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“Mulheres & Quadrinhos” reúne apreciadoras da nona arte, para somar em um projeto inédito no Brasil

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Qual menina nunca se sentiu constrangida porque lia quadrinhos, pois diziam ser “coisa de menino”, ou então, qual mulher não foi escarnecida por estar lendo quadrinhos, por ser “coisa de homem”? Pois bem, muitas garotas já passaram por essa fase, mas saiba, que isso não é motivo para você se envergonhar ou deixar de ler o que você gosta, pelo o que outros dizem. Continuar lendo “Mulheres & Quadrinhos” reúne apreciadoras da nona arte, para somar em um projeto inédito no Brasil

Bratislava apresenta um projeto que visa revelar e expandir novas facetas da cena independente

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Foto por Rodrigo Gianesi

A Bratislava é uma das maiores bandas da cena independente no país atualmente, se apresentando em diversos festivais e casas de shows, do Bananada ao Lollapalooza, os garotos trazem a essência própria e contagiante do mainstream, mas as raízes do autoral. Continuar lendo Bratislava apresenta um projeto que visa revelar e expandir novas facetas da cena independente

[Cyber Cult] Alunos da EPUSP empreitam projeto para expandir o conhecimento aeroespacial no Brasil

Quem nunca sonhou entrar num foguete e viajar pelo espaço, conhecer outros planetas, satélites e galáxias? Pois é, há muitos aficionados que ainda sonham, como alguns estudantes da Escola Politécnica da USP, que reunidos numa conversa informal, pensaram em empreitar a ideia de construir foguetes, como o propósito de capacitar engenheiros e dar vida ao espírito aeroespacial no Brasil, consolidando o conhecimento nesta área. Continuar lendo [Cyber Cult] Alunos da EPUSP empreitam projeto para expandir o conhecimento aeroespacial no Brasil

[Cabine da Pipoca] Projeto divulga curta-metragens produzidos na periferia de SP

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Há sete anos o projeto Cine B propaga a sétima arte na periferia de São Paulo, levando sessões de cinema gratuitas com curta-metragens produzidos por moradores das comunidades e dos bairros longínquos do centro da metrópole.

Neste ano, o projeto que está lançando a 4ª edição do Selo CINEB, coletânea que reúne curtas-metragens independentes e nacionais. Pensando na importância que o formato tem no audiovisual, essa edição contemplará filmes produzidos na periferia.

295079_278676092207394_262692460_nO selo CineB nasceu como uma proposta de inserir o formato curta-metragem e geração de renda ao produtor, sendo que são selecionado cinco filmes para que fazem parte de um DVD, que são transmitidos em sessões do projeto a preços populares. Toda a renda é revertida entre os produtores dos filmes e a comunidade.

O projeto é reconhecido pelo Ministério da Cultura, qual foi reconhecido através do prêmio da Secretária de Economia Criativa. Além do mais, o selo é uma realização do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, e conta com a produção da Brazucah Produções.

Desde sua criação, o circuito alternativo de exibição de filmes já levou o cinema nacional para mais de 43 mil pessoas, em 333 sessões gratuitas espalhadas por comunidades e universidades de São Paulo.

Para conhecer mais do projeto acesse a página oficial do CineB, e ajude a compartilhar a cultura que das comunidades e difundi para todo o mundo, levando a essência da raiz humanitária e dos talentos brutos da periferia de uma grande cidade.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Arte para Todos

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Estava pensando com meus botões, sobre artistas tão bons estarem escondidos em bares suburbanos, e pessoas sem talento algum, ganhando êxito e glamour, perante aos holofotes, e desde que zapeando pelo Facebook encontro um banner que dizia a respeito do tamanho da platéia em relação ao amor e trabalho que o artista quer mostrar ao seu público.

Então, pensei…

Por quê há tantos obreiros da arte oblíquos, tentando e lutando pelo seu espaço ao Sol, enquanto àqueles que apenas visam a fama e grana, estão sendo bajulados por uma mídia hipócrita que apenas vangloria o que aliena, e não o que propaga a cultura?

Atores, músicos, artistas plásticos, fotógrafos, poetas, escritores, entre outras várias facetas da arte que estão sobre becos e ruelas, apenas esperando uma oportunidade, que na maioria das vezes é ofertado por quem nem mesmo contribuí com dinheiro, mas com a divulgação e aplausos, que para os artistas de verdade são mais que válidos, pois enquanto houver uma pessoa para conferir sua arte, eles estarão fazendo seu melhor, diferente de outros aí, que só se importam com quantidade e não qualidade do público presente.

Tanto que, podemos observar diversos artistas de renome abandonando este vínculo de quantidade, imposto pelas produtoras e gravadoras, se tornando independentes e propagando sua arte destinada para aqueles que mais importam à eles, seus fãs. Desvinculando desta grande roda mafiosa que apenas quem ganha são os grandes, e a arte é omitida em forma de marketing exacerbado.

Temos que parar e pensar que artistas de verdade não anseiam apenas do ter, mas sim em compartilhar e difundir sua obra aos quatro cantos do mundo, sem importar com quantidade, mas sim pela qualidade do coletivo a prestigiar a sua arte, multiplicando e ampliando seu ofício à multidões.

Todavia, essa é uma realidade de poucos, e de bons artistas, que se desvinculam dessa indústria fonográfica conceitual, para fazer a seu próprio trabalho, com os intuitos idealizados desde quando começaram, e não maquiados por uma destreza ferrenha e cruel, que idolatra e renega seus ídolos em questão de segundos, levando-os do Sol as trevas, e o transformando em apenas um nada.

Por: Patrícia Visconti