“Euphoria” – Intensa e envolvente, a segunda temporada da série traz revelações explícitas e conflitos vultosos

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A segunda temporada de Euphoria encerrou com maestria, mostrando em uma distintiva faceta a série produzida e escrita por Sam Levinson, que neste ano traz mais intensidade e profundidade, com histórias diferentes e dando mais oportunidades para que outros personagens tenham representatividade, dando foco à novos dramas e diretrizes em sua narrativa atraente e magnética.

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Além disso, nesta temporada apresenta novos personagens à trama, como Elliot (Dominic Fike), que chega para mobilizar a relação de Rue (Zendaya) e Jules (Hunter Schafer), que anda um pouco abalada após os acontecimentos do último ano, e essa relação pode ser o ápice para Rue fique limpa e aprenda a valorizar àqueles que estão sempre ao seu lado, apoiando e colaborando com sua pronta recuperação deste mundo sombrio do qual ela vive atualmente.

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Falando nisso, essa rotina tendenciosa de Rue, é explicada e esclarecida, desde a morte de seu pai e seu ingresso no submundo das drogas, além da amizade que ela tinha com Lexi (Maude Apatow), trazendo mais comoção e significado a essa relação conexa, que acabou se distanciando quando Rue começou usar entorpecentes.

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E por falar em Lexi, ela sem dúvida foi o clímax performática na série, agregando relações e contextos com os demais personagens, esclarecendo situações e explicando momentos únicos e delicados presentes no interior de cada um. Além disso, por ela ser bastante observadora e descritiva, a garota irá envolver todos os principais personagens da escola, em uma narrativa singular e expressiva, abalando até mesmo a relação com sua irmã Cassie (Sydney Sweeney), mostrando que Lexi não é apenas uma coadjuvante na história. Ela ainda se aproximará de Fezco (Angus Cloud), aonde descobrirá nele uma personalidade doce, gentil e cavalheiro, embaixo da armadura grossa e conflituosa que ele exibe por fora.

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Os conflitos em Euphoria não param, assim como Cassie e Lexi irão bater de frente, Maddy (Alexa Demie) também resolverá suas desavenças com sua “melhor amiga”, após sua relação ardente e secreta com seu ex-namorado Nate (Jacob Elordi), que trará nariz quebrado, mágoa e um caos entre as meninas. Além disso, a relação de Cassie e Nate também irá se abalar, após as performances explícitas descritas na peça de Lexie sobre o jogador, em que irá render desavença e muita raiva para ambas as partes.

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E ainda, Nate vai usar essa mágoa e ressentimento para entregar seu pai Cal (Eric Dane), que neste ano da série é apresentado sua autêntica e latente paixão por seu ex-amigo de escola, além de sua homossexualidade abstrusa, tornando-o um homem frio, machista e preconceituosa, que prefere a traição implícita, para manter sua secreta e obscura vida de assédios, prostituição e abusos.

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Em suma, Euphoria apresenta nesta temporada uma intensidade inerente, que ainda tem muito a ser explorada, com performances excepcionais, que instigam e prendem o espectador a conhecer o desenrolar deste drama envolvente e emocionante, apresentando e direcionando para um futuro promissor, envolto desta narrativa exagerada e auspiciosa.

por Patrícia Visconti

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