[CABINE DA PIPOCA] Mulher-Maravilha chega aos cinemas com muito poder e amor

Nesta quinta-feira, 1º, chega às telonas a origem de uma das heroínas mas conceituadas e conhecidas do mundo, estamos falando dela, uma das partes principais da Origem da Justiça e dos ‘Super Amigos’, a Mulher-Maravilha.

Da sua origem e criação, seu treinamento junto as amazonas em Themiscyra, sua ida para mundo dos homens, batalhas feroz diante uma guerra desigual e destrutível, com sua imagem de deusa, guerreira, determinada e bastante destemida, que enfrenta até mesmo o patriarcal da sociedade, para mostrar seu poder e pujança para conquistar seu espaço no universo.

E por falar em universo, no da DCEU Mulher-Maravilha mostrou uma renovação nas tramas, começando pela direção, onde uma mulher, Patty Jenkins, dirige com maestria e originalidade o longa de uma heroína respeitada e renomada, de uma forma sutil ela aplica ao filme âmago, ímpar e peculiar, respeitando as origens da heroína.

Um filme que traz uma mulher forte e audaz, com o ‘GIRL POWER’ aflorado e deliberado em cada cena de luta e batalha, em determinação de seus direitos diante ao mundo dos homens, ainda mais na época em que foi retratado na película – Primeira Guerra Mundial, final da primeira década de 1900 , aonde as mulheres deviam ser submissas e premissas ao patriarcal, com o direito apenas em servir e ser segundo plano na sociedade, desde que chega Diana, criada e vivida numa sociedade em que as mulheres comandam, fazem o que bem entendem e quando querem, sem depender de ordens dos homens, com decisões singulares e próprias.

Gal Gadot está incrível no filme, uma perfeita deusa e guerreira, incorporou a heroína com garra e total determinação, com trejeitos e formas únicas em que você não a compara com mais nada do que a própria Mulher-Maravilha, assim como Chris Pine, que interpreta o Capitão Steve Trevor, tendo seu destaque, mas deixando a nossa heroína em proeminência.

O filme Mulher Maravilha, mostra ao público, a origem desde quando a jovem Diana, vendo as guerreiras amazonas, da ilha paradisíaca Themyscira, em que ela brincava de imitá-las, pois queria ser uma guerreira quando crescesse, até de como ela foi concebida, por sua mãe Hipólita, pois ela queria muito uma menina, por isso, pediu aos deuses que a esculpissem no barro e depois a dessem vida a menina, afinal a história é da origem, o começo de tudo da Princesa Diana, então é claro que teria que ter como ela veio ao mundo.

Quando Diana cresceu, por insistência de sua tia Antíope fundadora das Amazonas de Bana-Mighdall, para que Hipólita a deixa treinar com as demais amazonas, mas mesmo assim, a rainha não concorda, então a princesa começa a ter treinamentos escondidos, pois sua tia sabe o poder que ela tem, e que Diana, é uma das poucas amazonas que podiam ir para a terras dos homens e guerrear contra o mal que assombra a sociedade moderna. E por falar em sociedade moderna, apesar de nos quadrinhos mostrar a Mulher Maravilha na 2ª Guerra Mundial, no filme mostra na 1ª Guerra, mas a origem e a luta, são iguais, só muda as datas das guerras.

Quando Diana encontra o Steve Trevor, que teve seu avião colidido com outro da Força Área, sua mãe Hipólita decreta que as amazonas duelassem para quem vencesse as provas, o levava para a terra, mas isso não aconteceu no filme, pois quem acabou levando, na calada da noite, foi sua própria filha, que foi embora com Trevor, deixando Themyscira, e indo atrás de Ares, o Deus da Guerra.

Wonder Woman (2017)
Gal Gadot

O filme Mulher Maravilha, mostra sempre uma pessoa forte, determinada, inocente e sempre pronta a combater o mal, afinal ela é uma das maiores propagadoras do amor, e isso inspira a diversas outras mulheres, a ser como ela, mostrando que a ideia de que mulheres não podem ser inferiores aos homens, e dando uma inspiração as meninas e jovens garotas a terem auto-confiança e a se realizarem com ocupações e profissões monopolizadas por homens, pois a única esperança para a civilização é ter liberdade, desenvolvimento e igualdade das mulheres em todas as áreas.

