar um debate sobre o mesmo, e uma discussão sobre a produção, a arte e propagação destas obras junta à periferia.

Segue abaixo o dias e horários de quando acontecerá os seminários:

SERVIÇO

Fábrica da Cultura apresenta:
“Aproximação do Cinema à Periferia”

06/09/2014 – Parque Belém
Horário: 16h às 18h
Exibição do filme: “A Onda”
End: Av. Celso Garcia, nº 2.231 – Portaria 1 ou Rua Nelson Cruz – Portaria 2, na altura do nº 2.200 da Av. Celso Garcia, São Paulo/ SP.

06/09/2014 – Sapopemba
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “O Fabuloso destino de Amélie Poulain”
End: R. Augustin Luberti, 300 – Fazenda da Juta, São Paulo/ SP.

13/08/2014 – Tiradentes
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “A Viagem de Chihiro”
End: Rua Henriqueta Noguez Brieba, 281 – São Paulo/ SP.

20/09/2014 – Itaim Paulista
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube dos Cinco”
End: R. Estudantes da China, 500 – Itaim Paulista, São Paulo/ SP.

23/09/2014 – Curuçá
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube da Luta”
End: Rua Pedra Dourada, 65. Próximo a Avenida Nordestina (altura do nº 5800), São Paulo/ SP.

Os ingressos são gratuitos, porém limitados e devem ser retiradas uma horas antes do evento na recepção;

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A música e poesia em um único “Movi…mento”

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Influenciada pela poesia e literatura brasileira, Lika Rosa lançou seu primeiro álbum em 2012, intitulado “Movi…mento”, um disco com 13 faixas de uma mescla de suas influências somadas ao diversos ritmos musicais, entre eles a MPB, Maracatu, Samba, Jazz, Bolero, Pop Rock, Hip Hop e Eletrônico.

Lika é uma artista nata de música e palco969287_521885621209486_1572998850_n, pois ela interpreta e musica seus poemas com mistura ritmada e encenações únicas e exclusivas, interagindo diretamente com o público que contempla suas performances, dedicando- se de corpo e alma em suas apresentações, além de mostrar uma verdade distinta das ruas e da periferia, onde a mídia convencional não traz essa mesma visão humana e verídica.

Iniciou sua carreira através do projeto desenvolvido pela Cia Estável, surgindo mais tarde duas contemplações do projeto do VAI (valorização de iniciativa culturais) de criação de um espetáculo e desenvolvimento de aulas com foco em interpretação, circo solo, aéreo e musica, com dois grupos seguidos dos Projeto Amigos da Multidão: Mentecorpos do Balaio, com espetáculo “Numa Roda” e “Colcha de Retalho” com contos infantis entre outros.

6325_493688547362527_1991655902_nDesde então, ela busca agregar conhecimento e musicalidade a cada performance, obtendo êxito passo-a-passo em uma carreira promissora e gratificante quando atingido o objetivo, mas tão difícil de chegar neste desenlace almejado, em que todos o admiram hoje, mas amanhã se não tiver um alicerce forte, ninguém o reconhece mais.

Conheça uma pouco quem é Lika Rosa, uma cantora, compositora, poeta e interpretadora da autêntica arte que mescla ritmos e estilos em um, mas nunca perdendo a sua própria essência.

Mais info: Facebook | Twitter | SoundCloud | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A Bienal do Livro compartilha o conhecimento em São Paulo

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Há uma semana atrás – dia 22 de agosto – começou a maior feira de livros do Brasil, a 23ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece até domingo (31), no Pavilhão de Exposição do Anhembi, sediado no Parque Anhembi, na zona norte da capital paulista.

São milhares de estandes, com diferentes gêneros da escrita nacional e mundial, além de autores revelações e outros já consagrados, muitas pessoas já passaram pela Bienal e tantas outras ainda passarão neste fim de semana. Uma festa da literatura na maior cidade do país.

