Alynna: As aventuras de uma jornalista com o poder de descobrir a verdade

O casal mineiro Dan Arrow e Laís Menini, lançaram em 2020 a primeira parte de “Alynna”, uma HQ no estilo mangá que foi adquirido via financiamento coletivo, sobre uma repórter investigativa que tem o poder de enxergar a memória das pessoas através do toque, e uma de suas investigações a jornalista apontam uma evidência em ascensão.

Essa é uma história com os piores psíquicos de uma repórter, em que Dan passou apresentou seus traços elegantes e limpo, transmitindo bem a narrativa visual, dando ao leitor imagens para apreciar, além de ser a estreia da jornalista Laís como roteirista, uma parceria que começou na CCXP 2019 e uniu uma bela sintonia arte e roteiro, já que ambos aplicam o texto e o desenho de uma forma universal do mangá, mas com toda a brasilidade que se pode passar em qualquer parte do mundo.

A trama se passa em um mundo da história em uma cidade fictícia “genérica”, mas que remete à realidade brasileira. No primeiro volume não há explicações sobre a origem dos poderes de Alynna, e a história também não conclui um arco completo. Mas, obviamente sendo uma série, termina numa situação tensa deixando o suspense no ar para a continuação do número dois.

Uma narrativa interessante em que Alynna utiliza de seus poderes para decidir se estará disposta a cruzar seus limites morais para descobrir a verdade, ciente que saber demais pode ser assinar a própria sentença, precisando decidir se estará disposta a cruzar seus limites morais para descobrir a verdade, ciente que saber demais pode ser assinar a própria sentença.

Alynna tem personagens interessantes, em uma trama que promete e um tipo de acabamento visual e editorial bem feito o que nos deixa curiosos sobre quando irá sair a continuação. São 78 páginas em branco e preto e com muito uso de retículas, como é típico de acabamento, mas com algo interessante, a segunda cor, para mostrar os momentos em que a heroína utiliza seus poderes. Isso foi uma boa sacada e dá um movimento interessante à narrativa visual.

O quadrinho está à venda através das redes dos artistas, e para quem gosta de uma história de ação, emoção, investigação e poder jornalístico. Essa uma obra nacional independente, que mostra o heroísmo não só de um profissional da imprensa, mas também de uma simples repórter, que vai se aventurar para fazer justiça em um caso que está cobrindo ao mesmo tempo que precisa lidar com os poderes que está descobrindo.

Para conhecer mais os trabalhos e saber de mais informações sobre a HQ, acesse os endereços abaixo:

Dan Arrow

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Laís Menini

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Por Priscila Visconti

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