Isso pode ver claramente que o poder feminino está presente na trama, pois mesmo Steve Trevor não deixando ela liderar no começo, Diana, reluta e vai a frente da batalha, mas sua inocência também está presente no filme, pois como todos nós já sabemos ela luta para contra a guerra, ódio, a dor, e tudo que causa contra versas na sociedade, pois lá de onde ela vem, não existe isso, mas quando ela está aqui na terra, ela percebe, que mesmo acabando com o deus da guerra, os homens ainda temem a continuar lutando, matando e derramando sangue, pois como ela não conhece os dois lados (o bem e o mal), então para ela é o fim do mundo, e que a sociedade está perdida.

Por isso que quando ela vai para uma batalha, vai para matar, pois ela quer exterminar aquele vilão da face do planeta, pois para ela não existe o mais ou menos, é ou não é, e pronto, pois foi assim que ela foi ensinada em Themiscyra e também viu sua mãe, sua tia e suas irmãs fazendo por lá. Além de sua inocência estar presente quando ela conhece o Steve Trevor, afinal ela nunca havia visto um homem na vida e o achou super diferente.

No filme, Diana nunca se vê submissa, pois para ela, todos somos iguais, apesar dos soldados, a tentarem a excluir, ou como eles mesmo ‘pensam’, protege-la, ela não se submete à eles, e muito pelo contrário, vai a frente da batalha com alemães, mesmo quando estão todos atirando ao léu, e sempre escondidos para não serem pegos, ela vai a luta e enfrenta os inimigos, se mostrando uma verdadeira heroína.

Assim como nas HQs, a Mulher-Maravilha do cinema, também se mostrou uma personagem bastante forte, invulnerável, resistente, mágica, ágil, veloz, com um bom aprimoramento, uma pessoa com uma sabedoria divina, capaz de detectar qualquer emoção alheia, percebendo os sentimentos das pessoas, afinal ela é uma deusa e heroína que se preocupa com o próximo.

Sua beleza também ajuda a seduzir os homens da terra, pois apenas pelo seu olhar e seu modo de falar, Diana consegue mudar toda a história, e juntando com suas técnicas de lutas, a deixa uma guerreira com grandes habilidades e conseguindo a liderança da batalha, além da boa diplomata, que vem a terra dos homens para defender a verdade e a justiça.

Para Diana Prince, o amor sempre vence, e isso está presente no filme, pois a princesa combate a ideia de que as mulheres não podem ser inferiorizadas pelos homens, pois a única esperança é a união da raça, pois a civilização é a maior liberdade e igualdade das mulheres em tudo, pois homens e mulheres podem fazer as mesma coisas, e as mulheres podem ser mais sábias do que eles, pois como Marston quando criou a Mulher Maravilha, de que as mulheres podem governar o mundo, basta os homens aprenderem a não querer fazer tudo sozinhos, e subordinar as mulheres com trabalhos inferiores.

Mulher-Maravilha chegou nos cinemas para mostrar que as mulheres são fortes, e podem ser iguais aos homens, e a Gal Gadot, se mostrou uma excelente deusa amazona, pois além das caras e bocas, que ela fazia, que a deixava uma verdadeira heroína, ela (vamos falar bem claro… A mina botou pra ‘fudê’ e mostrou quem manda na bagaça), pois desde da sua estreia na cultura pop, Mulher-Maravilha, nunca teve um filme.

Sendo mulher, princesa, guerreira, diplomata dos direitos humanos femininos, estando sempre à frente das batalhas e também um dos ícones mais importantes da Liga da Justiça, pois ela está no patamar de Superman e Batman, por isso que juntos os três formam a Trindade da DC Comics.

Essa heroína merecia uma filme, pois são 70 anos de espera, e no ano que ela está completando 75 anos, essa guerreira mereceu o melhor dos presentes, que foi ter ganho um filme solo, demorou para sair, mas origem da Mulher-Maravilha chegou nos cinemas para todos assistirem o quão essa mulher é importante para a sociedade, pois para ela se vence com o amor e não com a guerra, esse é o ponto chave da Mulher-Maravilha.

Apesar de algumas falhas, que não foram tão esmiuçadas, como vemos nas HQs, mas o filme apresenta a origem da guerreira, de uma forma simples, e mostrando o que realmente ela quer passar, de que a mulher não é submissa ao homem, pois se eles derem espaço, as mulheres podem dominar o mundo e acabar com toda a guerra, ódio, desprezo e a ausência de amor que há na sociedade, e isso foi apresentado claramente na trama.

Por isso estamos ansiosas para ver Mulher-Maravilha 2, que não tem data de estreia, mas com certeza estaremos lá, com nossos laço de verdade, tiara real, braceletes indestrutíveis, escudo, espada mágica e indo para o cinema em nosso avião invisível, pois esse filme representa o amor e o mais importante, o poder feminino na sociedade patriarquista.

 

 

Por Patrícia Visconti ft Priscila Visconti

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