Estudantes, professores, profissionais da mídia, escritores, nerds, músicos, atores, etc. Haverá muita gente reunida para debater, compartilhar e agregar cada dia mais, um conhecimento único e oportuno para suas vidas, trocando experiências profissionais e até mesmo, pessoais, dando nuances distintas em um mundo onde todos apenas visam para a ganância, soberba e arrogância.

O evento traz aos seus frequentadores essa maneira de entreter e aflorar seus conhecimentos mais íntimos, ou seja, aqueles que apenas demonstramos em nosso quarto, com nosso próprio pensamento. Um acontecimento que apresenta algo novo e compartilha permeando com o clássico, não discriminando nenhuma forma culta de aquinhoar a literatura brasileira, que é tão jovem e ainda, há muito para ser desbravada.

Para aqueles que ainda não foram à Bienal poderão conferir neste sábado e domingo, respectivamente dias 30 e 31 de Agosto – últimos dias do evento -, qual terá encontros com os autores, palestras, conversas, workshops, lançamentos, musicais, entre outros acontecimentos exclusivos para este fim de semana, que das 10h às 22h, com exceção no domingo que a bilheteria fechará às 19h e o evento encerra com sua super festa literária às 21h. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através o site bienaldolivrosp.com.br.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz popular e autoral da música brasileira

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Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.

Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:

1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.

O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?

Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.

10559292_667557319993448_272722784_nOBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento?
KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)

OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?

KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.

10563082_274021889473339_3423339289967116828_nOBC –  Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?

KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.

OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…

KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.

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Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:


Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.

SERVIÇO

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Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI

E para conhecer mais sobre a Voz em Dó,  acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.

FACEBOOK | SOUNDCLOUD | YOUTUBE

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A arte OCUPA a OUVIDOR 63

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Não é de hoje que São Paulo é uma cidade multi, multi no tamanho, mas manifestações sociais, na arte e populacional, basta andarilhar pela capital paulistana que a cada esquina encontra-se algo novo, diferente e irreverente, para mudar os ares dessa selva de pedras.

10527326_726936164038676_6571153279441746832_nNas artes não é diferente, são centenas de artistas espalhados pelas ruas, mas com pouco estímulo e incentivo à eles, fazendo com que muitos têm de levar seus trabalhos para as ruas, e conseguir alguns centavos para seu sustento.

Visando nisso, um grupo de artistas resolveu ocupar desde o dia 1º de maio, o prédio da Rua Ouvidor número 63, um prédio de 13 andares de propriedade do CDHU, desocupado há dez anos, tornando àquele lugar não apenas um centro cultural, mas sim a residência destes artistas, que na maioria das vezes vem de outro Estado, para conquistar seu espaço da cidade grande, e não possuí um lugar para morar.

São diversas atividades artísticas, desde mús10372074_690904634308496_4067142248056251736_nica, artes plásticas, cênicas, fotografia, dança, desenho, etc, todos juntos com o mesmo propósito, transformar o ócio de pedra em residência artística e cultural para a cidade. Limparam as salas, consertaram os encanamentos, mexeram na fiação e decoraram os ambientes de modo bastante cultural e despojado, fazendo com que a vizinhança do Ouvidor não apenas se incomode com o barulho,
mas faça parte desse grande movimento cultural criado em São Paulo, integrando a capital à cultura de rua.

A programação do prédio é voltada para todos aqueles que tem interesse cultural e social, é sempre afixada na entrada do prédio, que não há um porteiro ou recepcionista, basta entrar, subir e conferir10308295_690907117641581_8702340626420828671_n a programação do dia – divulgada também na página no Facebook. Dentre essas programações há oficinas (de dança, vídeo ou bambolê), apresentações performáticas, dramáticas e musicais, exposições artísticas, exibições cinematográficas, entre outras atividades. Além do mais, o imóvel ainda serve de moradia, como foi dito acima, para que os artistas, possam desenvolver e planejar melhor seus projetos em questão.

