[Caixa de Som] Daniel Andrade delimita rótulos e traz sua essência musical à MPB

Foto por: Diego Teschi

Foto por: Diego Teschi

Nesta quarta-feira cinzenta e fria, pede um pouco de reflexões e calmarias do mundo caótico que se aflora lá fora, então apresento à tripulação d’O Barquinho Cultural o som de Daniel Andrade, mais conhecido também como, DnA. Continuar lendo “[Caixa de Som] Daniel Andrade delimita rótulos e traz sua essência musical à MPB”

[Cyber Cult] Operadoras querem bloquear ou reduzir o dados da banda larga fixa no Brasil

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O anuncio que tem tirado o sono de muitos brasileiros veio da Vivo, quando disse sobre o limite mensal da Internet banda larga fixa, que deve funcionar a partir do primeiro dia de janeiro de 2017, e restritará em bloqueio ou redução de velocidade aos clientes.

Após o pronunciamento da Vivo, a NET e a Oi também anunciaram a redução em seus pacotes de internet. Desse maneira, os planos ofertados pelas operadoras funcionarão por franquias, como os já existentes na internet móvel, ou seja, elas poderão cortar ou reduzir a velocidade quando os usuários atingirem o limite o pacote.

20160411laguna_rj45_lock-600x262Hoje esses planos são regulados pela velocidade, e não há um volume máximo de dados e cada pessoa pode baixar uma infinidades de downloads, pagando apenas uma taxa única de tráfego, porém com o limite esse consumo será afetado seriamente.

Por exemplo, se você assistir dois episódios de sua série favorita no Netflix, que oferece um serviço streaming em alta resolução, com vídeos a partir de 720p, consumindo 3GB por hora, você já terá ultrapassado seu limite do mês em apenas alguns minutos.

Agora, levando em consideração que atualmente não usamos a Internet apenas no PC, mas também através de tablets, videogames e smartphones, essas horas de franquia estarão mais escassas, já que numa casa com cinco pessoas, o limite mínimo não chegará nem mesmo até o fim do mês.650x375_internet-fixa_1626539

Recentemente, já são mais de 25 milhões de brasileiros que acessam a internet por rede fixas, sendo os maiores prejudicados pela interrupção dos serviços ou também, pela queda de velocidade após atingirem seus limites de franquia.

A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) diz que as operadoras apenas precisam respeitar suas exigências, oferecendo ao consumidor uma ferramenta que monitore o consumo dos dados, e o alerte quando eles estiver próximo de atingir o limite. Porém, a mesma ANATEL publicou nesta semana que as operadoras estão impedidas de reduzir a franquia de banda larga, até que sejam cumpridas algumas exigências, como a disponibilidade de ferramentas para que os consumidores possam acompanhar o consumo do serviço; identificar seu perfil de consumo; obter o histórico detalhado de sua utilização; receber notificação quanto à proximidade do esgotamento da franquia; e ter a possibilidade de comparar preços.

Já o Marco Civil da Internet, também liberta as operadoras a cobrarem do cliente da forma de acharem mais conveniente, sendo que a única restrição refere-se ao conteúdo, ou seja, uma empresa não pode impedir de que os internautas acessem alguns sites, mas podem cessar a conexão caso o “débito diretamente decorrente de sua utilização”.

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Todavia, com esse limite que será benéfico apenas para as operadoras, deixa os usuários mais impossibilitados para navegar e acessar na rede, tornando a conexão mais lenta e cara, já que para você obter mais velocidade terá que desembolsar mais, e o Wifi que hoje é a grande solução para muitos internautas, será o maior vilão, assim como o internet nos telefones móveis, que são lentas e a franquia acaba antes mesmo de ligar os dados.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Banyan Jams: Sua série favorita em uma nova harmonia

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Sabe aquela música que você ouve numa série, filme, anime, desenho animado, etc, e você adorara ter a sua própria trilha, para ouvir quando quiser e no seu ritmo favorito? Pois bem, foi isso que dois colegas de São Paulo fizeram ao criar o “Banyan Jams”.

Idealizado pelo publicitário Marcelo JR e o produtor musical, Dardo Pinheiro, o projeto que mostra a releitura de temas famosos, mas tocado por bandas novas ou da cena independente, tornando uma ideia em duas projeções, compartilhar seu tema favorito e propagar novo grupos musicais.

