‘HQ-Repórter’: A informação e os quadrinhos em uma única conexão

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Desde seu início nos quadrinhos, Carol Ito sempre conectou a nona arte com o jornalismo cotidiano, em uma experiência singular que ela trouxe na universidade aos traços mais tênues e precisos descritos em cada quadrinho ou tira publicada. Com histórias sagazes e perspicazes, Carol utiliza da sua arte para expressar a essência unânime do jornalismo investigativo expressado intensamente a cada publicação lançada.

Unindo as suas duas vocações, a jornalista e quadrinista lança seu novo projeto autoral, o livro reportagem intitulado HQ-Repórter, onde ela reuniu distintos trabalhos relevantes de uma década de trajetória em forma de quadrinhos.

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Um registro significativo que representa a história recente do jornalismo nacional, expressado com plena veracidade com temas intrínsecos que compartilham debate e reflexão, com entrevistas feitas na Cracolândia, também na Parada LGTB+ em São Paulo, além de revoluções feministas, drogas, racismo, política, direitos humanos, entre outros assuntos em que Carol adaptou cada reportagem e mostrou sua cara em forma de quadrinhos, sempre colocando suas referências mais insignes na campo do quadrinho de imprensa no Brasil na visão de uma mulher e jornalista.

O livro encontra-se em pré-venda através do site de financiamento coletivo Catarse, com meta estipulada de meta de R$ 17 mil, a campanha já atingiu mais de 60%, faltando por mais de um mês para o encerramento da mesma, que deve ir até o início de novembro de 2026.

HQ-Repórter é um mergulho visceral em uma produção intensa e fidedigna do jornalismo cotidiano, em que Carol usa os quadrinhos para dar voz e vazão nas informações mais precisa à sociedade, indo a campo, apurando, entrevistando e depois, desenhando cada história e dando uma nova interpretação as reportagens singulares e rotineiras, que a imprensa convencional trata de maneira caricata ou até mesmo omite certos casos. Uma aproximação da notícia com a população, levando sutileza a cada traço, mas sem ocultar o que é relevante.

por Patrícia Visconti

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