Um projeto que mobilizou até mesmo o prefeito Fernando Haddad que ficou interessado em conhecer a ideia do projeto e também pelo que eles fazem por lá, já que isso inspira para que novos grupos floresçam seus pensamentos e dão diretriz em suas visões políticas. Transformando ideias em realizações, cimento em cultura e arte em soluções para desenvolvimento solidário e humano na cidade.

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Para mais informações sobre oficinas, apresentações ou até mesmo para visitar por curiosidade, acesse o Facebook do coletivo, que lá sempre traz novidades sobre o acontece no edifício.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Marina Wisnik: A artista dos palíndromos

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Foto de: Danilo Rosa Carneiro

Marina Wisnik, cantora, compositora, atriz e arte-educadora. A música sempre fez parte de sua vida, mas a escrita é sua paixão sem extinção.

Aos 13 anos começou a fazer palíndromos (frases que, ao lidas também de trás para frente, conservam o mesmo significado). O primeiro criado por Marina foi: LÁ VOU EU EM MEU EU OVAL!

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Arquivo pessoal

Ainda na adolescência, aos 15, ingressou na Cia de Teatro Uzina Uzona, onde atuou na peça “Bacantes!”, no Teatro Oficina, com direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

Formada em Letras, pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou como arte-educadora em projetos associados à literatura e outras linguagens, foi nesta época que Marina publicou seu primeiro livro de palíndromos “SÓS”, pela Editora Oficina Raquel.

Os anos passaram, e a música voltou à sua vida, aos 27, ela começou a criar melodias, harmonias e letras, organizando assim seus pensamentos e sua forma de expressar, nascendo seu primeiro álbum, intitulado “Na rua agora”.

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Foto de: Diego Ciarlariello

Após amadurecimentos e parcerias com grandes da música popular brasileira, como Marcelo Jeneci, Jonas Tatit e Eric Rahal e entre outros, a cantora começou a realizar shows intimistas em São Paulo, e para entrar no estúdio e gravar seu primeiro compacto foi um pulo, com produção do próprio Jeneci e junto com Yuri Kalil. Em 2012, “Na rua agora”, estava pronto para agregar aos ouvidos dos bons ouvintes, sendo bem recebido pelas críticas dos grandes veículos,de São Paulo e do Brasil, e também pelo público em geral.

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Foto de: João Livra

Sua voz soprano, mas com leves toques de grave traz a leveza da canção e eleva o ouvinte a outra dimensão, fazendo com que a letra adequar a linguagem rotineira da vida de qualquer individuo, pois são letras intimistas, mas ao mesmo tempo é influencia à todos ouvintes que possuem a mente aberta, mas antes de tudo a alma e coração.
Além do mais, Marina ministra oficinas de criação poética em lugares como Centro Cultural São Paulo, Casa do Saber, entre outros. Publicou em 2013 a segunda edição do seu livro de palíndromos, SÓS. O livro-objeto, composto por 28 lâminas de palíndromos serigrafados em diferentes papéis, foi lançado pela Editora Livra.

Conheça um pouco mais desta cantora, com voz de diva e alma de artista, acesse o site oficial da Marina e ouça um pouco de seu trabalho. Abaixo, escute a música “Elevado”, primeiro single do último álbum da cantora ‘Váz’, lançado em maio deste ano.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] FotoArte & Orfanato da Fotografia juntos na 4ª edição da exposição que revela as novas caras da fotografia

10344791_296410697200546_3372381960214254982_nOs ‘orfãs’ (fotografos) em uma saída fotográfica do Orfanato da Fotografia

Vem ai mais uma FotoArte, organizada pela Infinity Events, para apresentar novos talentos da fotografia, mas esta quarta edição da exposição, terá um toque a mais, pois a produtora está fazendo parceria com o grupo de fotografia da Marina Quezada, o Orfanato de Fotografia, mas os esquemas do evento serão os mesmo, promover e divulgar as novas caras, que estão espalhadas pro ai clicando, mas sem ter a oportunidade de expor.