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Essa ideia é totalmente independente e sem fins lucrativos, mesmo com os gastos com as bandas, todos creditados pela agência onde JR é CEO e fundador, a New Trend. Após zapear canais no Youtube e sentir falta de algo mais amplo musicalmente e promover gente nova na música, surgindo a proposta da “Banyan Jams”.

thundercatsCada banda formada pela escolha da equipe do projeto, grava uma trilha conforme prescrita no roteiro, a caracterização peculiar do tema, o material são disponibilizados na web vídeos, áudios e uma entrevista exclusiva, tornando um viral essencial para quem está começando e formando seu próprio portfólio. O Jams é um projeto disponibilizado toda semana no Youtube.

E por falar em agregar, Marcelo JR criador do Banyan Jams, resolveu estender seus parâmetros nerds pela rede, e no final do ano passado ele pensou em não só dar divulgar bandas e temas conhecidos, mas também ofertar informações aos geeks de plantão, e pensou em fazer o Banyan Geek.

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Um programa informativo para os adoradores de séries, onde será contado a história, falará dos criadores, desenhistas, compositores, tema, trilha e toda equipe que faz seu desenho animado favorito. Os vídeos serão divulgados uma vez por semana, e a previsão de estreia é já para fevereiro deste ano.

Mas, enquanto o Banyan Geek não lança, fiquem um dos temas da série favorita da redação d’O Barquinho.; “Os Simpsons”:

Para conhecer mais sobre esse projeto acesse:
Facebook | Youtube | SoundCloud | Instagram

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Aplicativo compartilha informações sobre rotas alternativas, para fugir do caos no trânsito

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Hoje, a maior contradição dos tempos modernos é o trânsito, o empecilho para qualquer compromisso ou até mesmo, para aqueles diários, fazendo com que saímos mais cedo de casa e chegando mais tarde.

Quilômetros de congestionamentos formam filas pelas vias da cidade, impossibilitando qualquer brecha para fugirmos daquele embaralhado de carros, e pior ainda é quando ocorre algum acidente, a desordem é horrenda.

Todavia, essas compartibilidades mundana pode se tornar menos difícil com o aplicativo Waze, facilita e compartilha as informações das melhores vias para tráfego na cidade. Aonde os motoristas publicam informações sobre determinado ponto de congestionamento ou obstrução na via em tempo real, e você vê em tempo real as atualizações, podendo assim direcionar seu caminho, fazendo com que economize tempo e combustível.

Os motoristas são como agentes de trânsito, só que ao invés de passar por órgãos oficiais, é compartilhada na rede, onde todos podem ver e repartir as informações em suas redes sociais, com outros usuários que também estão na mesma situação que você, desobstruindo as rotas e chegando bem mais cedo ao seu destino.

O usuário só precisa digitar o endereço do destino e seguir a rota, dirigindo com o aplicativo ligado, passam a contribuir com informações por onde passam, compartilhando alertas sobre acidentes, perigos, polícia e outros eventos ao longo do percurso, ajudando outros usuários da mesma área com informações atualizadas sobre o que está acontecendo ao redor.

Além do mais, o aplicativo da dicas de postos de combustíveis mais baratos, para que você economize muito mais do que tempo, mas dinheiro também, afinal quem optou pelo carro para se locomover pela cidade sabe o quão os gastos são abusivos em nosso país.

O Waze está disponível para Android, iOS e Windows Phone, e pode ser baixado gratuitamente em qualquer plataforma, facilitando não apenas sua rotina, mas da cidade que sofre a cada dia com o acúmulo exacerbado de veículos que trafegam pelas ruas. Mas, se puderem deixar o carros apenas para uma emergência ou para os fins de semana, não só a comunidade agradece, mas o meio ambiente também, afinal o carro não o um bem tão útil quão a vida humana.

Para baixar e conhecer mais sobre o Waze, acesse: www.waze.com

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Deep Web: A rede sem regras!

ICEBERG

A Internet é uma rede imensa, onde todos somos livres para publicar e divulgar o que desejamos, todavia, como algumas restrições e justificações de cada um ser responsável pela sua postagem. Visando nisso, uma rede tem se tornado popular aos ouvidos daqueles que preferem manter o anonimato na grande redes de computadores, essa teia chama-se “Deep Web”.

Deep Web, ou também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, refere-se ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Porém, essa rede diferentemente do que a grande mídia dita, não é apenas um “espaço obscuro da web”, já que muitos criminosos utilizam-se dela para armar e aplicar seus crimes diante a Internet, mas há aqueles que apenas querem privacidade ao divulgar documentos de interesse público, de que os envolvidos querem ser superiores demais perante a sociedade, e podem eliminar qualquer pessoa em minutos. Esses são os hackers, piratas da rede que apenas usam a mesma, para beneficiar a comunidade, diferente dos crackers, que burla o sistema de segurança de forma ilegal e sem ética.

E é isso que queremos frisar, de que não é porque naquela rede os usuários não se identificam, então todos são bandidos, ou praticam atividades ilegalmente, já que qualquer conhecimento é a chave para abrir as portas e solucionar muitos mistérios.

Todo o material tem conteúdo fictício ou verídico – depende muito da interpretação e da fonte adquirida, já que na Deep Web nem tudo é real e tudo o que é real, é chocante. Por esse motivo, normalmente, a mídia convencional evita publicar, já que o real choca seus patrocinadores.

A Deep Web não foi feita para bandidos, foi feita para a proteção da sua identidade virtual. Acessar a Deep Web NÃO é CRIME, acessar a Deep Web NÃO é PERIGOSO como dizem. Nos preparamos à cada dia para passar uma imagem nova, realista e verdadeira da rede, indo atrás de qualquer boato sobre a mesma que surge por ai e NUNCA damos a certeza sem a confirmação.

Abaixo segue alguns passos de como entender a Deep Web (retirado do site Fatos desconhecidos):

1) Navegadores especiais

Não é apenas o TOR que acessa a Deep Web, mas também o I2P e o Freenet, que são os mais populares. Além deles, também se usa muito o LINUX, por sua segurança.

Outras opções menos “pop” são o Netsukuku, Freifunk, Funkfeuer, OneSwarm, GnuNet, RetroShare, Phantom, GlobaLeaks, Namecoin, OpenNIC, Dot-P2P, Guifi, AnoNet2, dn42, CJDNS, Osiris, FreedomBox, Telex, Omemo, Project Byzantium e Hyperboria, só pra citar alguns. O TOR é o mais popular por criptografar seus dados, te deixando “invisível”, mas até o Chrome ou o Firefox fazem isso.

2) Quando você para dentro do abismo, ele também olha dentro de você

A Deep Web, em si, não é má. Afinal, ela é usada principalmente para o download de séries, filmes, livros, manuais e outros tipos de informação raras, e, no meio disso tudo, muita pornografia e coisas bizarras. Mas em quê, exatamente, isso difere da Internet normal? Na verdade, a Deep Web é apenas uma forma mais avançada de procurar coisas, e se você não é uma pessoa perturbada normalmente, não vai achar nada de perturbador lá.

3) Vírus

Se você está usando um navegador criptografado e procurando coisas que não devia, que foram feitas para ser escondidas, qual você acha que é a chance de um hacker ter deixado seus “cãos de guarda”, os vírus, protegendo suas terras?

Altíssima, é claro, mas, mais uma vez, se você não for atrás de conteúdo impróprio, não preencher cadastros duvidosos e não fizer downloads sem se certificar de que a fonte é confiável, a probabilidade de infectar seu PC é baixa, apesar de maior do que na rede comum. E, como dissemos, a Deep Web tem todo tipo de hacker, mas a maior parte dos navegantes são pessoas comuns, apenas curiosas, como eu e você.

4) A Deep Web não é feita para brasileiros

Bom, a internet também não, já que não tem linguagem oficial. E, como o resto do mundo, se você quiser ter acesso à cultura internacional, vai precisar aprender a ler em inglês, já que não há sites traduzindo o conteúdo, como a Fatos faz com o conteúdo da web comum, por exemplo. Mas quem sabe esse não seja até um incentivo pra você aprender uma linguagem nova, que vai te ajudar inclusive no mercado de trabalho?

5) Acessar a Deep Web é ilegal

Com afirmações esdrúxulas, como de que o FBI iria atrás de quem acessa a Deep Web ou que todo o conteúdo disponibilizado lá é ilegal, as pessoas criam tabus e um medo desproporcional com o conteúdo encontrado na rede, que, como dissemos, é muito mais manipulado por você mesmo do que pelos outros. Simplesmente acessar o Google enche sua tela de fotos de crianças peladas, gente morta e monstros? Nem a Deep Web, que funciona exatamente da mesma forma. Portanto, como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês!”.

Assim, se você sempre teve curiosidade, mas muito medo, faça como ensinamos: baixe o TOR, vá atrás de algo que você pesquisaria no Google normal e repare na diferença entre os resultados – pode ser que ela nem seja tão grande assim!

Por: Patrícia Visconti