Além de haver um um bate papo com o fotógrafo Rubens Vieira, que falará com os integrantes do Orfanato sobre o Specialkids, projeto do qual ele é representante na América Latina.

O SpecialKids é um projeto que representar as famílias e crianças com necessidades especiais junto à comunidade fotográfica com o objetivo de expandir as oportunidades de acesso dessas crianças à Fotografia Profissional em nível nacional.

Por isso, quem quiser aparecer e prestigiar a mais a FotoArte #4 e tomar uma cerveja geladinha e claro, além de conferir e bater um papo com os fotógrafos, é só aparecer neste sábado, dia 26 de julho, a partir das 15:00 horas e o local, ainda continua sendo o aconchegante e fofo, albergue situado na Vila Madalena em São Paulo, o Hostel Alice.

Assista o vídeo de como foi a FotoArte #3 e veja o que espera para a 4ª edição da mostra:

video por: Manu Silva [Blast V.I.P]

Serviço:
FotoArte #4 & Orfanato da Fotografia
Local: Hostel Alice
Rua Harmonia 1275
Vila Madalena – São Paulo
Data: 26/Julho/2014
Horas: a partir das 15h00 (sábado)

Mais informações:
FotoArte: https://www.facebook.com/expofotoarte
Orfanato: https://www.facebook.com/OrfanatodeFotografia
FotoArte #4:
https://www.facebook.com/events/765267353523404/?ref_dashboard_filter=upcoming

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Coletivo Rede mostra vida as ruas cinzentas de São Paulo

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Foto: Arquivo Coletivo Rede

A fotografia é a arte visual mais popular do mundo alternativo, principalmente aos amantes desta vertente artística, que adora andarilhar pela cidade com sua câmera embaixo do braço e muitas ideias na cabeça.

Baseado nisso a fotógrafa Lulu Soares criou o projeto ‘Ce já viu?’, uma idealização do Coletivo Rede, um grupo de apreciadores da fotografia de rua, cujos integrantes se conheceram ao acaso, durante suas andanças pela metrópole paulistana.

O propósito desta mostra é reunir e apresentar um conjunto de fotografias que mostram várias nuances da paisagem urbana, criando um contraponto aos arranha-céus da cidade.

O Coletivo Rede é um grupo originalizado para divulgar a rua como vida, e não apenas asfalto e cimento, salientar que lá pulsa sensibilidade natural de vivência, inspirar-se na arte urbana, nos artistas que amostram cultura pelas passagens acimentadas da cidade, moldando o perfil físico, emocional e estético da cidade. A rua é, por excelência, o local onde se tecem as verdadeiras redes sociais. Valorizando a rua como lugar de estar, viver e ver; e a fotografia é um pretexto para dela desfrutar.

FICHA TÉCNICA

Curadoria e Produção:
Elaine Galdino
Juliana Sofia Lepera

Idealizadora e Coordenadora:
Lulu Soares

Fotógrafos Expositores:
Auricelia Lima
Caru Martini
EBarros
Elza Albuquerque
Eva Bella
Fefê Bella
Klauss Schramm
Leo Bella
Lulu Soares
Chico Tchello
Vera Lucia Dias

SERVIÇO

‘Ce já viu?’
Local: Passagem subterrânea da Consolação
End: Esquina da Av. Paulista com a Rua da Consolação.1497646_239753719529608_1992869352_n
Colagem do lambe-lambe: dia 01/08/2014 (sexta-feira)
A partir das 14:00h
Data da abertura: dia 02/08/2014(Sábado)
das 14:00h às 17:00h
Data de permanência da exposição de 02/08/2014 à 29/08/2014
De segunda à sexta-feira das 0700h às 19:00h.
Mais info: Facebook

Por: Patrícia Visconti